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Geese no Tiny Desk

Eis o Geese no Tiny Desk, pinçando as músicas mais sossegadas de seu Get Killed e chamando um tecladista convidado para acompanhá-los no programa da NPR. Mais um degrau na escalada do grupo indie sensação do ano passado.

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O flerte artístico entre a diva ímpar Aurora e o chemical brother Tom Rowland vinha de algum tempo: tanto ele a chamou para cantar em três faixas do disco mais recente do grupo (No Geography, de 2019), quanto ela o chamou para participar da produção de seu disco de 2024, What Happened To The Heart?. Os dois firmaram a parceria quando lançaram o single “Ring the Alarm” no final do ano passado, quando oficializaram-se como dupla ao aglutinar seus prenomes no neologismo Tomora, que além de deixar claro o laço autoral, também soa como “amanhã” em inglês. Os dois acabam de lançar mais uma música – a fantasmagórica “Come Closer” -, que usaram como pretexto para anunciar o lançamento do primeiro álbum, batizado com o nome da nova música, que chega ao público no dia 17 de abril e já está em pré-venda. Veja o clipe com a nova música, a capa e o nome das músicas do disco de estreia da dupla abaixo: Continue

Trent Reznor retomou a turnê de seu Nine Inch Nails nessa quinta-feira, em Nova Orleans, nos EUA, e brindou os fãs com uma bela versão de “Stripped”, balada do Depeche Mode de seu quinto álbum, Black Celebration, tocada apenas ao piano. Será que ninguém vai trazer o NIN pro Brasil?

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O produtor Clive Davis acaba de confirmar que Meryl Streep estará no elenco da cinebiografia sobre Joni Mitchell que está sendo dirigida por Cameron Crowe, jornalista que tornou-se diretor de filmes como Singles, Quase Famosos, Jerry McGuire e Vaniilla Sky. A notícia corrobora o rumor que havia iniciado no ano passado que Streep viveria Joni mais velha enquanto possivelmente Anya Taylor-Joy (da série O Gambito da Rainha e de filmes como A Bruxa e Duna: Parte 2) faria Joni mais nova. Mas venho publicar novamente o trecho de uma entrevista com Amanda Seyfried no ano passado em que ela canta lindamente “California” da Joni enquanto toca um dulcimer. Meryl Streep já deu inúmeras provas que canta e muito (meu momento favorito é o final do ótimo Lembranças de Hollywood, de 1990, do grande Mike Nichols), mas a única lembrança que tenho de Anya cantando (quando ela canta “Downtown” no irregular Noite Passada em Soho, que Edgar Wright lançou em 2021) não chega nem aos pés do que Amanda faz nesse trecho do vídeo. Não sou fã desse tipo de filme, mas sempre ajuda mais gente descobrir nomes clássicos, então que façam direitinho.

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“Nessa mesma casa de shows, Prince começou sua Revolution, agora é a nossa vez”, disse o guitarrista Tom Morello na sexta–feira passada, ao começar seu show dentro do festival Defend Minnesota ,que foi realizado no First Avenue, em Mineápolis, nos EUA, quando anunciou que iria cantar um velho hino de guerra, pedindo para o público cantar junto antes de cair no maior hit de sua antiga banda, o Rage Against the Machine. Que momento!

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E vocês viram que teve Tim Maia no Grammy? Não, o síndico não ganhou nenhum troféu na cerimônia que aconteceu domingo passados em Los Angeles, mas repara na música que toca quando é anunciado o vencedor do prêmio de melhor trilha sonora? É isso aí, “Descobridor dos Sete Mares”, top 1 em qualquer festa de ~brasilidades~ por aqui marcou sua presença na premiação da indústria fotográfica dos EUA. Demorou pra descobrirem o Síndico, né?

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Pulp ♥ Abba

Quem gosta de Abba e de Pulp já deve ter percebido que o trabalho das duas bandas, apesar de não parecer, pertencem a um mesmo universo musical. Então imagine a possibilidade de ver o Pulp tocando Abba à frente de uma orquestra? Foi isso que a BBC pensou ao chamar a banda liderada por Jarvis Cocker para tocar em seu clássico estúdio Maida Vale, acompanhados pela orquestra da própria emissora inglesa. O melhor foi que Jarvis preferiu uma música pouco manjada do quarteto sueco para a apresentação, “The Day Before You Came”, de 1982. Olha isso…

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Bruce Springsteen vem se tornando uma das principais vozes da classe artística estadunidense contra o regime que Donald Trump baixou em seu país, chegando ao cúmulo de ter sua milícia particular assassinando pessoas inocentes, especialmente na cidade de Mineápolis, que tornou-se o epicentro dessa nova tragédia nos EUA. E depois de esbravejar em shows e entrevistas, ele resolveu eternizar essa era de trevas em seu país em uma canção. “Streets Of Minneapolis” em que retoma o tom das canções de protesto à Bob Dylan para descrever o estado decrépito que seu país afunda em violência, mencionando por nome, tanto as vítimas fatais do governo norte-americano (Alex Pretti e Renee Good) quanto os patifes que orquestraram essa desordem, os palhaços de extrema-direita Stephen Miller (vice-chefe do gabinete de políticas públicas da Casa Branca), Kristi Noem (secretária de segurança interna) e, claro, o agente laranja que escangalha de vez os EUA, chamado por Bruce na música de “Rei Trump”. A capa do single não deixa meios-termos ao mostrar um protesto dos cidadãos daquela cidade contra a polícia particular de Trump.

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Jessie Ware abre seu 2026 dando mais um passo rumo ao topo do estrelato ao anunciar seu sexto álbum, Superbloom, para o início de abril. Vindo de uma sequência magistral de discos (de Glasshouse de 2017 ao What’s Your Pleasure? de 2020 e That! Feels! Good! de 2023), ela parece também estar distanciando-se da pista de dança rumo a um platô pop que, temo, possa fazê-la perder seu charme e sua ousadia musical – um pequeno declive que, por exemplo, transformou o instigado disco de 2020 (uma interrogação) em um extasiado novo capítulo (uma exclamação) três anos depois. O próprio fato do single que anuncia o novo álbum se chamar “I Could Get Used To This” (e seu clipe opulento, veja abaixo) funciona como termômetro dessa transformação, que a veem falando de Grace Jones, Barbra Streisand e Whitney Houston como inspirações. Tomara que ela mantenha a verve anterior.

Assista ao clipe de “I Could Get Used To This” abaixo: Continue

Veio o Sugar!

Como previsto, o Sugar anunciou oficialmente a volta às atividades para além do par de shows e do single que soltaram no ano passado. Quem puxa as atividades de 2026 é o single “Long Live Love” (veja o clipe abaixo), que seu compositor, o líder da banda e fundador do seminal Hüsker Dü, Bob Mould, desenterrou da época em que morou em Washington, capital dos EUA, em 2007, e que reflete a fase DJ que ele atravessava. Bob inclusive menciona a semelhança da canção com um dos seus discos favoritos da vida, o segundo do Garbage (!). Além do novo single (que será vendido como um compacto junto com a música que lançaram ano passado, “House Of Dead Memories”), o grupo também anunciou dezenas de shows durante o ano começando por Nova York, nos EUA, no início de maio para depois fazer Europa até junho e retomar a turnê pelos Estados Unidos entre agosto, setembro e outubro. E nada de América Latina, Oceania ou Ásia por enquanto. Fora que veio mais um single, vieram (muito) mais shows, mas o disco ainda está por vir… Esperamos. Continue