
Essa é a capa do novo disco de Kiko Dinucci, Medusa, uma tela da artista plástica paulistana Tatiana Blass inspirada em uma das músicas do álbum, “Faca da Palavra”. A tela faz parte da mostra de Tatiana que está em cartaz no Instituto Tomie Ohtake chamada Contrarregra, que receberá, no dia 3 de outubro, a presença do próprio Kiko, que fará uma apresentação somente com sua guitarra durante a exposição.

Aproveitando a turnê de retorno do Rush, o canal canadense CBC Television produziu um documentário sobre o terceiro integrante da banda que não está mais entre nós. Neil Peart: No One’s Disciple conta a história do baterista, a relação dele com seus comparsas de banda – o baixista Geddy Lee e o guitarrista Alex Lifeson -, além de sessões em que os dois convidam bateristas inspirados por Peart – Danny Carey do Tool, Chad Smith dos Red Hot Chili Peppers, Stewart Copeland do Police e Gavin Harrison do Porcupine Tree – para reverenciar o mestre. O filme será lançado no dia 23 de setembro e eis seu trailer: Continue

Kiko Dinucci cumpriu mais uma etapa na preparação de terreno de seu Medusa que chega entre nós na semana que vem ao participar de uma atividade chamada “processo aberto” realizada nesta quarta-feira no pequeno Espaço Cênico do Sesc Pompeia, onde lançará seu disco ao vivo no final do mês. Composto no decorrer de 2025 e finalizado no início deste ano, seu terceiro disco é uma viagem introspectiva e barulhenta a um universo musical próprio habitado por fantasmas, samba-canção e microfonia e a apresentação realizada nesta quarta funcionou como um misto de aula com show em que contou a história do disco e como ele foi surgindo, desde sua volta à guitarra elétrica depois do Rastilho (seu segundo disco, ancorado no violão percussivo, que lançou há seis anos, um mês antes da pandemia) a um aceno (logo desfeito) a Noel Rosa, uma breve obsessão sobre a universalidade de Roberto Carlos, caminhadas, a reintrodução ao shoegaze e ao dreampop e a forma como surrupiou uma ideia de Lou Barlow ainda no Dinosaur Jr. Diferente da apresentação que fez no Centro da Terra no primeiro semestre (quando falou sobre este processo ao mesmo tempo em que tocou todas as canções do disco que havia acabado de ser gravado), desta vez ele pode falar do disco finalizado, mixado e masterizado, mostrando as diferenças entre as demos e as versões intermediárias, e tocou menos músicas, focando mais na faixa de abertura (“Cão Perdido”), na segunda faixa (“Água Viva”), na mutação de “Faca da Palavra” (uma das primeiras músicas do novo disco, primeiro gravada por Paola Ribeiro em seu Circus), na folhetinesca “Claudia, Frota e Eu” e na única música que mostrou até agora (e nem como single, apenas como clipe), a romântica “Como Foi”, em que deixa seu flerte rápido com Roberto Carlos tornar-se intenso, que usou para encerrar a noite. Medusa será lançado na semana que vem – e é tudo isso que parece…
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Os Avalanches já haviam anunciado título e capa de seu novo disco, No Bad Memories, que será lançado no dia 16 de outubro, além dos três primeiros singles, que contavam com convidados de peso como Jamie xx, Karen O, Portraits of Tracy, Nikki Nair, Jessy Lanza e Prentiss. Agora o grupo australiano acaba de revelar o nome dos convidados do novo álbum, num vídeo que é uma ode à mídia física e que conta com um destes novos participantes, o ator Haley Joel Osment, como protagonista. Veja o vídeo abaixo, além do nome das músicas. Continue

Avisei que no próximo dia 12 de setembro o Violeta de Outono toca seu primeiro disco homônimo na íntegra no Sesc Pompeia em homenagem ao relançamento do disco em uma edição caprichada em vinil e eis as informações sobre esta nova versão: lançada numa parceria entre a gravadora Melômano e Voice Music, o disco tem capa dupla, encarte com fotos inéditas e texto assinado pelo Barcinski e vem em vinil colorido. E já está à venda!

