Depois de quinze anos, a banda liderada por Jeff Mangum voltou à ativa num show ontem em Baltimore, nos EUA, que deu início a uma turnê mundial que só termina no ano que vem (se tudo der certo, os vejo em maio do ano que vem). O diretor Lance Bangs pegou o setlist e postou em sua conta do Instagram:

Demais, demais.

A história do encontro de Paul McCartney com Fela Kuti é bem conhecida de quem acompanha do artista nigeriano, mas aproveitando a proximidade de seu aniversário – que cada vez mais ganha contornos de celebração global -, o próprio Paul McCartney se dispôs a contar sua versão para o causo:
E essa comemoração acontece tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. A anual Festa Fela paulistana acontece no Centro Cultural Rio Verde, com a presença do Bixiga 70 (afinal, a banda praticamente nasceu para tocar numa Festa Fela dois anos atrás) e discotecagens do Ramiro e do Vini, do Radiola Urbana, da DJ Haru, e de Fred e Tiago Z, do NaveGroove. Enquanto, no Rio, o Fela Day acontece mais uma vez no Circo Voador, com show da Abayomy Afrobeat Orquestra com participação do Otto e do BNegão, além de discotecagem do Lucio Branco e Zé McGill, da Festa Makula.
Groovezeira!

O Tiago já vem me falando há um tempo da neozelandesa Lorde – e depois desse clipe vi que merece mesmo atenção. Assim, repasso a boa vibração pra sexta-feira adiante.

Sir Paul McCartney deu o ar de sua graça em pleno Times Square, em Nova York, pegando turistas e transeuntes de surpresa, para promover seu disco New num show-relâmpago.
Dica do Pedreira (valeu!).

O Alex Turner vive falando de como o hip hop tem sido uma constante influência nessa nova fase dos Arctic Monkeys – mas quando você vê isso em ação é que a ficha cai, saca só:
E se você não conhece essa música do Drake, tá dando mole, se liga:
Dica da Tati.

A outra banda de Thom Yorke puxou uma versão pra música que teria sido a base para um dos hits de 2013, no show que o Atoms for Peace fez no México nesta quarta-feira.
Ficou bom.

É tanto show em tanto Rock in Rio que às vezes encontros memoráveis como este passam despercebidos. Felizmente, há o registro:

O disco novo do Franz Ferdinand pode não ser tão bem amarrado quanto seu antecessor, mas há grandes momentos do cancioneiro riff-refrão-riff-refrão-riff tradicional do time liderado por Alex Kapranos. Esta seqüência de “Love Illumination”, “Bullet” e “Fresh Strawberries”, em versões acústicas, reforça esta qualidade, ainda intacta.

Acompanho a evolução da curitibana Fernanda Baglioli em seus sets via Goldiamond e Sweet Grooves há um tempo e quando ela foi passar uma temporada em Nova York no mês passado, me disse que iria assistir a alguns shows e apresentações legais. Pedi pra ela escrever e descrever o que viu na grande cidade e eis seu relato abaixo:

O pai do Hüsker Dü está entre nós e toca hoje e amanhã na choperia do Sesc Poméia. O Fernando Dotta, do Single Parents, o entrevistou antes de ele chegar ao Brasil e ele falou sobre método de composição, sua autobiografia e bandas novas (ele curte Toro y Moi!). Dá uma sacada:
A transcrição traduzida da entrevista segue abaixo: