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O batismo de fogo de Victoria dos Santos


Foto: José de Holanda (divulgação)

“É minha música de batismo”, a percussionista Victoria dos Santos não cabe em si de felicidade ao lançar seu primeiro trabalho solo. Depois de tocar com um monte de gente, de Mateus Aleluia a Linn da Quebrada, passando por Ava Rocha, Jards Macalé, Drik Barbosa, Lenna Bahule, Curumin, Rodrigo Campos e Aláfia, ela finalmente coloca em prática sua própria carreira, lançando o single “Ave de Rapina”, que oficialmente sai nesta sexta, em primeira mão no Trabalho Sujo.

Assista abaixo:  

Ana Passarinho preparando o vôo

Conheci Ana Passarinho quando fiz a primeira edição do Trabalho Sujo Apresenta na Unibes Cultural, em abril de 2019, no espetáculo Tempo Feliz. Convidei o trio reunido pelo vibrafonista Victor Vieira-Branco, com o baixista Fabio Sá e o baterista Sérgio Machado, e propusemos uma homenagem ao disco que Elizeth Cardoso gravou com o Zimbo Trio em 1968, e Ana foi uma das cantoras convidadas, ao lado de Ava Rocha e Negro Leo. Comecei a conversar com ela desde então e pude acompanhar sua transição da MPB tradicional rumo à eletrônica, ciclo completo nesta sexta, quando ela lança seu primeiro single, a deliciosa e hipnótica “Eclipse Total”, nas plataformas digitais, que ela antecipa em primeira mão aqui no Trabalho Sujo.

Assista aqui:  

Bryan Adams… fotógrafo?

O autor de hits dos anos 80 e 90 Bryan Adams também tem uma carreira como fotógrafo, coroada ao assinar o calendário 2022 da Pirelli, em que sugeriu falar sobre música e fotografou nomes como Kali Uchis, St. Vincent, Cher, Iggy Pop, Grimes e Rita Ora, entre outros. Escrevi sobre este lançamento em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil.

 

80 anos de Benito di Paula


Foto: Murilo Alvesso (Divulgação)

Neste domingo Benito di Paula completa 80 anos lançando seu primeiro disco com faixas inéditas em 25 anos, O Infalível Zen. Produzido pelo filho Rodrigo Vellozo ao lado do professor Rômulo Froes (e com o auxílio luxuoso dos bambas Thiago França, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Igor Caracas e Allen Alencar), o disco resgata ideias de canções que vinha trabalhando há décadas e mais outras tantas compostas há pouco, Conversei com os produtores e com o velho compositor em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil.

 

30 anos do Midsummer Madness em três coletâneas

A data certa seria 2019, quando o fanzine Midsummer Madness foi lançado originalmente, no Rio de Janeiro. Mas problemas no percurso adiaram a comemoração para 2021, ano em que o pioneiro selo indie carioca lançou suas primeiras fitas cassete, ainda como brindes do fanzine de papel, que deixou de ser publicado pouco depois para que Rodrigo Lariú passasse a se dedicar ao selo. De 1991 pra cá, ele já lançou literalmente centenas de artistas e discos que são não apenas marcos para a cena musical brasileira como pilares para a estética indie daqui, que apesar de difusa desde a virada do século, segue como uma das características mais peculiares do cenário independente brasileiro. A comemoração vem com três coletâneas em que Lariú reúne dezenas de artistas de seu selo em um vinil, um CD e uma fita cassete, cada um com uma seleção diferente de bandas e canções, que ele antecipa em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. Além da série 30 em 3, também pedi para que ele contasse um pouco sobre a experiência Midsummer Madness e sobre a coletânea, que ele relata abaixo – e em breve lanço o Tudo Tanto que fiz com ele por aqui.  

Noites Trabalho Sujo @ Tokyo 東 京 (24.11.2021)

As Noites Trabalho Sujo estão de volta! Retornando ao mesmo Tokyo 東 京 em que realizamos a última edição antes da pandemia, a festa itinerante em que eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral desfilamos hits de todas as épocas, gêneros e temperaturas volta a esquentar a noite paulistana para que a gente consiga superar essa fase ruim da qual estamos saindo com muita música e alto astral, além de comemorar presencialmente os 26 anos do Trabalho Sujo! Para deixar seu nome na lista e saber mais informações sobre a festa (inclusive os protocolos de segurança), é só ir no site do Tokyo.

Noites Trabalho Sujo @ Tokyo
24 de novembro de 2021
Rua Major Sertório, 110 – Centro (República). São Paulo
A partir das 23h (mais informações aqui)

Crime Caqui preparando terreno

Tá quase! A banda paulista Crime Caqui já finalizou seu disco de estreia, que originalmente seria lançado no ano passado, e aos poucos faz os planos para botá-lo na rua – e começam mostrando o clipe para o primeiro single, “Quartzo Aranha”, que, será lançada nesta segunda e é antecipado em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. Elas sintetizam o primeiro single como uma canção “sobre afetividade e desejo entre mulheres” e a sonoridade hipnótica e psicodélica dão o tom do álbum, que deverá ser lançado no ano que vem. Assista abaixo:

 

Thiago França saindo da toca


Foto: José de Holanda (divulgação)

“A pandemia me paralisou demais no sentido criativo, e criatividade precisa ser exercitada – ficar muito parado dá a sensação que as idéias vão sumindo da cabeça, que você não é mais capaz de criar”, Thiago França me explica, por email, como o confinamento da pandemia acabou funcionando como inspiração para mais um disco solo, este chamado de Bodiado, que chega às plataformas digitais nesta sexta. Como seu outro disco que lançou no início da quarentena, Kd Vcs, este também é um disco só de saxofone, mas bem diferente do anterior, que foi gravado sem efeitos, pós-produção e quase todo no primeiro take. Ele inclusive antecipa uma das faixas, “Uns Poucos Dias Bons”, em primeira mão para o Trabalho Sujo, ouça abaixo.