
Kevin Parker torna público seu amor pelos Smashing Pumpkins ao liderar com sua banda Tame Impala o elenco de artistas que fazem tributo à banda de Billy Corgan no disco Sending Hearts To All My Dearies – A Tribute To The Smashing Pumpkins, que será lançado pela gravadora norte-americana Sumerian Records no dia 14 de agosto (e já está em pré-venda). O grupo australiano relê “Hummer”, do clássico Siamese Dream, e infelizmente é mais uma prova de que a fase atual do grupo de Parker não é das mais inspiradas – tanto que a segunda parte do single soa melhor do que a primeira, que perde a força da música original. Não ajuda muito o fato do Tame Impala ser a única banda de peso da compilação, que ainda conta com versões feitas por grupos menores como Alice Glass, Nita Strauss, Yonaka, Des Rocs, Meg Myers, Between The Buried and Me, The Midnight, Palaye Royale e Starbenders (além da capa do tributo ser medonha). Mas se a coletânea seguir o caminho da versão do Tame Impala, tá no lucro – pois não muda a vida ninguém, mas vale a audição. Confira abaixo esta versão e que artista toca o que neste disco: Continue

Linn da Quebrada aos poucos começa a mostrar seu esperado próximo álbum Fogo Fátuo revisitando “Nuvem Negra”, clássico de Djavan eternizado por Gal Costa, como se usasse a canção para limpar os caminhos para seus próximos passos. “Essa música me acompanha há muito tempo e agora, chegou o momento de compartilhá-la com vocês”, escreveu ao revelar o clipe da nova canção, produzida por Fernando Catatau com coprodução de Giovani Cidreira. “Ela foi e continua sendo um amuleto para mim, reconectando-me com o que há de mais íntimo e sagrado na arte”.
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O disco do Weezer favorito da Olivia Rodrigo é o Pinkerton? Essa mina nunca erra?
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O animador Paul @raincloudstories Ribera transformou “Subterranean Homesick Blues” do Bob Dylan numa metaviagem para dentro de si mesmo. Que delírio.
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“Não é uma banda sobre lucro, mas uma banda sobre socialismo!”, assim Damon Albarn, reforçando o aspecto coletivo da banda virtual Gorillaz, encerrou a gigantesca primeira aparição do grupo num estádio para um show único, quando reuniu um elenco estelar para uma festa gigantesca à altura da quantidade de ícones da música no palco – do ex-Clash Paul Simonon ao ex-Smiths Johnny Marr, passando pelo De La Soul, Little Simz, Anoushka Shankar, Yasiin Bey, Shaun Rider, Omar Souleyman, Sparks e tantos outros no estádio de Tottenham, na capital britânica neste sábado. Além da magnitude do elenco, do espaço e do repertório -, pois visitaram todos os álbuns da já decana banda virtual -, a apresentação elevou ainda mais o tamanho dos personagens criados por Damon Albarn e Jamie Hewlett, protagonistas fictícios mais reais do que nunca. Resta saber se encaram uma turnê global nesta escala. Veja os vídeos abaixo:
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Na semana passada, Bob Dylan desenterrou o hino “I Shall Be Released” ao apresentar-se na cidade de Eugene 18 anos depois de tocá-lo pela última vez – sorte que alguém conseguiu levar um gravador para registrar esse momento. O show em Los Angeles, na terça passada, teve um gostinho ainda melhor pois, além de voltar a tocar uma das músicas mais importantes de seu repertório (e não são poucas, sabemos!), conseguimos ter o registro em vídeo deste momento (apesar do baixista Tony Garnier se mexer logo no começo da música e ficar exatamente na frente de Dylan, sentado ao piano).
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Não é só Olivia Rodrigo com seus fones de ouvido com fio e laptops que está puxando uma tendência vintage retrô com aparelhos do início do século (na verdade, é bem mais profundo que isso, se você procurar por cyberdecks vai descobrir uma subcultura tecnofeminina gigantesca). E reforçando essa tendência na superfície do mainstream, quem se junta a esse time é a anglofilipina Beabadoobee, que mandou para alguns fãs unidades do velho iPod Shuffle com sua nova música, “The Sun Has Set”, que anuncia a chegada de seu quarto álbum, que ainda não tem título nem data de lançamento. O single, ao que tudo indica, sai nessa sexta-feira e já pode ser ouvido no próprio site (outra tendência digital vintage) da cantora.
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Como juntar um hit de um dos papas da música de rua dos EUA deste século com um épico raver inglês do final do século passado? Deixa isso com o Daphni – a alcunha mais dance do produtor canadense Caribou – que sintoniza “Lost” do Frank Ocean com “Born Slippy” do Underworld neste senhor mashup…
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“Inacreditável: o Tim Maia cantando na sala da sua casa”, lembra extasiado Moreno Veloso em uma cena inédita do filme Nem Tudo é Paz e Amor antecipada em primeira mão para o Trabalho Sujo. Dirigido pelo músico Betão Aguiar, o filme estreia no tradicional festival de documentários sobre música In Edit, que começa nesta semana em São Paulo, e será exibido em três sessões: sábado às 20h30 no CineSesc, quinta (dia 25) às 20h na Cinemateca Brasileira e domingo (dia 28) às 14h na Galeria Olido. Ele mesmo filho do novo baiano Paulinho Boca de Cantor, Betão entrou na obra como entrevistado, mas com a morte da amiga de adolescência Jasmin Pinho, diretora e idealizadora do projeto em 2020, resolveu assumir a produção e esteve durante as entrevistas com outros filhos de famosos como Nara Gil, Ciça Moraes, Sarah Sheeva, Beto Lee e Anelis Assumpção, entre outros, focando nos filhos da geração que fundou as bases do que conhecemos por MPB. “Escolhi essas pessoas não apenas pelas relações pessoais que mantemos, mas também pela relevância das obras de seus pais, pelas conexões com a minha família e com a produção artística do contexto em que nasci e fui criado”, explica Betão, que também é produtor do filme. “Queria ouvi-los sobre como tudo isso ecoa em suas próprias vidas e acreditei que uma conversa aberta poderia me ajudar não só a contar uma história que é nossa — e de muitas pessoas nascidas e criadas nesse período e sob essas condições — mas também a compreender com mais clareza a pessoa que me tornei. Esse processo revelou-se um trabalho profundamente terapêutico, para além do filme em si, algo que só compreendi plenamente após o início das filmagens e que sigo assimilando até o momento em que escrevo este texto.” Ele fala de pontos em comum com os entrevistados e lembranças parecidas, fazendo-o pensar nas dificuldades que normalmente não ligam à vida destes artistas, normalmente rotulados como “bem nascidos” ou mais recentemente pelo péssimo neologismo “nepobaby”.
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E por falar em Pulp, o grupo passou pela América Latina na semana passada e nada de pisar no Brasil, infelizmente. Resta assistir à distância ao vídeo que fizeram da íntegra do show em Buenos Aires na sexta passada, que um herói conseguiu registrar.
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