
Garotas Suecas @ Centro da Terra (3.5.2022)
Que beleza o reencontro dos Garotas Suecas com os palcos nesta terça-feira no Centro da Terra – era palpável a emoção que Tomaz Paoliello, Irina Neblina, Marcelo Perdido e Nico Paoliello sentiam ao tocar de novo para seu público, que além de vários hits da carreira da banda ainda pode ouvir músicas do próximo disco do grupo, que já está sendo mixado. E que venham mais shows!
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Às vésperas do lançamento de seu filme de número setenta e lá vai pedra (O Peso do Talento, em que ele interpreta… ele mesmo!), Nicolas Cage é uma esfinge que desafia o espectador de cinema – e nunca saberemos se ele forçará a barra de forma convincente ou espalhafatosa, sempre andando no limite entre o impressionante e o ridículo. Disposto a transcender os limites do que convencionou-se a rotular de interpretação cinematográfica, o sobrinho de Coppola é o tema do primeiro Cine Ensaio sobre atuação no cinema – e eu e André Graciotti escolhemos este ícone justamente para dissecar este conceito no palco determinado pelos limites da câmera e da tela. Consideramos um dos atores mais desafiadores do cinema norte-americano justamente por ser completamente inusitado e imprevisível – além de nos entregar momentos de êxtase ou constrangimento que rendem cenas memoráveis ou memes ridículos.
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Leonard Cohen: Dito e lido @ Centro da Terra (2.5.2022)
Alma lavada após colocar de pé Leonard Cohen: Dito e lido, tributo ao mestre canadense que eu e Juliana Vettore concebemos para o Centro da Terra terra ao lado de um time de primeiríssima. Jeanne Callegari, Michaela Schmaedel, Bárbara Eugenia, Juliana R. José Barrickello se revezaram entre poemas, instrumentos musicais, efeitos sonoros, versos implacáveis, bilhetes tenros e refrães memoráveis numa homenagem cujo tom elegante e solene não impediu experimentações e cruzar algumas fronteiras pouco óbvias de sua vida e obra.
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No meu programa de entrevistas, esta semana converso com a sagaz Diva Sativa, que atua junto à Marcha da Maconha, que está marcada para o próximo mês em São Paulo, mas também fala da importância de levar esta discussão para outras regiões menos centrais do país. Além de estar envolvida com a Marcha da Maconha de Francisco Morato, também participa do coletivo antiproibicionista DAR e faz o podcast Filosofia de Biqueira, em que enfrenta a falácia da Guerra contra as Drogas de frente.
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Lia de Itamaracá @ Itaú Cultural (30.4.2022)
A presença de Lia de Itamaracá por si só já é um acontecimento. Já havia presenciado sua majestade este mês, na inauguração da #ocupaçãoliadeitamaracá que o Itaú Cultural está realizando, e basta ela estar no mesmo ambiente para que se sinta uma força vibrando todos os átomos do local. Mas quando ela está em seu altar, o palco, empunhando seu cetro, a voz, reúne uma egrégora de almas e ritmos ancestrais que dão as mãos com o público e o faz naturalmente girar, apenas com a força de seu canto – e em vários momentos de sua apresentação no sábado havia apenas a força de seu canto. Amparada pela banda reunida por seu atual produtor musical, o compadre DJ Dolores, ela desfilou sua majestade como de hábito, nos hipnotizando com sua arte sacra.
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Aparelho: Bye Bye Tristeza para superar uma das mortes mais trágicas da TV (Frango à Cleveland edit)

Que manoel Elon Musk! Em mais uma sessão de descarrego do jornalismo-fumaça que puxo junto com Vlad e Tomate, preferimos falar sobre comidas – de ontem e de hoje (e a famosa lasanha de frango do veropesinho) -, a súbita aparição de armas em tradicionais festas catarinenses, experiências extramusicais edmottescas em festivais de música para pessoas da melhor idade e o segundo carnaval do ano e a queda das máscaras. O único jeito de consertar uma das mortes mais tristes da TV brasileira é um evento chamado Festival Bye Bye Tristeza
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Marcelo Cabral @ Centro da Terra (26.4.2022)
Dá pra levar um show no bolso como se fosse um amuleto? Um pequeno portamoedas que bastaria ser aberto por alguns segundos para revelar camadas de microfonia e silêncio, efeitos e canções, ruído e calmaria, melodia e drone, tudo vindo de uma vez só como o ardor de uma pimenta em conserva, o gosto forte de um bitter, um tempero refogado, um bálsamo envolvente. Na segunda apresentação de seu Motor Elétrico no Centro da Terra, ao lado de dois navegadores distintos e complementares Maria Beraldo e Guilherme Held, Marcelo Cabral mais uma vez nos conduziu a um transe de sensações díspares, antagônicas e docemente complementares, espelho e abismo, cosmo e colo, luz e trevas, numa apresentação que podia durar horas. Ou caber no bolso, para abrir sempre que precisássemos sentir aquilo tudo de novo.
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No meu programa sobre música brasileira agora é a vez de conversar com Júlio Andrade, líder do trio sergipano The Baggios, que aproveitou o período sem shows da quarentena interminável para gravar discos tanto com sua banda quanto seu projeto solo – e vender vinil! Retomando os trabalhos depois de tanto tempo parado, o guitarrista, vocalista e compositor explica como está encarando a retomada dos palcos às vésperas de mais uma turnê pela Europa.
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Conhece o Fabio? Celebramos a vida e obra de um mestre ainda em vida em mais uma sessão do Aparelho – Jornalismo Fumaça. Eu, Tomate e Vlad voltamos no tempo para falar sobre a importância de Angeli para o quadrinho brasileiro, para o rock nacional e para nossa contemporaneidade, e mesmo que ele tenha se retirado da labuta diária, segue mestre infalível dos três e tantos outros. Ainda aproveitamos para resgatar a origem secreta do teclado de “Epic” do Faith No More, para comparar o fenômeno Marina Sena com os Mamonas Assassinas, a tetralogia Brocha, de como Alfred Jarry chegou às massas brasileiras, a ornitologia belenense, uma coletânea com as bandas de rock catarinense dos anos 80, a grande música de Kiko Zambiachi, o badalo como rerprimenda escolar …e o cara meteu “comoção social”, bicho.
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No meu programa de entrevistas desta semana converso com a escritora Aline Valek, que está às vésperas de uma grande mudança em sua vida, que ela detalha no decorrer do papo. Mas o foco da conversa foi como sua produção literária foi afetada pela pandemia e como ela transformou os outros veículos que criou, como a newsletter Uma Palavra e o podcast Bobagens Imperdíveis, ambos localizados em seu próprio site, a partir deste novo momento que todos atravessamos.
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