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Noites Trabalho Sujo

Quando menos você espera, surge o Eclipse Total. A festa criada por mim e pela Camila tem mais uma edição na Casinha neste dia 8 de agosto, quando, como de praxe, reunimos clássicos da pista de dança com hits desta década, para apresentar músicas novas para os veteranos da noite e trazer hits imortais para os novatos, sem distinção de gênero musical, país de origem ou época de lançamento. O que importa é fazer todo mundo dançar! Vamos nessa? Os ingressos já estão à venda. Continue

Mais uma vez volto a trazer música para o Cine Belas Artes, mais uma vez transformando seu hall de entrada em uma pista de dança, como fiz há duas semanas na festa de abertura do Festival Filmes Incríveis, que foi apenas para convidados. Desta vez a festa é aberta ao público e o filme que encerra a mostra é Refém por um Fio, de Gus Van Sant, que será exibido às 19h30, para depois mais uma vez transformar o cinema numa festa. Os ingressos já estão à venda.

O que está acontecendo agora? Alexandre Matias e Rafaela Fernán juntam suas perspectivas para criar uma festa que traz as atualidades para a pista de dança do Mamãe, sempre explorando o tema da edição para além de seus desdobramentos inevitáveis. A festa chama-se Agora Agora e o tema da primeira, que acontece nesta sexta-feira 31 de julho, é o novo disco de Charli XCX: Music, Fashion, Film.

Mas além de mergulhar no novo lançamento, seus lados Bs e influências, vamos também falar sobre música, moda e cinema, o contexto em que Charlotte Emma Aitchison surgiu, sua evolução musical, sua fases Brat e cinematográfica para cair no 2026 deste disco que abalou as estruturas do pop deste ano.

Traje sugerido: p&b.

𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚 𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚: 𝐌𝐮𝐬𝐢𝐜 𝐅𝐚𝐬𝐡𝐢𝐨𝐧 𝐅𝐢𝐥𝐦
sexta-feira, 31 de julho de 2026, a partir das 21h

🕯️@mamaebar rua lopes chaves 391 / barra funda

ᴇɴᴛʀᴀᴅᴀ ꜰʀᴇᴇ ᴀᴛé 𝟤𝟤ʜ ༻*ੈ✩‧₊˚
retire seu ingresso online via sympla (neste link)

✩ foto e cartaz @faelafernan

Music Fashion Film da Charli XCX continua sendo o assunto do momento e por isso resolvemos seguir nesta mesma toada, com mais uma edição da festa Agora Agora dedicada ao universo deste álbum. Enquanto a artista encabeça festivais pelo mundo antes de começar sua própria turnê, voltamos ao imaginário que mistura música, cinema e moda em preto e branco para fazer todo mundo dançar essa estética, desta vez na Porta, em Pinheiros. A casa, que fica no número 95 da rua Horácio Lane abre a partir das 18h e a festa começa a partir das 20h, sem hora pra acabar. E dessa vez – é verdade, precisamos ser honestos – nem precisa comprar ingresso, é só chegar.

#_agora_agora

O Belas Artes começa a terceira edição de seu excelente Festival de Filmes Incríveis nesta quarta-feira e me chamou pra tocar na festa de abertura, que acontece logo após a exibição do primeiro filme do evento, o filme afegão No Good Men, que será exibido a partir das 19h30 – e os ingressos já estão à venda. A festa começa logo depois do filme, vamos lá?

#belasartesmeuamor #vemprobelas #cinebelasartes #noitestrabalhosujo

Inferninho Trabalho Sujo indo para o quarto ano e faço uma experiência: e se rolasse uma festa com show com uma banda surpresa? Uma banda nova, que está crescendo, já fez seu nome, lançou discos e faz turnês com frequência. Pois é isso que vai acontecer neste sábado dia 25 de julho na Porta Maldita. Quem começa os trabalhos é outra banda que já estava de olho faz tempo, o grande Vinco, e se você conhece, dá pra ter uma ideia quem pode ser a atração surpresa deste sábado. Porque não é um sextou e sim um senhor sabadou! Essa noite promete! E os ingressos já estão à venda.

Neste sábado temos mais uma edição da nossa festa Desaniversário lá no Bubu – e essa é especial! Além de termos o time completo na pista, vamos comemorar nosso terceiro aniversário! Três anos fazendo todo mundo dançar clássicos da pista e hits novinhos em folha pra voltar cedo pra casa e curtir o domingo à vontade. A festa acontece neste sábado, dia 18, a partir das 19h até a meia-noite e lógico que vamos tocar músicas do disco novo da Madonna. Vem dançar com a gente!