Depois de anunciar a data de lançamento de seu terceiro disco solo, Kiko Dinucci começa a mostrar seu Medusa bem à sua maneira: escolheu a música mais comportada de sua nova coleção de canções (a balada robertocarleana “Como Foi”) para inaugurar sua nova fase, que vem com um clipe retrô dirigido por ele e Mariana Metri que pode ser resumido na descrição cinematográfica que dá ao apenas enfileirar as tags ligadas a esse momento: “Delírio Low-Fi. Derretimento analógico. Rei na Lama. Declaração de amor deteriorada. Cordas radiofônicas. Rotação disforme. Infância punk. Viadutos. Grafias urbanas. Cartas rasgadas. Fotos rasgadas. Olhos sem face. Concreto e sol. Super exposição. Super 8. Ruído. Erupção. Asfalto. Calor e cansaço. Memória esfumaçada.” Uma forma de criar a atmosfera ideal para a chegada do novo trabalho, que desta vez é lançado pelo selo Risco.
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O maiúsculo Kieran Hebden, que nós conhecemos melhor como Four Tet, acaba de colocar a íntegra de sua apresentação no Alexandra Palace londrino no ano passado no YouTube. É um set de quatro horas e meia em que, sozinho, enfileira nomes conhecidaços do público (His Name Is Alive, Ricardo Villalobos, CHVRCHES, Burial, Skrillex, Ellie Goulding, Eric Prydz, Floating Points e PinkPantheress) com outros tantos conhecidos apenas por quem é do ramo (Tony Romera, Jai Paul, KH, Chris Lake, Hatiras, Taraval, Chloe Robinson, DJ ADHD, Magugu, Mala, Stush, entre inúmeros outros) e várias faixas suas, autorais, remixes e do projeto impronunciável (⣎⡇ꉺლ༽இ•̛)ྀ◞ ༎ຶ ༽ৣৢ؞ৢ؞ؖ ꉺლ) que lançou este ano. Puro delírio.
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Lindo o encerramento da temporada Não Tem Nome que a mineira Sara Não Tem Nome fez durante as segundas de agosto no Centro da Terra. Para esta última apresentação, no último dia do ano, Sara reuniu um time de colaboradores, como ela mesma disse, “faixas-preta” e criou uma banda com Marcelo Callado na bateria, Luiza Brina no baixo e Beto Sporleder nos sopros, além da própria Sara na guitarra. A princípio passeando pelo repertório de Sara, a banda também tocou músicas de Brina (“Somos Só”, composta quando ela ainda fazia parte do grupo Graveola e o Lixo Polifônico , e a bela “Oração 18’, de seu disco solo Prece) e de Callado (“Entre as Estrelas” de seu recém-lançado Brado e a asiática “Minha Cama”) e encerrou a apresentação com sua “Ponto Final” que havia encerrado a segunda noite, só que dessa vez com banda, em vez de fazer somente à guitarra.
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Surge mais uma amostra do tão aguardado terceiro e último álbum da banda psicodélica Olivia Tremor Control, The Same Place, finalmente programado para ser lançado no dia 23 de outubro. Lançado após as mortes de seus dois principais integrantes – Bill Doss (em 2012) e William Cullen Hart (em 2024) -, o disco já teve dois singles lançados e agora surge a tensa e reverente “Advice from the Oceans”, a primeira canção que os dois retomaram o disco depois do hiato que fizeram até 2010. Nem dá pra acreditar que esse disco vai sair…
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Temos a data: Kiko Dinucci acaba de anunciar que seu aguardado terceiro disco solo, o onírico Medusa, começa a aparecer entre nós no dia 9 de setembro. Mas será um single ou o disco inteiro? E será que esta é a capa? O fato é: tem um discaço vindo aí…