O Lucio acaba de confirmar a segunda vinda do Tame Impala para o Brasil, dia 16 de outubro, com ingressos a R$ 180, no Cine Jóia, em São Paulo.

O que me lembra de falar do show deles que eu assisti no Primavera, guentaê…

Os quatro Beatles foram ao último show da turnê do Jimi Hendrix Experience na Inglaterra em 1967, no dia 4 de junho, no teatro Saville em Londres, um domingo. Na quinta anterior, dia 1°, o grupo havia lançado seu mítico Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, cumprindo a autopromessa que era a invenção da psicodelia inglesa. O próprio Paul McCartney deu uma cópia ao maior guitarrista de todos os tempos, poucas horas antes do show de domingo. Eis que Hendrix resolve abrir a noite com:
Recentemente, num show em Orlando, o próprio Paul lembrou-se desse evento, que referiu-se como “um dos maiores tributos” à sua carreira:
(E um parêntese final, sobre o vídeo acima: Paul conta isso após encerrar “Let Me Roll It” com dois minutos incríveis de solo elétrico em homenagem ao próprio Hendrix, provando que, além de tudo, o velho Paul também é um deus da guitarra.)


Criolo e Emicida gravaram um show juntos – que virou DVD. E o áudio desse show dá pra ser baixado de graça aqui, ó. Abaixo, um curto vídeo com os bastidores do show, dirigido pelo Andrucha Waddington e pela Paula Lavigne.
Vi a primeira vez que os dois tocaram juntos, no começo do ano passado, e fiz uns vídeos, sacaê.

Não tenho palavras pra descrever isso:
Vai ser difícil alguém superar essa bobagem esse ano.

Pra compensar essa assombração, vamos a um showzaço:
O setlist segue abaixo:

O Gui avisou num comentário sobre as músicas novas do Franz que “Love Illumination” (que eu achei mais ou menos) funciona melhor ao vivo. E é verdade, dá uma sacada no show deles no Lollapalooza brasileiro desse ano – a música nova (que ainda se chamava “The Blackpool Illuminati”) começa lá pelos 18 minutos do show (que ainda outras músicas novas, como “Stand on the Horizon”, “Evil Eye”, “I’ll Never Get Your Bullet Out of My Head”, “Good Bye Lovers & Friends”, “Trees & Animals” e “Fresh Strawberries”).
O setlist segue abaixo:

Não dê mole: o cientista louco do Sonic Youth faz quatro shows em São Paulo no mês que vem e os ingressos já estão à venda no Sesc – são dois ao lado de sua banda, The Dust, na choperia e dois com sua mulher Leah Singer, no teatro. Metade banda de rock, metade projeto artístico – quatro vezes o experimentalismo elétrico do velho Lee. Imperdível.

O Flesh crava mais uma no Destak: a vinda de Bob Mould para o Rio e São Paulo no próximo mês de outubro. Sem local definido, o show deve ser parecido com o que vi no Primavera na Espanha há pouco mais de um mês, quando, acompanhado do baixista Jason Narduc e do baterista Jon Wurster (o mesmo do Superchunk), o velho indie desfilou músicas do novo disco, canções do Sugar e do Hüsker Dü. Showzaço. Fiz uns vídeos, olhaê embaixo:

A Nayla e a Priscilla (valeu meninas) me avisaram que esse Geoff Tweaty colocou vários trechos do show do Wilco na sexta-feira em seu canal no YouTube. Destaco a versão para “Simple Twist of Fate” do Dylan, mas logo abaixo seguem mais vídeos feitos pelo senhor Tweaty.
E o bravo NYCTaper descolou a íntegra desse show que a banda realizou no festival que organiza, tocando clássicos e hits favoritos. Dá pra baixar lá no site dele. O set list também segue abaixo, acompanhado por alguns vídeos. E a foto do post é do PSquareMedia.