
A Roberta Martinelli faz a curadoria do Night Lab,uma noite em que ela reúne personalidades para celebrar um tema no Sesi Lab da minha cidade, em Brasília, e me convidou para participar da 27ª edição do evento, que acontece nesta quinta-feira, 9 de abril, quando discoteco antes do show da Ana Frango Elétrico, que acontece no mesmo local. O tema da noite é alimentação e ela me desafiou a fazer um set só com músicas que falem de comida – e encaro essa com fome de fazer todo mundo dançar. A noite ainda conta com oficina sobre fermentação de bebidas e uma conversa poética com Bel Coelho e Bruna Crioula. Os ingressos já estão à venda.

Começamos abril já com o pé na pista de dança, quando eu, Claudinho, Clarice e Camila nos reunimos mais uma vez para fazer todo mundo se esbaldar na Desaniversário de abril, que acontece neste sábado, dia 4, no Bubu. Como sempre, começamos cedo (às 19h) para terminar cedo (meia-noite), assim todo mundo aproveita o fim de semana direitinho. O Bubu fica na marquise do estádio do Pacaembu. Vem dançar com a gente!

Apesar de pertencerem a universos distintos – uma é essencialmente roqueira, a outra passeia pelas diferentes vertentes do pop -, a banda Belladona e a Tiny Bear de Beatriz Brasil fizeram uma ótima noite em dupla nesta sexta-feira em mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo no Redoma. O trio novato formado por Amanda Gumesson (guitarra), Giulia Dora (baixo) e Paula Janssen (bateria) abriu a noite mostrando personalidade e coerência estética ao determinar sua sonoridade nos anos 90 que viram a ascensão do rock alternativo com o surgimento das riot grrls, misturando a pegada punk com o barulho grunge do início daquela década. Com o repertório ainda em formação (lançam seu primeiro single ainda este ano, mas já estão pensando no álbum), elas também tocaram versões para músicas do Hole (uma ótima versão de “Violet”), Babes in Toyland e da banda australiana Lash (da trilha sonora da versão de 2003 de Sexta-Feira Muito Louca) e mostraram que estão prontas para correr a nova cena paulistana.
Depois foi a vez de Beatriz Brasil mostrar a amplitude do pop de seu Tiny Bear, que passeia pela dance music, por canções que poderiam estar na trilha sonora de animes e por baladas, com ótima presença de palco e uma banda – formada pelo guitarrista e braço-direito Rafael Ohira, a baixista Julia Magalhães e o baterista Denno Ragonha – que a ajuda a chegar nas fronteiras que ela busca, soltando sua voz e seu corpo, enquanto inclusive toca teclados. Bia passeou por músicas de seu recém-lançado primeiro solo – chamado de UMi -, mas também mostrou músicas que deverão estar no próximo álbum.
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Esta semana não tem Inferninho, mas na próxima sim quando mais uma vez volto ao Clube Redoma no Bixiga trazendo dois artistas em ponto de bala. O trio noventista Belladona toca pela primeira vez na festa, abrindo para a reincidente Tiny Bear, que está prestes a lançar seu primeiro álbum. O Redoma fica em frente à pracinha do Bixiga, no número 825-A da Rua Treze de Maio, a casa abre às 21h e os ingressos já estão à venda!

Os ingressos já estão à venda.

