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Mais uma edição do meu programa sobre música brasileira, dessa vez conversando com um selo. Acompanho o trabalho do Fernando Dotta e do Rafael Farah à frente da Balaclava Records desde quando o selo era só uma ideia e é muito legal vê-los crescendo e completando uma década que mexeu bastante com o indie rock brasileiro. O aniversário de dez anos vai ser comemorado neste fim de semana, quando eles realizam a edição comemorativa do Balaclava Fest no Central nos dias 23 e 24 de abril (ingressos aqui) com uma edição sem nenhum artista internacional e contando com todos os nomes do selo, além de artistas que orbitam ao redor deste, preparando também algumas surpresas para o evento – algumas delas eles antecipam nesta entrevista (outras eles anunciam em suas redes sociais, segue ).

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Que os ovos tem a ver com a ressureição você já sabe. Mas e que esse é um momento festivo para mais de cinco religiões? O que se passa, afinal, nesse intervalo entre o carnaval e a páscoa e quais são os significados ocultos desses rituais? Seguindo nosso calendário esotérico e procurando pensar a Páscoa, o Artemagia conversa com o historiador e mestre em Ciência da Religião pela PUC/SP Leonardo Stockler. Do registro akáshico do ovo primordial, da batalha entre o carnaval e quaresma até o sol crucificado no equador celeste e a inteligência supraterrena, você nunca mais ver ver a Páscoa com os mesmos olhos.

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Enquanto as fffffforças se aaaaaarmam com vasodilatadores e próteses penianas (talvez em busca de uma arma secreta – uma provável mutação humana?), abrimos mais uma sessão do Aparelho cogitando possibilidades de conexões entre a nova geração de brochas e essa entidade chamada “O Velho da Lancha” para mostrar que como os picaretas sobreviverão na era pós-bolsonaro como coaches da vida como um reality shows de perrengues, como a especulação imobiliária já está matando cômodos clássicos, livros clássicos do Gonçalo Júnior, se é possível sobreviver a baixas temperaturas usando apenas uma sunga vermelha e o plano macabro da urna eletrônica. Toca PIL Collins!

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Ainda sem previsão de lançar seu primeiro disco, o cantor e compositor paulistano Pedro Bienemann lança o clipe de “Ultravioleta”, seu novo single, em primeira mão no Trabalho Sujo. Ele lembra que sonhou com a letra da música ao acordar ouvindo “Babá Alapalá” de Gilberto Gil e ser conduzido a compor a canção cujo clipe acabou materializando a ideia que teve no sonho. “Liguei para meu irmão (o diretor João Paulo Bienemann), contando a história e dizendo que isso poderia dar num clipe, e ele e Manoela Aliperti abraçaram a ideia”, lembra o autor da canção. “Começamos a desenvolver um roteiro a partir daí, com muitos colaboradores e colaboradoras e sem nenhum real no bolso, e conseguimos uma estrutura mínima para realizar o projeto com o apoio de uma produtora audiovisual, a Daquela Produtora, que nos cedeu uma câmera e um computador para que pudéssemos editar o clipe”. O clipe conta com a presença de alguns colaboradores de Pedro, como o baterista Pedro Lacerda, o tecladista Leon Perez e a cantora Yma, que assina a direção de arte do clipe. “‘Ultravioleta’ é um devaneio em um dia de calor, sol e suor, é tato e cheiro de pele quente com água doce de rio, sem margem”, continua Pedro, “é o trabalho com mais mãos que já fiz, um aprendizado gigante e um processo lindo e enorme na minha carreira como artista solo.” Assista ao clipe abaixo: Continue


(Foto: Thaysa Paulo/Divulgação)

A dupla fluminense Gorduratrans finalmente sai do casulo criativo que se meteu depois de lançar seu segundo álbum, Paroxismos, em 2017. “Demos uma pausa nas atividades da banda num período crítico pra nós, ali pelo final de 2018”, lembra o guitarrista e vocalista Felipe Aguiar. “Nossos outros trampos consumindo todo nosso tempo, desânimo, Luiz saindo da Baixada Fluminense até a Gávea, na zona sul, todo dia de manhã pra tentar terminar a faculdade. Começamos a compor algumas coisas ainda em 2019 e logo veio a pandemia. Também não tínhamos a infraestrutura pra produzir um trampo novo com a cara que queríamos e foi a soma dessas coisas todas que fez com que passasse tanto tempo até conseguirmos as condições ideais pra produzir e gravar nosso terceiro disco.”

