
Pela segunda vez, Jack White traz sua filha Scarlett White para dividir o palco com ele, tocando baixo. A primeira vez foi em fevereiro do ano passado, quando a jovem de 19 anos subiu para tocar com o pai no Irving Plaza, em Nova York. Neste sábado, mais uma vez na mesma cidade em que ela reside, o guitarrista chamou-a para dividir três canções (“Cannon”, “John the Revelator” e “Black Math”) em sua apresentação no Brooklyn Paramount. Scarlett já tinha inclusive participado de duas faixas do disco que White lançou em 2024, No Name. Resta saber quando ouviremos as próprias músicas da filha do fundador dos White Stripes, mas isso é questão de tempo…
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Pode ter sido só para esse show-relâmpago que Charli XCX puxou de surpresa nesta sexta-feira e que quando ela levar seu Music Fashion Film para palcos maiores tudo mude de figura. Mas ao mostrar pela primeira vez as novas canções ao vivo no Music Hall do Brooklyn, em Nova York (um lugar um pouco maior do que o La Iglesia, em Pinheiros, e menor que o Fabrique, na Barra Funda), ela preferiu manter o clima intimista com o volume no talo – e com guitarras em primeiro plano, dando a tônica de como deverão ser seus próximos shows. Com figurino escuro e visuais espartanos (luzes brancas e muita sombra) como na capa do novo álbum, a apresentação com cara de sala de estar (sofás, poltronas e tapetes – além de convidados espalhados pelo palco) e ótimas participações surpresa, que ela já tinha soltado o spoiler em suas redes sociais – e, aos poucos, foi chamando-as ao palco. Primeiro Underscores, que vai abrir sua próxima turnê, dividindo sua “Music” com a dona da festa, seguida de Kim Petras, com quem Charli cantou sua “Jeep”, e concluindo com a aparição da nossa querida Clairo, dividindo sua “Sofia”. No resto do repertório, apenas uma música do disco Brat (“Apple”) e vários do novo álbum, incluindo alguns lados B dos primeiros singles, marcando a estreia ao vivo “Playboy Bunny”, “SS26”, “Camera” (que provavelmente é o próximo single e pode ser ouvida pela primeira vez na íntegra), “Wink Wink” e “Rock Music”, além da inédita “Take Away the Music”, que, como não está na ordem das faixas do disco original, deve ser o lado B de “Camera”, que deve surgir em breve. Além destas, ela abriu espaço para um disco que torna-se cada vez mais importante em sua carreira, o pandêmico How I’m Feeling Now, que veio representado por “Anthems”, “Pink Diamond” e “Party 4 U”, cimentando ainda mais a base desta sua nova década. Eu bem que fiquei esperando uma aparição do Cronenberg, mas acho que ela deve guardar um momento específico para esta surpresa, afinal de contas… é o Cronenberg. Na próxima terça, ela repete o show pequeno no Scala de Londres, último show antes de ela encarar a série de quatro festivais com os quais abre sua nova turnê: primeiro nos EUA, tocando primeiro no Lollapalooza de Chicago e depois no Outside Lands de São Francisco, para depois ir para seu país, quando toca nos festivais ingleses de Reading e Leeds em agosto, antes de começar efetivamente a turnê de seu disco novo em setembro. Temos muita Charli ainda esse ano…
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Dói o coração! Rod Stewart, acompanhado do maestro pop Jools Holland, celebrou a memória da musa galesa Bonnie Tyler em um evento fechado que realizado na quinta passada num hotel de luxo na cidade de Auchterarder, na Escócia, ao lembrá-la cantando um de seus maiores hits, “It’s A Heartache”. Ela partiu cedo demais💔…
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Fiona Apple, que não está nas redes sociais, pediu pra uma amiga publicar um vídeo pra dar notícias, dizer que ela tá tentando escrever sobre o momento que estamos vivendo, mas que a “barreira infinita de horrores” sobre a qual quer falar também é a mesma que a impede de ser mais criativa – e avisa que, quando puder, terá novidades vindo aí.
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É longo e vale ver inteiro o depoimento emocionado da grande Fabiana Cozza sobre o encontro com sua mestra Alcione na abertura da exposição Com Amor, Alcione, idealizada pelo Centro Cultural Vale Maranhão e aberta nesta quarta-feira no Museu das Favelas de São Paulo. Ao cantar com uma de suas maiores inspirações, Cozza voltou a publicar um vídeo reforçando a importância daquele momento, em que pode ultrapassar diversas questões atuais para reforçar sua paixão pela música e pela identidade cultural brasileira. Depois do depoimento dá pra ver trechos do encontro, tanto das duas cantando juntas quanto de Fabiana declarando sua admiração à sua luz artística. Bonito demais. A exposição segue no Museu até o dia 6 de dezembro.
