Por Alexandre Matias - Jornalismo arte desde 1995.

1972 na música brasileira – Parte 3

Encerrando a série de discos clássicos brasileiros que tornam-se cinquentenários em 2022 que estou fazendo no site da CNN Brasil, desta vez dedico atenção aos discaços de artistas tão diferentes quanto Tom Zé, Toni Tornado, Rita Lee (escondendo um disco dos Mutantes), Quinteto Violado, Paulinho da Viola, Tim Maia e um compacto histórico de Tom Jobim com João Bosco.  

O futuro de Fernando Catatau


Foto: Isadora Stefani

“Nenhum lugar é mais incerto do que o que está aqui dentro”, divaga Fernando Catatau ao final do single que materializa seu primeiro álbum solo, prometido desde antes da pandemia e que finalmente vê a luz do dia no início do mês que vem. “Nada Acontece” dá o primeiro gostinho desse disco, meio retrofuturista, mas sem deixar de lado sua paixão pela canção popular. “Acho que ela sintetiza o lugar em que quero apontar com o meu trabalho”, me explicou depois que perguntei porque ter escolhido esta canção para apresentar o álbum. “Fiz ela em parceria com a Juliana R e com o Giovani Cidreira e cada um deu sua visão sobre o que é estar vivendo nesse Brasil futurista cheio de caos e busca por uma identidade.” Ouça abaixo a música que conta com a participação dos dois coautores também nos vocais:  

1972 na música brasileira – Parte 2

Sigo a série de discos brasileiros lançados há 50 anos que estou fazendo no site da CNN Brasil. Neste sábado meu convite conduz para clássicos de Milton Nascimento e Lô Borges, Módulo 1000, Nara Leão, Chico Buarque e Maria Bethânia, Novos Baianos, Odair José, Joyce e Nelson Angelo. Só pérola!  

Bárbara Eugenia de uma hora pra outra

Acompanhei o processo à distância, mas confesso que me assustei com a velocidade que Bárbara Eugenia colocou seu disco mais recente, Crashes n’ Crushes, no mundo, quase no susto. Mas foi um processo longo e lento que se materializou no segundo ano pandêmico, quando ela conseguiu se isolar além mar – primeiro nos Açores, com o pai, depois em Lisboa – e registrar essas canções sobre doces e duras lições aprendidas pela vida, que ela lança nessa sexta, no Sesc Vila Mariana, às 21h (ainda tem ingressos à venda aqui). Pedi para que ela me contasse como foi que esse disco, que me parece fechar um ciclo em sua discografia, deixou de ser uma ideia para existir ainda em 2021.

 

1972 na música brasileira

Começo, nessa sexta-feira, um especial para o site da CNN Brasil em que apresento vinte clássicos da música brasileira que completam meio século neste 2022. 1972 foi um ano mágico para a música e por aqui assistiu ao lançamento de discos que praticamente determinaram o que escutamos hoje. A primeira parte da lista inclui o Transa do Caetano Veloso, o Expresso 2222 do Gilberto Gil, o Elis da Elis Regina, o Sonhos e Memórias: 1941-1972 do Erasmo, o Ben do Jorge Ben e o disco de estreia do Jards Macalé. Os outros discos surgem no sábado e no domingo, aviso por aqui.  

Vida Fodona #750: O primeiro programa de 2022

Começando tranquilo… (E a partir deste programa, o Vida Fodona está no Spotify – vou subindo os programas velhos bem aos poucos)

Ouça aqui.  

Vida Fodona #749: Feliz 2022!

Encerrando 2021 com muita música brasileira e muita reflexão sobre esses dias.

Ouça aqui.  

20 anos sem Cássia Eller

Em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil, desta vez falo sobre o aniversário de duas décadas da morte de Cássia Eller, que inspirou um musical que estreia no ano que vem. Também falei com seu eterno parceiro, Nando Reis, sobre o vínculo criativo e emocional com a intérprete carioca.  

Minha participação no Dois Mil e Depois

A Pérola me chamou pra participar da última edição do ano do podcast Dois Mil e Depois, que ela está tocando a partir do Centro Cultural da Penha, e puxou jornalismo musical como assunto – e além de mim, ela também chamou o Felipe Andrade, do site Polvo Manco, para comentar não apenas este cenário no país mas também para falar sobre a música neste ano que se encerra. Ouça abaixo.

 

A música brasileira de 2021 é mulher

Outra matéria que faço para a CNN Brasil, desta vez destacando dez artistas mulheres que fizeram a cabeça do Brasil em 2021, com Marina Sena, Juçara Marçal, Jadsa, Linn da Quebrada, Duda Beat, Badsista, Tasha & Tracie, Mariá Portugal, Bebé Salvego e In Venus.