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Lindaça essa “Ainda” que Tiê acaba de lançar, composta por Barbara Ohana em parceria com Adriano Cintra, que dá início aos trabalhos de seu quinto álbum, ainda sem título, seu primeiro disco de inéditas desde seu Gaya, de 2017. De lá pra cá ela lançou o único disco (Eu Te Amo, de 2022) do projeto em parceria com o próprio Adriano, Fogo Fera, e o ao vivo Cartas de amor – Ao Vivo no Bona, no ano passado. Mas essa nova balada, ainda mais apresentada com a entrega que Tiê sabe fazer – como dá pra ver em sua apresentação neste fim de semana neste programa de TV -, retoma a veia romântica de seu maior hit, a versão brasileira (e melhorada) para a canção italiana “A Noite”. Segura!

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Enquanto isso, no SXSW, em Austin, nos EUA, St. Vincent compareceu ao evento para discotecar no sábado e acabou dividindo o palco com Alanis Morissette em seu inevitável hit “You Oughta Know”. E, pra variar, fez bonito.

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“Eu vou pra Lua e você vai comprar a passagem, porra!”, esbraveja Cameron Winter quase no final do mantra motorik “Apollo”, canção novíssima que estrearam neste domingo, quando tocaram no Astra Kulterhaus, em Berlim, na Alemanha, como parte de sua turnê europeia. O krautrock “Apollo”, única canção do bis desta noite, é a primeira música inédita a invadir o repertório da banda desde que o quarteto de Nova York afunilou seu setlist ao redor do disco Getting Killed, dos grandes acontecimentos fonográficos do ano passado. Eles já têm falado em entrevistas que têm material pra lançar um outro disco se quiserem e pode ser que eles tenham finalmente decidido começar a experimentar esse novo material ao vivo. Vai ser foda acompanhar isso…

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A banda chilena Candelabro aproveitou sua participação no Lollapalooza que aconteceu em Santiago neste sábado para meter o dedo na ferida da política local, quando tocaram uma versão da música “Ultraderecha”, do grupo Los Prisioneros, e dedicaram ao recém-eleito presidente chileno (“Kast votou no Pinochet!”), antes de exibir os rostos de Milei, Netanyahu e Trump com suásticas na testa. Será que algum artista brasileiro vai fazer algo do tipo em sua apresentação no festival, que acontecerá na semana que vem?

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Muito boa a discussão que Christian Dunker abre em seu canal do “YouTchube” (como ele mesmo o descreve) sobre O Agente Secreto e a política da memória – tão boa como a caracterização que ele usou para puxar essa discussão, dentro de um fuquinha amarelo como os orelhões do marketing do filme do Kleber Mendonça Filho.

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Harry Styles criou uma expectativa para o disco que lançou na sexta passada, mas Kiss All the Time. Disco, Occasionally mal chega a causar alguma reverberação parecida com os discos anteriores, sempre alavancados por hits irresistíveis como “Watermelon Sugar” e “As It Was”. A chave para essa percepção talvez esteja na música que ele escolheu tocar no convite feito pela BBC inglesa para participar de seu Live Lounge, quando pinçou o monumento pop oitentista “Everybody Wants to Rule the World” dos Tears for Fears para revisitar. Ao escolher a canção mais conhecida de um artista reconhecido como central no pop maduro daquela época – e não mudar um milímetro do arranjo original -, Styles parece reforçar a escolha de não correr riscos e manter-se no mesmo lugar, sem fazer nada fora do comum. Esse talvez seja o principal pecado de seu novo álbum, que não é ruim, mas não emociona – como esse cover xerox que ele fez. Tomara que o disco cresça ao vivo, porque senão…

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Há dois anos sem lançar nada de novo, a filipino-inglesa Beabadoobee já vem dando sinais que está prestes a vir com o sucessor de seu ótimo This Is How Tomorrow Moves, lançado em 2024, seja abrindo para Sabrina Carpenter em Londres ou fazendo uma versão para Elliott Smith na coletânea Help2. Nesta quinta-feira ela vem com mais um novo sinal de que deve anunciar disco novo em breve ao mostrar o ótimo single “All I Did Was Dream Of You”, que gravou ao lado dos queridinhos The Marías, equilibrando o quase trip hop do grupo em suas guitarras noventistas, numa balada daquelas. Bom demais – queremos mais!

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Único show que John Lennon fez em sua carreira solo, o concerto que fez ao lado de Yoko Ono no dia 30 de agosto de 1972 no Madison Square Garden, em Nova York, foi extensamente revisitado no ano passado, quando funcionou como ponto de partida tanto para o excelente documentário One to One e para a caixa Power to the People. Agora a íntegra do show ganhará lançamento à parte, quando chega aos cinemas com o nome de Power To The People: John & Yoko/Plastic Ono Band with Elephant’s Memory and Special Guests – Live at the One To One Concert, New York City, 1972. O show, remasterizado, também será lançado em mídias físicas, mas por enquanto só foi feito o anúncio de sua estreia nas telonas, em todo o mundo, embora não tenham dito quais países receberão o filme – pedindo para quem quiser saber mais para inscrever-se no site do filme. Mas certamente o Brasil está nessa. Assim que tiver mais informações aviso aqui.

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Gilberto Gil está passeando com sua turnê Tempo Rei pela América Latina e nesta quarta apresentou-se em Buenos Aires, na Argentina, quando aproveitou para reencontrar o velho amigo Charly Garcia em um encontro nos bastidores. Que momento!

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A francesa Oklou passou pelo estúdio da rádio australiana Triple J e como de praxe fez uma versão para o especial Like a Version da emissora. Escolheu uma música que não conhecia (“Hey There Delilah”, dos norte-americanos Plain White T’s) e mexeu pouco no arranjo original, deixando-a mais leve e menos brega. Fora que é sempre bom, quando ela resolve deixar os eletrônicos de lado, deixando sua voz soar doce ao natural, sem efeitos.

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