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Com a benção de Lou Reed, eu, Tomate e Vlad assistimos pasmos à cooptação da direita de ícones progressistas como o estupor sintético, a curva no fim das costas e a maior banda de todos os tempos depois do Black Sabbath fase Dio (segundo o senhor Gasperin) e emendamos conversas sobre trilhas sonoras, séries sobre crime organizado e virunduns.

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Pulamos fevereiro, mas eis o DM aqui de novo e eu e Dodô falamos do Carnaval 2022 e das implicações políticas da forma como ele foi celebrado – e não bastasse isso, falamos sobre esta tal iminente terceira guerra mundial e como ela conversa com esse momento pandêmico que ainda estamos atravessando. E o Dodô ainda fala dos projetos que ele está envolvido que começam a aparecer esse ano, como o show 22.

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Um outro Lau e Eu

“Parece OK, pode ser que seja legal”, desliza Lau e Eu no refrão de “OK, Legal”, primeiro single de seu novo trabalho, que tira a melancolia da fase anterior para abraçar uma groovezeira perfeita para esse calor do verão de 2022. “Lembro de uma conversa que tivemos em 2019 numa sorveteria em Perdizes que eu havia comentado que tava entrando em uma vibe R&B, e soul”, ele me explica por email a partir de um papo que tivemos sobre shows no Centro da Terra em 2020. “Essa nova onda começou com a paixão por gêneros e artistas mais groovantes, mas por outro lado já fazia um tempo que não tava mais curtindo os temas e as repetições das minhas composições. Precisava dar férias a esse ‘eu adolescente’ que escreve músicas tristes”, explica, antes de mostrar a música nova, que será lançada nesta sexta, em primeira mão aqui no Trabalho Sujo.

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No meu programa semanal de entrevistas, o papo desta vez é sobre curadoria de arte. Converso com a Pollyana Quintella sobre este tipo específico de trabalho à luz do século 21, quando a produção artística tornou-se intensa e o acesso à maioria desta produção, praticamente irrestrito, graças à internet. Também falamos sobre a curadoria dos algoritmos, a consciência artística cada vez mais constante graças à rede e de como ela descobriu-se curadora.

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Às vésperas do fim do mundo, eu, Vlad e Tomate resolvemos problematizar o primeiro Carnaval pós-vacina e tentamos antecipar o momento em que todo o sentimento represado se soltará. Enquanto isso, tecemos observações sobre os aposentados do Brasil, o sentido de guardar dinheiro ante o apocalipse, o Danilo Gentili da Ucrânia, painéis eletrônicos em elevadores residenciais, um grupo de WhatsApp como performance, lembranças de Carnavais passados, a equivalência da liberação da maconha e do bingo, a sacada do peido do Lula e a profanação da farofa vegana.

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Mais um NTS sobre Carnaval, mas desta vez, eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral nos concentramos em um tipo de celebração específica da folia, em salões de clubes, uma viva lembrança em nossas infâncias e adolescências para antes do tempo em que o Carnaval de rua ter dominado geral.

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Foto: Mariana Garcia

O indie-mor Fabio Bianchini, guitarrista do clássico Superbug, recepciona esse não-Carnaval com a marchinha twee “Carnaval de Novo”, que ele lança com seu nome solo Gambitos em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. “‘Carnaval de Novo’, na real, é uma música de carnaval que não sabe o que vai ser do carnaval, né?”, ele me explica por email. “A gente tá botando ela na rua, é sexta de manhã e ninguém sabe ainda o que vai ser do sábado aqui em Florianópolis, imagino que em mais um monte de lugar também esteja assim.” Ouça abaixo. Continue

“Uma música de acolhimento”, é assim que Fernanda Takai define “Amor em Tempos de Cólera”, parceria que fez à distância com Virginie Boutaud, ex-vocalista do Metrô. A música foi composta pelas duas antes da pandemia, mas só foi lançada em 2020, no álbum Será que você vai acreditar?, à sombra dos dias pesados que ainda atravessamos, e funciona como um raio de sol nesses dias tão tristes (mesmo com seu climinha de chuva). E agora ela ganha um clipe que estreia em primeira mão no Trabalho Sujo (assista abaixo). “Finalmente temos imagens que celebram a inédita parceria que fiz com Virginie”, comemora Fernanda. “A canção foi feita à distância entre Belo Horizonte e Saint Orens no fim de 2019 e lançada em julho de 2020 e o diretor Rodolfo Magalhães nos cedeu imagens que ele fez em sua terra-natal, Muzambinho, em Minas Gerais, enquanto Dudi Polonis editou e animou de forma muito poética. Acho que o vídeo conseguiu trazer toda a suavidade da composição que tenta ser um abraço nesses tempos brutos em que vivemos”. Fernanda lança finalmente o disco de dois anos atrás ao vivo neste fim de semana, quando se apresenta nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro no Sesc Vila Mariana (mais informações aqui).

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Polimatias passa por uma transformação. O programa que apresento ao lado de Polly Sjobon desvia seu rumo para além da cultura, incluindo urbanismo nesta equação e a partir desta nova temporada discutimos como as cidades impactam em nossas vidas e como elas são uma materialização do comportamento humano coletivo. Neste primeiro programa, falamos sobre esta mudança de foco e pedimos sugestões de temas para futuras edições.

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Mais uma vez puxo o Tomaz Paoliello para nosso programação sobre relações internacionais e não há como fugir da crise na Ucrânia, que parece estar nos levando para uma terceira guerra mundial. Mas em vez de exercitar futurologia à toa – afinal, a guerra poderia estar começando enquanto estávamos gravando -, resolvemos voltar no tempo e falar sobre essa grande potência política e militar chamada Rússia, que no século passado dominou a geopolítica internacional como União Soviética, mas cujo poderio histórico vem desde antes das guerras napoleônicas. Falamos da queda do muro de Berlim, do fim do Pacto de Varsóvia, das políticas de Mikhail Gorbachev, do período Yeltsin e da ascensão de Vladimir Putin.

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