
Depois de incluir “Stairway to Heaven” em seu repertório (eles tocaram mais duas vezes depois do primeiro show desta turnê pelos EUA, numa delas emendaram com “Down by the River” do Neil Young), o Pavement segue passeando pelos clássicos e no show que fizeram em Cleveland, na quinta passada, além de tocar “Greenlander” ao vivo pela primeira vez desde 1992, também fizeram uma jam no final de “Half a Canyon” que desembocou em “Lucifer Sam”, do primeiro disco do Pink Floyd, quando a banda ainda era abençoada por seu fundador Syd Barrett. Pelo visto é uma fase “Pavement toca os clássicos” – que continue assim!
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Justin Vernon, cujos fãs conhecem melhor por Bon Iver, já fez algumas apresentações cantando o repertório de Bob Dylan – e fazendo trocadilhos com seu nome artístico e o do velho Zimmerman. A nova aparição aconteceu nessa sexta-feira no volta do festival Eaux Claires, na cidade de Eau Claire, em Wiscosin, nos EUA, criado por Aaron Dessner do The National e que ressuscitou depois de um hiato de oito anos. Vernon já ia tocar seu próprio show no festival, mas devido à vaga deixada por Kevin Morby (que suspendeu seu show no festival pois acabou de ser pai e voltou para ver sua criança com Katie Crutchfield, mais conhecida como Waxahatchee), ele acabou encarnando o mestre da música norte-americana puxando um repertório de clássicos e canções menos conhecidas dos anos 60 e 70, usando o infame nome de Bon Dylan (ele também já usou Bob Iver) para cantar “Don’t Think Twice, It’s All Right”, “The Man In Me”, “Tangled Up In Blue”, “Lay Lady Lay”, “All Along The Watchtower” e “Knockin’ On Heaven’s Door”, que encerrou a apresentação. Felizmente um intrépido fã filmou toda apresentação ,que você pode conferir abaixo (bem como a íntegra do setlist da noite).
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A dupla Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro teve sua participação no programa Cultura Livre exibida neste sábado e Roberta Martinelli pode mostrar para todos em seu programa uma música inédita da dupla, a ótima “Quase 30”. E quase contemporâneo da apresentadora (51 aqui), faço dela minhas palavras sobre a letra da música nova. E alguém aí falou em Handycam 2?
Assista abaixo a íntegra do programa e a tal faixa-bônus: Continue

A carioca Raquel Dimantas abriu os trabalhos para seu segundo álbum (Cosmo Dorme, que será lançado no fim deste mês) com a fofa “Meu Bebê”, que fez ao lado dos compadres Guilherme Lirio, Marcelo Callado e Jonas Sá. Mas essa versão que ela publicou em seu Instagram transformando a vibe jovem guarda da canção numa balada ao violão ao redor de uma fogueira ao lado de sua irmã Tontom (saudades, Tontom!) ficou linda!
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Imagine você estar num show de uma banda paralela do vocalista do Green Day e ele chama o vocalista do Iron Maiden para cantar uma música de David Bowie… Foi isso que aconteceu nesta quinta-feira, quando a banda que Billie Joe Armstrong inventou em 2018 para tocar suas músicas favoritas (os Coverups) passou pelo Hard Rock Hotel em San Diego, na Califórnia, e, entre versões para músicas dos Ramones, Clash, Soul Asylum, Pretenders, Buzzcocks, Go-Go’s, Strokes, Nirvana e Bryan Adams, convocou o improvável convidado Bruce Dickinson para cantar uma versão para o hino glam “All the Young Dudes”. E ficou bem bom, diz ai…
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Antes de lançar seu Music Fashion Film nesta sexta-feira, Charli XCX realizou duas rodadas de sessões de audição para seu novo álbum que fugiram da fórmula convencional do formato, ao transformar o filme em um vídeo-álbum que, ao mesmo tempo dava a possibilidade de seus fãs ouvirem o disco antes do lançamento com imagens registradas por amigos da cantora inglesa e posteriormente montado e dirigido por ela, também trazia uma introdução para o vídeo de cada nova canção, dando um mínimo de contexto para cada uma das 11 faixas. E no mesmo dia em que ela lança o álbum, ela coloca esse mesmo filme que foi exibido apenas em sessões com público contado na íntegra no YouTube. Assista abaixo: Continue

