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Clipe novo do nosso amigo Chaz Bundick, que combina bem com esse verão de mentira que está rolando esse ano…

Eis a capa de The 20/20 Experience, que Justin Timberlake twittou na noite desta quarta-feira.

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O disco está agendado para sair no dia 19 de março (ou seja, vaza lá pelo fim de fevereiro) e já tem um primeiro clipe rodando, com “Suit & Tie”, em que Justin divide os vocais com Jay-Z, que já havia sido anunciada logo no início do ano.

E no site ele chama o novo disco de “o disco preto e branco”… E olha os nomes das faixas:

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Outro titã do jazz que se vai.

O trompetista, que começou no Art Blakey’s Jazz Messengers nos anos 50 e tocou com gigantes como John Coltrane, Sonny Rollins, Thelonious Monk Herbie Hancock e Eric Dolphy, entre outros, foi para além do jazz quando criou seu grupo Blackbyrds, que fez a ponte do gênero com o funk e a black music do começo dos anos 70.

Décadas depois, foi descoberto anos mais tarde por diferentes gerações do hip hop, que o acolheu em samples, a princípio pela geração do jazz rap (Us3 e o Jazzmatazz) e depois por outros notáveis contemporâneos como Pharcyde, Nas, Organized Konfusion, Madlib e J Dilla, este último, talvez o produtor do gênero que mais tenha sido influenciado por Byrd.

A notícia de sua passagem já circulava desde o início da semana e foi confirmada nesta quinta-feira por seu sobrinho Alex Bugnon, via Facebook, que admitiu que o tio, de 80 anos, havia morrido nesta segunda-feira, 4, em Delaware, onde vivia.

Tá explicado, veja lá embaixo!

vereador-zumbi

Mas… Mas…

Aos 35 segundos…

Ahahahaha, parece armado! Dica do Gui! Valeu!

austin-powers

Se alguém te contasse essa história, você diria que era mentira…

Kavinsky de volta

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Autor da faixa-símbolo dos tais vintage 80s (que já escrevi aqui mais de uma vez, inclusive na resenha sobre o Drive), o francês Vincent Belorgey, o Kavinsky, volta com outro disco com aquela cara de disco music dos filmes de John Carpenter (Outrun, inclusive, diz-se a trilha sonora de um filme B imaginário dos anos 80). Abaixo dá pra ver o clipe da primeira faixa do disco novo a ser divulgada, “Protovision”, e ouvir trechos do disco, que parece conversar bastante com o recém-falecido gênero maximal:

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E o Move That Jukebox está confirmando a vinda de Daniel Johnston para a América do Sul, com passagem pelo Brasil, no início de março. Demais, hein!

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Obra crucial para compreender a importância de Johnston, o documentário The Devil and Daniel Johnston, de Jeff Feuerzeig, está na íntegra na internet e pode ser visto abaixo:

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Four Tet + Grimes

Grimes

No início do ano, Kieran Hebden, o Four Tet, participou de um programa da Rinse FM inglesa e no meio de seu set tirou o que parecia ser um remix para “Skin”, da Grimes. Dias depois ele avisou no Twitter que não era beeeem um remix e sim apenas utilizou trechos do vocal da menina em cima de uma base que estava desenvolvendo. O resultado segue abaixo e ficou bem jóia – o que pode ser uma deixa perfeita para um remix de fato.

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rafucko-aljazeera

E o primeiro vídeo do Brazil Without Makeup já conseguiu repercussão no exterior. Tá certo que é na Al-Jazeera, mas começa assim, veja abaixo…

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phil-spector-pacino

Finalmente vamos ver a tão aguardada cinebiografia de um dos maiores nomes da música moderna vivido por um dos titãs da dramaturgia cinematográfica. Phil Spector inventou o chamado “wall of sound” ao comprimir uma orquestra inteira em um canal para contrapor a estrutura básica da canção pop e, com isso, elevou seus hits a um patamar de excelência inexistente no universo do rádio de seu tempo (uma espécie de internet do meio do século passado). Com isso, reinventou o papel do produtor musical, transformando o supervisor técnico de áudio do estúdio em uma espécie de diretor da sessão de gravação, sua assinatura reverberada como uma grife. Não à toa seus hits daquele tempo reverberam até hoje – “Be My Baby”, “You’ve Lost That Loving Feeling”, “Spanish Harlem”, “Then He Kissed Me” e “Unchained Melody” são clássicos modernos que pavimentaram o caminho tanto para a ascensão dos Beatles quanto para a consolidação do modus operandi do Brill Building e da Motown.

Não bastasse tudo isso, Spector ainda é instrumental no final dos Beatles, quando produz o póstumo Let it Be (sendo o único produtor dos Beatles nos discos oficiais além de George Martin) e grava os melhores discos solo de John Lennon e George Harrison. Acha pouco? Produziu End of the Century, dos Ramones, e “River Deep Mountain High”, ápice da carreira do casal Ike e Tina Turner. O problema é que esse gênio das gravações era um psicopata ditador obcecado por armas e disposto a ir até o fim, em qualquer situação. Assim, Phil Spector, o filme, mira seu roteiro no histórico criminal do produtor, interpretado por um escandaloso Al Pacino, e em sua relação com sua advogada de defesa, vivida por Helen Mirren. Não bastasse tudo isso (além da chancela HBO), o filme ainda é dirigido e escrito pelo David Mamet, um dos autores mais teatrais de Hollywood atualmente. Eis o trailer, abaixo:

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