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Paranoia

Inri Inbows

E o Rafa foi perguntar pra Inri Cristo sobre o que fazer após o drama do show do Radiohead. Veja o que ele respondeu:

De: MÉPIC – Movimento Eclético Pró INRI CRISTO

Rafael,

INRI CRISTO leu o seu e-mail e compreende a sua revolta. Já que você perguntou o que ele faria no seu lugar, eis a resposta de INRI: “Meu filho, eu jamais aceitaria ser apenas mais um elemento na massa de manobra. Quando aprecio uma banda ou cantor, assisto os shows no youtube ou em canal fechado, na tranquilidade da Casa de meu PAI. E te aconselho a fazer o mesmo”.

Cordialmente,
Aderexi Schmidt
Sec. Comunicação da SOUST

É, amigo…

4:20

Olha quem está falando que a internet é uma ameaça:

“It really almost makes you ask the question would it have been better if we had never invented the internet,” Rockefeller mused during the confirmation hearing of Gary Locke (see video), Obama’s choice for Commerce Secretary. He then cites a dubious figure of three million cyber “attacks” launched against the Department of Defense every day. “Everybody is attacked, anybody can do it. People say, well it’s China and Russia, but there could be some kid in Latvia doing the same thing.”

Que historinha, hein… E justo vindo de um Rockefeller… Me lembra o papo que o Lessig comentou, de que uma versão digital do “patriot act” (o conjunto de leis que o governo americano tirou da gaveta assim que o 11 de setembro aconteceu) estaria pronto para ser executado, caso um ataque de maiores proporções aconteça. E o melhor desse ataque é o seguinte: ninguém precisa morrer, ninguém precisa ser acusado de suspeito, nem disparar bombardeios para que os EUA – ou, melhor, a ONU – fechem a internet como a conhecemos hoje e a tornem completamente monitorada.

Tem a ver com a tal lei do Azeredo, com aquele problema com os novos termos de uso do Facebook e, em última instância, com os direitos civis de todo mundo.

E que tal essa: Obama pode DESLIGAR a internet apertando um só botão. Durma com um barulho desses…

4:20

No episódio de hoje, retomamos a fé na série graças ao drama de Kate, ao destino de Ben, ao diálogo entre Hurley e Miles e à última cena. É real, Lost engatou. Mas eu me pergunto sobre a relação entre Jacob e o Dr. Manhattan… E lembra como funciona, né? Baixa o MP3 e comece ouvi-lo antes de assistir ao episódio – quando dissermos “valendo!”, você aperta o play e assim nos ouve comentando… Lost.

Alexandre Matias e Ronaldo Evangelista – “Comentando Lost: Whatever Happened, Happened

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O nome do episódio de hoje é Dead is Dead.

4:20

O episódio de amanhã promete:

Aproveitando a deixa, aí vai uma saraivada de informações aleatórias sobre o seriado. Pra começar, três teorias distintas sobre a série – a primeira é a do Carlão, em que ele remonta sua teoria original sobre a Terra Oca (inspirada no livro The Smoky God) e a adapta para as referências mais recentes da série. Noutra, o Fabio Yabu fala da forma como o tempo é percebido na série – e como isso pode explicar lapsos de memória de alguns personagens. A teoria Lost is a Game cogita exatamente isso – que os acontecimentos ocorridos na série fazem parte de um jogo do tipo The Sims.

E, para entrar no clima Dharma desta temporada, vale revisitar o clássico Blast Door Map, desta vez esmiuçado pelos usuários da Lostpedia.