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Eis que Negro Leo reaparece em dose dupla. Primeiro quando o selo inglês Hive Mind anuncia uma coletânea – em um disco duplo! – de sua carreira chamada de White Elephant, que reúne vinte e sete (!) faixas de treze lançamentos diferentes feitos pelo bardo do absurdo (ou “cosmic joker”, como os gringos preferem chamar) entre 2012 e 2024, em parceria com o incansável selo carioca Quintavant. E depois ele acaba de anunciar o lançamento do filme que fez em parceria com outro ás, este das câmeras, Gregorio Gananian (que fez Inaudito, sobre o lendário guitarrista Lanny Gordin). Aquele Que Viu o Abismo, a distopia brasileira que ganhou o prêmio de Melhor Filme na Mostra Olhos Livres da 27ª Mostra de Cinema de Tiradentes, tem sua estreia marcada para o fim deste mês, dia 30 de julho, nos cinemas brasileiros. Veja o cartaz e um teaser do filme abaixo: Continue

Esquentando ainda mais o clima antes do lançamento de seu vigésimo quinto álbum de estúdio, Foreign Tongues, dois dos três Rolling Stones fizeram uma aparição surpresa nesta quarta-feira em Londres, na Inglaterra, quando Mick Jagger e Ronnie Wood tocaram para um público bem pequeno no St. Clement Hotel acompanhados do tecladista Matt Clifford, que toca em turnês com o grupo desde 1989. Foram apenas três canções, dois clássicos (“Dead Flowers” e “You Can’t Always Get What You Want”) e a inédita “Ringing Hollow” e depois da apresentação o grupo saudou a capital britânica com um show de drones no céu. Não foi dada nenhuma explicação sobre a ausência de Keith Richards no evento.
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“De onde vem a atitude essencial que define a banda? Qual a razão que torna possível essa visão tão aguçada e tão permanentemente alerta? Alguns apontam a cidade base do grupo como o cenário de influência: é o quartel-general, metrópole/província; esconderijo. Brasília. A capital tão desconhecida de tantos brasileiros e tão familiar aos quatro rudes plebeus: a elite soberana, o poder exposto, os disfarces aceitos, a miséria e a intuição.” Assim Renato Russo apresentava, há quarenta anos, o primeiro registro oficial de uma das principais bandas de sua geração e um dos marcos da produção fonográfica brasiliense, o disco O Concreto Já Rachou da Plebe Rude, que comemora este aniversário em grande estilo. A banda reuniu-se com o produtor do disco, o paralama Herbert Vianna, para recriar sua música mais memorável, o hit “Até Quando Esperar?”, cuja regravação também contou com a presença do músico Jaque Morelenbaum, que gravou o marcante violoncelo da versão original. A nova versão vem junto com uma reedição do disco em vinil que ainda traz um compacto com quatro de suas músicas em versão demo (“Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)”, “Proteção”, “Minha Renda” e “Sexo e Karatê”, provavelmente versões que já circulam no YouTube – veja abaixo), além de um faixa a faixa em vídeo com dois dos integrantes fundadores que seguem tocando a banda, o guitarrista Philippe Seabra e o baixista André “X” Mueller, que deve ser disponibilizado em breve. A banda, que ainda conta com Clemente Nascimento na atual formação (fundador de outra banda clássica do punk brasileiro, os Inocentes), além do baterista Marcelo Capucci, deve fazer shows comemorando o aniversário do disco, uma obra-prima do rock brasiliense.
Assista à nova versão de “Até Quando Esperar” abaixo, além de ver como ficou a nova versão do disco em vinil e alguns vídeos com as demo da Plebe Rude naquele período: Continue

Há eras sem lançar discos (depois do excelente Phantom Island, um dos melhores discos do ano passado), o grupo King Gizzard & the Lizard Wizard teve um ano agitado desde o último lançamento, entre shows com orquestras, tirar suas músicas do Spotify e começar a fazer apresentações eletrônicas pra dançar que mais pareciam raves que shows. E essa tendência parece que é a pauta do novo álbum, que acabam de anunciar. Alien Metal é o vigésimo oitavo disco do grupo australiano, que sairá ainda no meio deste ano e tem seus caminhos abertos pelo single “Level 5”, que além de confirmar a presença massiva de sintetizadores também vem com um clipe em que uma autópsia alienígena conduzida por uma espécie de seita conecta a entidade em equipamentos eletrônicos. O novo disco vem junto com o anúncio de seu evento anual Field of Vision, acampamento de três dias no Colorado, nos EUA, que acontece entre os dias 14 e 16 de agosto e conta com artistas como Die Spitz, Angine de Poitrine, Folk Bitch Trio, Jello Biafra, Space Moth, Acid Yoga e outros menos conhecidos, além de shows diários da banda anfitriã. E junto com esse evento, o grupo também anunciou uma passagem por Nova York em que farão três shows no Forest Hills Stadium entre os dias 20 e 22 do mesmo mês, sendo que o terceiro é um de seus infames shows-rave (ingressos à venda pelo site da banda). Vai ser quente!
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Charli XCX acaba de revelar a lista com o nome das músicas de seu novo álbum e entre títulos como “Card Declined”, “2007”, “Persona” e “Yeah”, destaca-se a faixa de encerramento do álbum, “No One Last Forever”, que conta com a participação de ninguém menos que DAVID CRONENBERG. Quem acompanha o trabalho da Charli sabe o quanto ela é fã do sujeito, mas convidá-lo para participar de uma música foi um golpe ainda mais genial do que colocar John Cale, Marc Jacobs e Martin Scorsese numa mesma cozinha pra ilustrar um disco chamado Music Fashion Film. E ela ainda deixou escapulir um trecho de mais uma música nova, chamada de “Camera”, e avisou que nesta quarta tem mais uma novidade vindo aí… Provavelmente o lançamento de mais um single (justamente este que ela mostrou o trecho), que funcionaria como faixa dedicada ao pilar Filme, como “Rock Music” tinha sido sobre música e “SS26” sobre moda. Eu tinha dito…
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