
Mais um trailer de Ex-Machina, a estréia de Alex Garland (o autor de A Praia, que também roteirizou os filmes Extermínio e Sunshine, do Danny Boyle):
Mais um filme que questiona nosso envolvimento emocional com as máquinas que nos cercam. O que vai acontecer o dia em que a internet que cada um de nós acessa diariamente tiver um rosto?
O português Duarte Gonçalves deixou a colaboração do Mark Ronson com o Kevin Parker ainda mais irresistível ao colocar a rapeize do Soul Train pra escorregar ao som dessa groovezeira psicodélica.
E a vontade de sair dançando?

O pessoal da Saraiva Conteúdo me pediu pra escolher os cinco vídeos que eu considerava os mais importantes na primeira década do YouTube. Falei de cinco mas tive que emendar um sexto…

Dono do melhor disco brasileiro de 2015 até agora, o jovem Strausz começa a decifrá-lo faixa a faixa. E começa com a faixa que mais destoa de todo álbum, a quase formal “Right Hand of Love”, cantada pelo inglês Jacob Perlmutter, com cello do americano Brent Arnold, ilustrada como uma psicodelia preto e branco que vai de uma rígida ordem concêntrica à pura abstração, dirigida por Mariane Paoletti.

O Sonic Youth segue relançando sua discografia remasterizada – e agora é a vez do disco que aprumou a banda em direção aos seus melhores discos, EVOL, Sister e Daydream Nation, gravados depois de Bad Moon Rising, de 1985. É um disco sobre como o mau agouro dos 70 matou o idealismo dos 60 e fundaram os Estados Unidos que a banda vivia naquele ano, sob o totalitarismo de popstars cada vez mais gigantescos que escondiam um país aos prantos, criminalidade aumentando e um intenso clima de paranóia interna, culminando no épico dueto entre Thurston Moore e a diva Lydia Lunch, “Death Valley ’69”.
O disco será relançado tanto em CD quanto em LP e já está em pré-venda.

Mais um trailer do segundo filme dos Vingadores e tomara que esse seja último, porque, como eu havia comentado, só agora eles começaram a mostrar mais do que o primeiro ato do filme, revelado nos dois trailers anteriores. Dessa vez eles revelam a Torre Avengers, pelo menos quatro cenários de ação que não havíamos visto anteriormente, cenas de todos os Vingadores em ação em conjunto, as participações de Mercúrio e Bruxa Escarlate, o trono de Ultron e… esse finzinho…
Reparou?

Sim, o Visão! Mais humano do que poderíamos imaginar, o que parece ótimo! E tomara que esse seja o último trailer do novo filme porque acho bom deixarmos pra ter a nossa surpresa sobre o novo personagem (e que personagem!) durante o filme, não acham?

Taí o clipe de “Ciúme”, a primeira faixa do disco novo do Rafael Castro – Um Chopp E Um Sundae, bancado via crowdfunding -, que já está pra download em seu site. Pega lá!

Vacila quem desmerece por “chato” o disco novo de Bob Dylan, Shadows in the Night. O álbum faz parte da longa retrospectiva do século 20 que o mestre iniciou ainda nos anos 90, mas longe dos campos de algodão, dos pântanos do sul norte-americano ou das minúsculas cidadelas quase medievais do meio oeste dos EUA em que buscou inspiração no passado. Desde seu Modern Times, Dylan vem se aproximando da cidade grande, do ápice do século americano entre a Segunda Guerra Mundial e os anos 60. Shadows in the Night, ao escolher Sinatra como ícone, celebra este período e as canções que o emolduram, além de ser o disco em que Dylan está com a voz mais cristalina nas últimas décadas. O clipe de “The Night We Call it A Day”, clássico, noir, P&B, cheio de closes, é outra tradução deste mesmo sentimento.
E o Daniel Lanois, que produziu o disco, disse que eles gravaram músicas pra garantir um segundo volume.
Eis o clipe de “Mio Amore Mio”, mais uma faixa gainsbourgeana do disco de estréia do francês abrasileirado Stéphane San Juan.

Mais uma música do novo disco do Modest Mouse, que a cada nova faixa revelada mostra-se um disco cada vez mais consistente. A escolhida da vez é “Of Course We Know”, a faixa que fecha o disco.