Um Inferninho caprichado nesta sexta-feira no Redoma, quando a noite começou com a apresentação da banda Boia, voltando ao palco de seu primeiro show (que aconteceu em junho do ano passado) e depois de ter seu primeiro EP lançado. É nítida a evolução do grupo formado por Luli Mello (voz), Murilo Kushi (baixo), Leo Bergamini (violão), Murilo Costa Rosa (guitarra), Tato Quirino (sopros) e João Decco (bateria), que começou há um ano ainda terminando as músicas que estavam rascunhando e colocando-as ao lado de versões de mestres Moacir Santos e Hermeto Pascoal. Mas o crescimento diz menos em relação às composições, mas à presença de palco, química de conjunto e à própria postura em relação ao público. Mirando aquele conjunto de canções para a realização de seu primeiro álbum (que é um dos planos para esse semestre), o grupo só fugiu do próprio repertório ao tocar “Dominó”, do grupo baiano Tangolo Mangos, que marcou a estreia do guitarrista Murilo como vocalista. Coisa fina.

Depois foi a vez do Caruma subir ao palco do Redoma, quando levou sua mistura de jazz mineiro com rock progressivo pela segunda vez num Inferninho Trabalho Sujo, mas pela primeira vez tocando apenas músicas próprias, à exceção de “Come Together” dos Beatles, que tocaram logo de cara, criando uma nova tradição (pois tocaram “Don’t Let Me Down” no outro show que fizeram na festa). Também começando a trabalhar o repertório para seu primeiro disco, o grupo formado por Tom dos Reis (vocais e baixo), Pedro Caldeira (vocais e guitarra), Ma Vettore (flauta), Daniel Gerecht (sax e flauta) e Tommy Coelho (bateria) está cada vez mais afiado e versátil, como quando por exemplo Ma Vettore deixou a flauta para assumir a guitarra e cantar uma música em espanhol. O Caruma está só começando…

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Semana que vem tem Inferninho Trabalho Sujo no Redoma, quando reúno duas bandas reincidentes na festa que são da pesada: a banda Boia, que estreou no mesmo palco do Redoma no ano passado e já está começando a pensar em seu primeiro álbum, depois de lançar um ótimo EP homônimo, e o grupo Caruma, que mistura rock progressivo com jazz mineiro com uma sensibilidade e firmeza que só dá pra acreditar vendo. Antes, entre e depois dos shows eu discoteco pra manter o clima da noite e os ingressos já estão à venda.

Que beleza de aniversário! A festa de três anos do Inferninho Trabalho Sujo foi intensa e emocionante com a presença de duas atrações que estão ligadas à história da festa que comecei no Picles no meio de 2023. Dinho Almeida, dos Boogarins, voltou ao palco do sobrado caótico de Pinheiros dois anos depois de ter subido ali no primeiro aniversário da festa com sua banda, induzindo todos em uma sessão intensa de libertação e cura. Desta vez sozinho com sua guitarra, ele submeteu o público a uma sessão de mesma intensidade, só que agora individual e, diferente do que fez com os Boogarins, verbal. E ao fazer isso, ele transformou sua apresentação em um confessionário emotivo em que falou de sua relação com a música, da centralidade da música em sua vida desde pequeno, do papel de sua família ao dar a base que ele precisava para tornar-se o mestre da psicodelia brasileira que se tornou. Acanhado e saindo de uma gripe (que parece que pegou São Paulo inteira), ele entregou-se de corpo e alma para o público e, além das canções apaixonadas, vocais emotivos e sua guitarra cheia de eco de seu recém-lançado EP Dias Fora Almeida, e também visitou músicas de sua banda (“Sombrou Dúvida”, “6000 Dias” e “Chuva dos Olhos”), além de “Nilo” da excelente dupla Guaxe, que criou com o líder dos supercordas Pedro Bonifrate em 2019. “Eu juro que eu entreguei meu coração pra vocês, moçada”, disse ele depois do bis. A gente sabe – e agradece.

Depois Ottopapi voltou ao palco do Inferninho Trabalho Sujo pela terceira vez, logo depois da turnê de dez dias e sete shows que acabou de fazer com o próprio Dinho Almeida. A versão enxuta do seu grupo (que além de trazer o próprio Otto por vezes na guitarra, seu irmão Yann Dardenne no baixo, Thales Castanheira na guitarra solo, o mundo vídeo Gael Sorkin na firme bateria kraut e Danilera no synth) voltou ainda mais enfurecida após essa breve mas intensa série de shows e isso estava explícito neste no show, quando deixaram a vibe Velvet Underground fase Doug Yule misturar-se com a eletricidade dos B-52’s, principalmente quando Thales ficava sozinho na guitarra, pendendo para a surf music e para os Pixies. À frente de todos, o dono da banda se entregava para o público com suas letras que misturam o nonsense e o literal como faz o melhor rock. O público respondeu à altura com rodas de pogo, cantando junto músicas que acabaram de ser lançadas e todos completamente entregues à urgência zoeira de canções que grudam desde a primeira audição. E palmas para a performance do Danilo durante “Perdi o Controle”! Depois foi só deixar a pista correr solta comigo e com a Fran até o final da madrugada gelada de sexta!

#inferninhotrabalhosujo #ottopapi #dinhoalmeida #picles #noitestrabalhosujo #trabalhosujo2026shows 158 e 159