Quando Fernanda Abreu mostrou seu documentário sobre o seu disco Da Lata, que comemorou 30 anos no ano passado, na edição 2026 do festival In Edit, aproveitei a oportunidade pra bater um papo com ela em mais uma colaboração com o Toca UOL sobre o filme que acabou indo para outros lugares, quando falamos sobre a situação do Brasil nos últimos 30 anos, como ela gere a própria carreira, seu próprio legado fonográfico e uma curiosidade em relação a como usar inteligência artificial ao produzir música nova. A captação da entrevista foi feita pela Rafa Fernán, em mais uma parceria comigo. íntegra do papo segue abaixo: Continue

Jack White está em plena turnê de lançamento de seu recém-lançado Frozen Charlotte e ao passar por Chicago, nos EUA, na mesma época em que os Black Crowes tocavam na região, convidou o vocalista do grupo Chris Robinson para participar de seu show, quando dividiram, classicamente, a ótima “I’m a Mover”, que o grupo inglês Free gravou em seu disco Tons of Sobs, lançado em 1968. E é impressionante como os dois, mesmo com dez anos de diferença e pertencentes a gerações distintas do rock de seu país, parecem ter saído da cena inglesa da virada dos anos 60 para os 70. E se você lembrar que em sua turnê atual os Black Crowes vêm temperando seu setlist com clássicos deste período – como “Oh! Sweet Nuthin'” (do Velvet Underground), Everybody Knows This Is Nowhere” (do Neil Young), “Three Button Hand Me Down” (dos Faces), “She” (do Gram Parsons), “Feelin’ Alright?” (do Traffic), “Hard to Handle” (do Otis Redding), “Torn and Frayed”, “Bitch”, “Dancing With Mr. D” e “You Got the Silver” (todas estas dos Stones), entre outras – dá até vontade de imaginar uma turnê do grupo com Jack White como guitarrista convidado para tocar clássicos do rock, na mesma medida – só que apontando para outra geração – que os próprios Crowes fizeram com Jimmy Page em outubro de 1999. Só imagina…
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Anitta mergulhou fundo no Brasil em seu novo disco Equilibrivm – e mais fundo ainda na segunda parte do disco, que ela lançou essa semana. E se no primeiro volume, ela primou por inúmeras participações especiais com novos nomes da música brasileira (de Ebony a Luedji Luna, passando por Liniker, Os Garotin, Marina Sena, Rincon Sapiência, Melly, entre outros), na segunda parte ela engrossou ainda mais o caldo com convidados de peso como Maria Bethânia e Alceu Valença e outros novos nomes como Letícia Fialho e MC Tha. E pra encerrar o disco, ela sampleia nada menos nossa querida Alessandra Leão, colocando sua “Cabocla de Pena” na abertura da última faixa do disco, “Oke”, que ainda conta com a participação de artistas indígenas como o grupo Brô Mc’s e a cantora Katú Mirim, Um bom epílogo para um dos projetos mais ousados – e bem feitos – de uma das maiores artistas do Brasil.
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O Pulp passou pela América do Sul no mês passado sem dar a menor bola para o Brasil, mas ao divulgar o lançamento de seu novo documentário Pulp: What Do You Do for an Encore? pelo canal de streaming Mubi, logo lançou o trailer com legendas feitas pra gente ler. Sem anunciar data de lançamento, o documentário feito pelo velho colaborador da banda Garth Jennings estreia no dia 18 de setembro no Reino Unido, no dia 23 no Canadá e no dia 24 nos EUA. Por aqui, o título do filme foi (mal) traduzido como Pulp: Até Onde Você Vai Por um Bis?, o que levou fãs a responderem à pergunta da tradução mencionando que não é para o Brasil…
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