Separei lá no meu blog no UOL uns vídeos com o elenco infantil de Stranger Things que mostram que eles têm futuro na música pop.
Angel Olsen deixa o folk de lado e põe as garras pra fora em seu disco My Woman, que será lançado na semana que vem – dá uma sacada nos apertivos que ela já liberou, em especial minha faixa favorita, “Shut Up Kiss Me”:
“Intern”
“Sister”
“Shut Up Kiss Me”
Forte candidato a um dos discos de 2016.
Mais um pouco do disco novo do Metronomy, Summer 08, desta vez pelo ponto de vista francês Blogothèque, que pôs o dono da banda Joe Mount e a baterista Anna Prior na área de desembarque do aeroporto Charles De Gaulle em Paris para puxar o som para uma coreografia digna de um clipe dos Chemical Brothers.
E esse disco do Metronomy tá bom…
Vai melhorando, melhorando…
E putaqueopariu “Pink + White”.
Sensacional essa apresentação dos Mutantes cantando “Caminhante Noturno” apenas como um trio, em 1969, no Teatro Villaret, em Lisboa, em Portugal.
O primeiro Spotify Talks, série de encontros e conversas sobre música que inventei de fazer com o pessoal do Spotify, aconteceu nesta terça-feira e reuniu alguns dos principais nomes da atual música brasileira. Aproveitei a reunião de Mahmundi, Lucas Santtana, Céu e Emicida para conversar sobre o início de suas carreiras, que começou neste momento estranho da indústria fonográfica, em que o modus operandi convencional – o que chamamos de mainstream – desmorou, implodindo em nichos cada vez mais populosos, em que cada artista pode experimentar tanto na composição e gravação de seus trabalhos, quanto em sua apresentação e divulgação. A íntegra da conversa deve pintar em algum dia desses por aqui, mas o pessoal do Update or Die acompanhou o debate e escreveu sobre o encontro, além de fazer estes vídeos abaixo com os participantes sobre o que é o mainstream neste início de século.
Fala Céu:
Emicida:
Emicida
Lucas:
Santtana
Mahmundi:
O próximo Spotify Tracks acontece no mês que vem e assim que tivermos fechada a programação eu anuncio aqui.
Conhecido pelo bordão de seu arquetípico antiprograma de TV Comando da Madrugada (“Vem comigo!”), Goulart de Andrade ensinou a mais de uma geração o que era comunicação experimental, como é que dava pra tirar leite de pedra dos assuntos mais improváveis, que jornalismo pode ser entretenimento sem deixar de ser jornalismo (e vice-versa), que nenhum assunto é tabu e que o submundo é muito maior do que a vida que aparece na TV. Um mestre que viveu a vida intensamente e soube aproveitar das brechas para passar lições e revelar talentos – e que nos deixa mais cedo que esperávamos. Pude participar de um longo papo com o velho Goulart no Resfest de 2007 (valeu Clarice e Farinha!), quando o entrevistei ao lado do Tas. Felizmente há registros da conversa, feita pela querida Alê Marder. São apenas poucos minutos do papo, mas servem para mostrar sua importância, que ainda não foi medida.
Que tal mais um show da incrível turnê que o Radiohead tem feito esse ano? Esse aconteceu no festival Outside Lands, que rolou no Golden Gate Park, em São Francisco, nos EUA, no dia 6 deste mês.
Bem que podiam trazer os caras pro Brasil… Olha o setlist:
“Burn the Witch”
“Daydreaming”
“Ful Stop”
“2 + 2 = 5”
“Bodysnatchers”
“Climbing Up the Walls”
“Exit Music (for a Film)”
“Bloom”
“Lotus Flower”
“Pyramid Song”
“Identikit”
“The Numbers”
“The Gloaming”
“Weird Fishes/Arpeggi”
“Everything in Its Right Place”
“Idioteque”
“There There”
Bis
“Let Down”
“Present Tense”
“Nude”
“Paranoid Android”
“Karma Police”
E o papa do rock gaúcho Frank Jorge lança seu quarto disco solo esta semana – e já disponibilizou online a faixa “Não é Tão Real”, que abre o disco, batizado de Escorrega Mil Vai Três Sobra Sete.
Essa é a capa do disco:
Ele explica o título ao mesmo tempo em que fala do conceito do novo álbum: “Tinha uma expressão meio anos 70, meio hippie no Rio Grande do Sul, que era ‘escorrega mil pra eu comprar um pastel e uma pepsi’… Meus irmãos mais velhos iam a Uruguaiana e diziam que o pessoal falava isto por lá, tipo, ‘consegue uma grana pra um lanche’. O Didi Mocó por vezes fazia uns cálculos malucos nos sketches dos Trapalhões e soava algo como este título, uma frase como uma equação matemática nonsense”, explica. “Nas voltas dos shows, na van, desde tempos da Graforreia, íamos fazer borderô com o cache e eu também usava esta frase e como o disco é mais focado no rock e tem um tom um pouco mais serio de um modo geral, trouxe esta frase que tem certa jocosidade, galhofa, pra fazer um contraponto e gerar possibilidades de interpretação, acionamentos… Curto uns bordões, neologismos… Os outros títulos dos meus discos e da Graforreia têm um pouco deste modus criandi” O disco será lançado nessa sexta, pelo Selo 180.
Sensacional esse mashup das cenas dos trailers do Rogue One que fizeram ao som de “Sabotage”, dos Beastie Boys – vê lá no meu blog no UOL.










