
Tupi or not tupi…? Nesses cem anos da Semana de 22, o Artemagia, programa apresentado e produzido pela dupla Lucas Surjus e Bruna Malta, contextualiza o cenário e as implicações do modernismo brasileiro, fazendo um breve panorama cultural do último século. Investigando o espírito do Brasil e da brasilidade, nesse ano tão cheio de dois, revela-se um país constituído por dualidades estéticas e econômicas que talvez decifrem o naz1smo tropical.
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Começamos falando de velho oeste, mas logo descambamos para a política, em mais uma sessão do Aparelho em que eu, Vlad e Tomate lamentamos a cara de pau de muitos que achavam que era tranquilo tirar uma presidenta eleita para abrir caminho para o elenco mais torpe do pior filme de terror do mundo. Inevitavelmente chegamos ao Iron Maiden quando perguntamos: quais integrantes da banda de metal apoiariam a Lava-Jato?
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Em mais uma reunião semanal do jornalismo-fumaça, chamo Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin para discutir a saída de Neil Young – o melhor ser humano vivo atualmente? – do Spotify e como isso se desdobra para o resto da cultura como um todo. Mas aproveitamos para falar sobre Starbucks no Brasil, produtos importados nos anos 80, os pintinhos pisados pelo KISS, aulas de baixo de reggae, a malhação do Judas no impeachment do Collor, Cansei de Ser Sexy no Glastonbury, tretas com o clube dos colecionadores de MSX, contratos assinados com sangue, um caixão pra ser destruído, a pronúncia original do latim, a música nova da Anitta, a escala Búzios, a quinta geração do rock, o arquivo da internet, o novo Fausto Silva, como só Rod Stewart, o disco soviético do Iron e, claro, NFT, além do Tomate ameaçar queimar pólvora no programa.
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Foto: Dandara Azevedo
Depois de lançar seu primeiro disco solo, Apocalip Se, no meio do ano passado, o produtor, compositor e músico Zé Nigro segue mostrando composições e parcerias que derivaram daquele processo. A primeira delas, que será lançada nesta quinta, ele antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo: em “Cais”, ele convida a comadre Alessandra Leão para saudar Iemanjá. “Eu compus essa musica em parceria com Dandara Azevedo em 2019, e durante a pandemia, no processo de composição do álbum, comecei a finalizar ideias que estavam começadas mas não acabadas”, ele me explica por email. “‘Cais’ estava nesse processo e logo percebi que seria Alessandra Leão a voz que daria voz a composição. Assim, fizemos remotamente, ela gravando da casa dela, mas acabei não incluindo no álbum pois não cabia na história que estava querendo contar. Agora, ‘Cais’ e ‘Vozes’ são faixas adicionais que complementam o processo do meu primeiro álbum”, conclui, se referindo à faixa que lançará no próximo mês, uma colaboração com o rapper Hiran e a cantora baiana Livia Nery. Ouça a música abaixo. Continue

Em mais um episódio da série NFT (não percebeu as iniciais?), eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin mergulhamos no empirismo psicodélico que atrai fiéis e nutre desafetos. De Rolling Stones ao Primo Cruzado, da fase marroquina de Caetano Veloso às piadas de Robert Crumb que envelheceram mal, nosso olhar vesgo & ferino vasculha o patético e o sublime com o mesmo empenho. Com este presente bizarro e um futuro incerto, ninguém pode nos criticar por visitar o passado como se fôssemos o Silk Sonic da subversão-moleque.
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No primeiro DM de 2022, eu e Dodô Azevedo repassamos os dois primeiros anos da pandemia do ponto de vista da cultura, analisando tudo que foi represado nesse período, dos filmes da Chloé Zhao aos Barões da Pisadinha, passando pela transformação do filme dos Beatles num seriado, da volta dos vídeos curtos através do TikTok, da ascensão das lives do Casemiro, da quarta continuação do Matrix à luz de um ano que promete esquentar mais do que imaginamos – levando em conta eleições, copa do mundo e aquecimento global.
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Depois de tostar aquele que deixou a Cristina Prochaska (cheirar é coisa de aspirante, aqui só tem profissional), entramos numa ciranda de maluco regada a corote. É incrível como a simples menção da bebida imunizante abre um portal para o infinito. A diversidade conceitual – espraiada por autógrafos na era do selfie, reforma trabalhista e Faustão – converge para a única maneira de sobreviver em um país que já transcendeu tanto a lucidez que ficou translúcido, com todas as picaretagens à mostra. Não, não inveje o nosso tirocínio: alopre como (e com) a gente!
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Primeira edição do ano, ainda impregnada por desassossegos provocados por artistas que gostavam de destruir escolas em seus videoclipes. Lá pelas tantas, surge a pergunta incontornável: e se essa coisa horrorosa for reeleita? Um frêmito de choque e pavor percorre a espinha de cada aparelher com a possibilidade de mais quatro anos de pesadelo. É bom nem cogitar para não atrair. Ou mudar de assunto, como armar para cobrir a posse do nosso presidente em Brasília. O homem nem assumiu ainda e já está fazendo o povo ter planos novamente!
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As Noites Trabalho Sujo estão de volta! Retornando ao mesmo Tokyo 東 京 em que realizamos a última edição antes da pandemia, a festa itinerante em que eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral desfilamos hits de todas as épocas, gêneros e temperaturas volta a esquentar a noite paulistana para que a gente consiga superar essa fase ruim da qual estamos saindo com muita música e alto astral, além de comemorar presencialmente os 26 anos do Trabalho Sujo! Para deixar seu nome na lista e saber mais informações sobre a festa (inclusive os protocolos de segurança), é só ir no site do Tokyo.
Noites Trabalho Sujo @ Tokyo
24 de novembro de 2021
Rua Major Sertório, 110 – Centro (República). São Paulo
A partir das 23h (mais informações aqui)

Às vésperas de uma época de possíveis apagões, eu e Dodô Azevedo falamos sobre a queda de energia vitalícia do país e o fato de estarmos vivendo em uma nova idade média, mostrando como tudo está às claras mesmo neste momento trevoso que estamos atravessando, citando Duro de Matar 4 e o Berlim de Jason Lutes, entre outras divagações.
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