A primeira amostra é “Enterro dos Ossos”, que traz a dupla, que é um dos melhores grupos de indie rock brasileiro atualmente, apontando para um caminho ainda mais tenso e dolorido que o que já percorria – com a inclusão de um novo adjetivo: pesado. “Essa música carrega muito a nossa essência, da linguagem e da nossa identidade sonora até aqui”, continua o guitarrista. “Achamos que ela seria um bom primeiro single por ter esse espírito jovem que sempre foi uma das assinaturas da banda, tem suas diferenças, como a temática, mas, ao mesmo tempo, dá pra visualizar muito do nosso primeiro disco ali.” Assista abaixo: Continue


(Foto: Bel Gandolfo/divulgação)

Uma felicidade encontrar todo o grupo Glue Trip na segunda segunda-feira da temporada que Zé Nigro está fazendo no Centro da Terra – exatamente na mesma semana em que a banda liderada pelo paraibano Lucas Moura começa a mostrar seu novo disco, Nada Tropical, que será lançado ainda neste semestre. Nigro foi o produtor do novo disco do grupo psicodélico, que depois de uma temporada urbana e eletrônica do disco Sea at Night, de 2018, retoma seu calor latino-americano em Nada Tropical, cujos trabalhos são abertos a partir desta quinta-feira quando o single “Lazy Dayz”, que foi arranjado por ninguém menos que Arthur Verocai, chega às plataformas digitais. O grupo antecipa a colaboração histórica em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, ouça abaixo: Continue

Demoramos para gravar um novo programa e o Altos Massa desta vez contradiz o anterior, quando eu e Pablo Miyazawa falamos que íamos falar menos sobre o período pandêmico que atravessamos, para conversar mais sobre cultura de uma forma bem ampla. Mas a aparente normalidade que paira sobre 2022 nos fez voltar a esse tema interminável e voltamos a falar sobre vacinas, máscaras e protocolos numa época em que ninguém está mais preocupado com a pandemia do coronavírus, que ainda não terminou.

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Dodô caiu de paraquedas em São Paulo e não tivemos dúvida: ligamos a câmera pra gravar o primeiro DM presencial. E além de assuntar sobre o que raios ele veio fazer por aqui, também falamos sobre um possível esquecimento sobre a pandemia mesmo sem ela ter terminado, a explosão da população sem teto em São Paulo e seriados como Yellowjackets, Severance e Upload, além do filme dirigido pelo Lázaro Ramos, Medida Provisória.

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São questões de diferentes ordens que se cruzam em mais um encontro do Aparelho em que eu, Tomate e Vlad sincronizamos temas tão díspares quanto o modelo de negócios das comunicação digital, o futuro da ficção científica, a verdadeira história de “Pass the Doochie” e “Take a Toke”, a polêmica do sorvete no Twitter, os tortos paradigmas do jornalismo atual e a pura energia da música para dançar.

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A entrevistada da primeira edição de 2022 do meu programa sobre jornalismo é a editora-chefe do canal Arte1, emissora de TV voltada à cobertura de cultura sem que esta seja necessariamente pautada pela agenda de programação e que possa estimular a crítica e a sensibilidade do espectador. E a conversa com Gisele Kato inevitavelmente nos leva a conversar sobre a situação e os desafios do jornalismo cultural nestes tempos em que tanto o jornalismo quanto a cultura sofrem tanto.

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