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Que momento! Nick Cave encerrava sua apresentação na O2 Arena neste sábado, em Londres, quando, no finzinho de “Push the Sky Away” viu o líder do Primal Scream na plateia e não titubeou: “Bobby Gillespie! Fuck, man!”, disse ao reconhece-lo e passar o microfone.

Aqui, de outro ângulo:

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E Russo Passapusso e Beto Barreto, do BaianaSystem, participaram do show da Pitty que rolou neste sábado no Mada, em Natal, com direito até a citar “Eu Sou Negão”, um dos hinos da música baiana, composto pelo mítico Jerônimo.

Como a própria Pitty comenta no final do vídeo: de-mais!

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Mais um clipe gravado no CCSP, desta vez de “Boca Cheia” que o Curuma cantou ao lado da Indee Style no segundo show que fez na Adoniran Barbosa, em agosto.

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Um hit dos Talking Heads e vários spoilers da terceira temporada de Twin Peaks.

Obrigado a quem misturou os dois. Dica da Ana.

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Mais uma música da feliz parceria entre Kurt Vile e Courtney Barnett, “Continental Breakfast” celebra a amizade intercontinental dos dois.

O disco sai no mês que vem e já está em pré-venda.

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A sensação que o Acrílico de Nina Becker é coisa séria já havia se materializado no primeiro single, “Voo Rasante” – e essa sensação torna-se palpável no segundo single, “Despertador”, que ela lança em primeira mão no Trabalho Sujo. “‘Despertador’ é a única canção do disco que traz uma referencia mais direta à ideia de bossa-jazz e eu desejava que em algum momento isso aparecesse deliberadamente nesse disco”, ela explica sobre a nova canção e sobre o conceito do álbum. “Estávamos em Buenos Aires com a Orquestra Imperial e convidei o Kassin para fazer uma música no nosso dia de folga. Demorei para chegar no lugar onde havíamos combinado e quando cheguei a melodia já estava pronta, com a colaboração do Pedro Sá.”

“Despertador” reflete essa atmosfera cinquentista que Nina quis puxar para o disco, trazendo à tona a cultura transformadora do Brasil nos anos 50, da poesia concreta, da concepção arquitetônica de Brasília, de um novo cinema e da bossa nova. “A ideia de fazer o Acrílico surgiu quando fiz uma trilha em que me pediram para compor uma bossa-jazz contemporânea. Para essa gravação tive a oportunidade de montar uma banda com contrabaixo acústico, piano, bateria e guitarra e fiquei maravilhada com essa experiência. Estava prestes a começar a produção de outro disco, mas mudei meus planos, porque eu precisava fazer um álbum inteiro explorando a sonoridade dessa formação. Um trio com uma guitarra acoplada, trabalhando com linhas sobrepostas de piano”, explica a cantora. Essa sensação é traduzida também visualmente na estética do disco, como podemos ver nas fotos de divulgação e na capa de Acrílico, também mostrada em primeira mão para o Trabalho Sujo.

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“Segui com a ideia da bossa-jazz como uma projeção luminosa que banhasse o ambiente das novas canções que vinham surgindo. Uma luminosidade mais opaca ou mais translúcida conforme a natureza de cada uma. Quando já estava no meio do processo de formação de repertório, percebi que nenhuma das canções já compostas para o disco se apresentava naturalmente como uma bossa nova, estilo através do qual eu comecei a aprender a tocar violão, estudar música e cantar e que de alguma forma costuma aparecer nos meus trabalhos de forma difusa. Deixei de lado a preocupação que sempre tive com o anacronismo estilístico e mergulhei no conforto da minha cama macia, onde dedilhava meus primeiros ‘acordes-aranha’.”, ela continua.

Nina comenta sobre a letra de “Despertador”: “Ela fala do dia a dia como algo bonito e necessário de se viver plenamente em uma época em que tudo converge para a exposição midiática de uma vida idealizada, com um ritmo imposto por máquinas e gadgets eletrônicos, que atropela pequenas e preciosas coisas do cotidiano e faz com que passem despercebidas. A letra também coloca a ideia do amor como um filtro de proteção da alma pra barra pesada geral que estamos vivendo. Mas a crítica vem de uma forma leve, sem rancor, porque ‘Despertador’ é para ser uma música-abraço, aconchegante, ensolarada, no meio de tanto breu.”

O disco será lançado no mês que vem com shows na Casa Natural Musical (dia 19 de outubro), em São Paulo, e no Teatro Ipanema (dia 8 de novembro) no Rio.

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O Depeche Mode vem homenageando David Bowie em sua atual turnê pelos Estados Unidos ao revisitar o clássico hino “Heroes”, que completa 40 anos em 2017, e aproveitou a proximidade do aniversário da canção para registrar sua versão em estúdio.

Ficou demais. E não custa lembrar que ano que vem tem Depeche Mode no Brasil.

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Em turnê pelo Reino Unido com seu ótimo Sleep Well Beast, o grupo The National resolveu homenagear os fãs de Manchester ao tocar uma música de seus conterrâneos ao vivo, escolhendo “Love Vigilantes” do New Order para abrir o bis do show do dia 23.

Merecia uma versão em estúdio (e a foto, tirada do Facebook da banda, é do show do dia anterior).

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Angel Olsen aproveita o fim do ciclo de seu excelente My Woman, um dos melhores discos do ano passado, para fazer um apanhado de suas gravações que não chegaram ao disco. A coletânea Phases (da capa acima), que será lançada no início de novembro e já está em pré-venda, reúne, portanto, uma série de lados B de singles, raridades e demos que cobrem os sete primeiros anos de sua carreira fonográfica. entre elas a inédita “Special”, de raro groove hipnótico indie, que deve ter ficado de fora de My Woman devido aos seus extensos sete minutos (porque é uma musicaça!):

Ela também adiantou as outras faixas do disco (que você vê abaixo), entre elas o hino anti-Trump “Fly On Your Wall”:

“Fly On Your Wall”
“Special”
“Only You”
“All Right Now”
“Sans”
“Sweet Dreams”
“California”
“Tougher Than the Rest”
“For You”
“How Many Dreams”
“May as Well”
“Endless Road”

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Russo Passapusso não gostou que seu grupo não pode distribuir suas máscaras, marca registrada do BaianaSystem, durante o Rock in Rio, como gostaria – conversei com ele sobre isso como parte da cobertura que estou fazendo para o UOL no festival.