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Em mais uma reunião semanal do jornalismo-fumaça, chamo Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin para discutir a saída de Neil Young – o melhor ser humano vivo atualmente? – do Spotify e como isso se desdobra para o resto da cultura como um todo. Mas aproveitamos para falar sobre Starbucks no Brasil, produtos importados nos anos 80, os pintinhos pisados pelo KISS, aulas de baixo de reggae, a malhação do Judas no impeachment do Collor, Cansei de Ser Sexy no Glastonbury, tretas com o clube dos colecionadores de MSX, contratos assinados com sangue, um caixão pra ser destruído, a pronúncia original do latim, a música nova da Anitta, a escala Búzios, a quinta geração do rock, o arquivo da internet, o novo Fausto Silva, como só Rod Stewart, o disco soviético do Iron e, claro, NFT, além do Tomate ameaçar queimar pólvora no programa.

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E na primeira edição do meu programa sobre quadrinhos de 2022, converso com a gaúcha Samanta Flôor, que também ilustra e tatua, além de fazer HQs. Falamos sobre suas influências, sobre a forma como ela lida com as redes sociais, dicas para quem está querendo entrar nesse meio e como ela lidou com o período da pandemia, além de falar de sua recém-lançada newsletter.

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Finalmente Fernando Catatau lança seu primeiro disco solo. Gravado desde 2019 e batizado apenas com seu próprio nome, o álbum, que chega às plataformas de streaming na próxima sexta (e cujo pré-save já pode ser feito aqui), traz uma leva de novas canções que o distancia do universo sonoro da banda com a qual tocou nos últimos vinte anos, o Cidadão Instigado. Foi um processo lento que começou com as pazes com Fortaleza, o reconhecimento de uma nova cena local e um mergulho para dentro de si mesmo, como ele conta em mais uma edição do meu programa sobre música brasileira, Tudo Tanto.

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Foto: Dandara Azevedo

Depois de lançar seu primeiro disco solo, Apocalip Se, no meio do ano passado, o produtor, compositor e músico Zé Nigro segue mostrando composições e parcerias que derivaram daquele processo. A primeira delas, que será lançada nesta quinta, ele antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo: em “Cais”, ele convida a comadre Alessandra Leão para saudar Iemanjá. “Eu compus essa musica em parceria com Dandara Azevedo em 2019, e durante a pandemia, no processo de composição do álbum, comecei a finalizar ideias que estavam começadas mas não acabadas”, ele me explica por email. “‘Cais’ estava nesse processo e logo percebi que seria Alessandra Leão a voz que daria voz a composição. Assim, fizemos remotamente, ela gravando da casa dela, mas acabei não incluindo no álbum pois não cabia na história que estava querendo contar. Agora, ‘Cais’ e ‘Vozes’ são faixas adicionais que complementam o processo do meu primeiro álbum”, conclui, se referindo à faixa que lançará no próximo mês, uma colaboração com o rapper Hiran e a cantora baiana Livia Nery. Ouça a música abaixo. Continue


Foto: José de Holanda

“‘Laca Espanada’ é um início mas, na verdade, vem de um processo de muitos anos de depuração, tanto criativa quanto emocional”, me explica a cantora e compositora Mari Tavares, que lança seu primeiro single nesta quinta-feira e o antecipa em primeira mão aqui para o Trabalho Sujo. Produzido por Rodrigo Campos, “Laca Espanada” tem a participação de Romulo Fróes, Laura Lavieri e Ana Passarinho nos vocais de apoio e pode ser ouvido abaixo. Continue


Foto: Lou Alves

Projeto do cantor e compositor paulistano Lou Alves, o grupo Walfredo em Busca de Simbiose começa a mostrar Self, o disco sucessor de seu álbum de estreia, Maiúsculas Cósmicas, com o single “Manhã”, que ele antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo, bem como seu clipe. “Foram dois anos desde a composição e a produção do Self, e ‘Manhã’ foi uma das músicas que mais mexeu comigo durante todo o processo”, me explica Lou por email. “Ela simplesmente fluiu, e eu a escrevi em algumas horas. Lembro que não via a hora de lançar e mostrar essa track para as pessoas.“ Seguindo a linha psicodélica suave do primeiro disco, ela conversa com a abertura de horizontes deste período final (esperamos!) desta pandemia interminável.

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E nesta semana, no meu programa de entrevistas sobre música brasileira, converso com o baiano Giovani Cidreira, que estava preparando-se para lançar seu segundo disco solo quando foi, como todos nós, abalroado pela pandemia. Retomo portanto a trajetória ímpar de Nebulosa Baby, disco que lançou no ano passado e que só agora está começando a ganhar vida nos palcos. Aproveito também para conversar com ele sobre sua formação como artista, que o trouxe para São Paulo, onde lançou seu disco de estreia, Japanese Food.

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E no primeiro Bom Saber de 2022, finalmente consegui falar com a minha querida amiga Cristal Muniz, que desde 2015 engajou em uma luta para diminuir a quantidade de lixo que ela produz e transformou isso numa causa. A partir do blog Uma Vida Sem Lixo (inspirado no trabalho da norte-americana Laura Singer, do blog Trash is for Tossers), Cristal vem mudando sua vida e aos poucos a de muitas pessoas que também se incomodam com a quantidade de resíduos produzidos diariamente. No papo, ela mostra como percorreu este caminho a partir de um desafio pessoal, o que, além de seu site, deu origem a livros, um podcast (Planeta A) e agora uma newsletter (Cuca Fresca), e também dá dicas para quem quer diminuir a quantidade de lixo que produz em casa.

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Encerrando a série de discos clássicos brasileiros que tornam-se cinquentenários em 2022 que estou fazendo no site da CNN Brasil, desta vez dedico atenção aos discaços de artistas tão diferentes quanto Tom Zé, Toni Tornado, Rita Lee (escondendo um disco dos Mutantes), Quinteto Violado, Paulinho da Viola, Tim Maia e um compacto histórico de Tom Jobim com João Bosco. Continue

DM: Expresso 2022

No primeiro DM de 2022, eu e Dodô Azevedo repassamos os dois primeiros anos da pandemia do ponto de vista da cultura, analisando tudo que foi represado nesse período, dos filmes da Chloé Zhao aos Barões da Pisadinha, passando pela transformação do filme dos Beatles num seriado, da volta dos vídeos curtos através do TikTok, da ascensão das lives do Casemiro, da quarta continuação do Matrix à luz de um ano que promete esquentar mais do que imaginamos – levando em conta eleições, copa do mundo e aquecimento global.

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