Foi demais a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo, que aconteceu neste sábado, no ótimo e novíssimo Macro Bar e Pista, uma casa ampla com três ambientes – uma área externa, uma pista ampla e uma área superior para shows – que funcionou lindamente pra marcar a chegada da festa à capital paranaense. A noite começou com a discotecagem em vinil da Márcia Manzana, que preparou um set só tocando versões alternativas de músicas conhecidas, e logo emendou com o primeiro show da noite, quando a banda 3x, projeto guitarreiro do rapper Respx, que não deixou ninguém parado, bebendo de diferentes fontes da história do rock – do punk ao emo, passando por hardcore e rock de garagem -, com atenções divididas entre os dois vocalistas, o elétrico Respx e a carismática Niko, que começaram esquentando a noite do melhor jeito possível.
Depois foi a vez da Feralkat, liderada por Natasha Durski, que hipnotizou o público com camadas de ruído lento e paisagens sonoras etéreas, construindo um universo onírico entre o trip hop e o shoegaze. Pilotando três sintetizadores, além de tocar guitarra, ela funcionou como um respiro entre os shows elétricos das duas bandas roqueiras que tocaram antes (3x) e depois (Wi-Fi Kills) de seu show. E além de pinçar uma ótima versão para “The Rip” do Portishead, ainda mostrou sua canção-assinatura, que acaba por sintetizar a vibe da banda a partir de seu título, “Lyncheana”.
O último show da primeira edição do Inferninho em Curitiba trouxe a new wave fulminante do Wi-Fi Kills, liderada pelo sensacional Klaus Koti, que também apresenta-se como uma banda de um homem só chamada O Legendário Chucrobillyman. Tocando guitarra e sintetizadores, Koti fez seu grupo passear por canções sobre inteligência artificial e Corel Draw (!), sempre no limite entre o ritmo e o ruído, e não escapou de tocar uma versão para uma música de uma banda que é um dos seus alicerces musicais, quando tocou “Uncontrollable Urge”, do Devo. O público foi ao delírio – deixando tudo mais fácil pra minha discotecagem que segurou o povo até às quatro da manhã. Quando é a próxima? Quero mais!
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Alô Curitiba! Nessa sexta-feira volto à cidade para realizar a primeira edição do Inferninho Trabalho Sujo na capital paranaense. Começou numa tentativa de comemorar o aniversário de dois capricornianos ainda em janeiro, mas o papo com a Fernanda Maldonado evoluiu com a entrada da Marcia Manzana, que fez a ponte com o Macro Bar e Pista e logo estávamos escolhendo bandas locais para tocar na mesma noite, que recebe as participações de Feralkat, Wi-Fi Kills e 3x, além da Selecta Manzana com sua discotecagem em vinil e o back to back que deu origem a tudo, quando toco com a Fernanda. A noite começa às oito e vai até altas madrugadas, a casa fica na Rua João Negrão, 2450 e os ingressos já estão à venda. Vamoooos!

O Inferninho Trabalho Sujo desta quinta pegou fogo! A noite começou com a banda Boia estreando no Picles e fazendo o público cantar junto músicas que nem conhecia! Ases da música, os seis integrantes do grupo contagiaram os presentes com o magnetismo da vocalista Luli Mello e os solos do guitarrista Murilo Costa Rosa e do flautista e saxofonista Tato Quirino, sempre em harmonia com o violão e os vocais de Leo Bergamin, o baixo de Murilo Kushi e a bateria de Decco. Bebendo de diferentes fontes da MPB, o grupo mostrou seu show mais autoral, tocando apenas músicas próprias (e prometendo um EP para breve), abrindo exceção apenas para a bela “Sonhei Que Viajava Com Você”, do mestre Itamar Assumpção. Finos demais.
Depois foi a vez dos baianos do Tangolo Mangos apagar o fogo aceso pela banda Boia com gasolina. O quinteto baiano está cada vez mais afiado e eles não precisam nem trocar olhares para engatar mudanças de tempo, alinhar solos de guitarra e dominar o público. O carisma irrefreável dos vocalistas Felipe Vaqueiro – em sintonia finíssima com o outro guitarrista, mais na dele, Théo Kiono, que por sua vez sempre de olho no baterista -João Antônio Dourado , João Denovaro e Bruno Fechine só tornava a noite ainda mais quente, à medida em que cada um deles incendiava o Picles com seus instrumentos – Vaqueiro é um guitarrista absurdo, Deno trata o baixo como uma guitarra e Bruno passeia por inúmeros instrumentos de percussão, puxando o rock da banda sempre pra algum recanto do sertão nordestino e fazendo o público explodir em gritos e rodas de pogo. O grupo tocou várias músicas de seu álbum Garatujas, algumas do tempo que a banda só tinha um Soundcloud e outras tantas do próximo disco, que está em fase de finalização e, conforme anteciparam, deve sair ainda esse semestre.
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E essa edição do Inferninho Trabalho Sujo pra começar março rasgando? Mais uma vez recebemos no Picles os baianos eletrizantes dos Tangolo Mangos, numa noite que terá a abertura da sensacional Banda Boia. E depois dos shows você sabe que a noite fica comigo e com a Fran – e só deus sabe o que poderemos fazer. Os ingressos já estão à venda.

Vamos a mais um @inferninhotrabalhosujo na Porta Maldita, reunindo duas atrações já conhecidas da casa. Quem abre a noite é o Caio Colasante, que já esteve na festa tocando com sua antiga banda Os Fonsecas e agora mostra sua carreira solo ao lado de uma superbanda do novo indie paulistano formada por Vítor Terra (Mundo Vídeo) na guitarra, Bob Nelson (da Saravá) no baixo, Bruno “Neca” Fechine (dos Tangolo Mangos) na percussão e Thalin na bateria. Depois é a vez dos Tutu Naná, que mostram o novo EP que acabaram de lançar, chamado Sobre as Aves, e também exibem o clipe de mesmo nome antes de sua apresentação. Depois das bandas, o palco torna-se a já tradicional jam infinita da casa enquanto eu discoteco até altas madrugadas. Os ingressos já estão à venda.