Só pode ser drogas.
Ow dó…
Dessa vez com a banda se apresentando no programa de Jools Holland, em 2001.
Sente o repertório:
“National Anthem” {missing intro}
“Morning Bell”
“Lucky”
“Knives Out”
“Life In A Glasshouse”
“Packt Like Sardines In A Crushed Tin Box”
“No Surprises” {ending cuts off}
“Exit Music for a Film”
“I Might Be Wrong”
“Street Spirit” {audio buzzes hard, sorry}
“Paranoid Android”
“Idioteque”
“The Bends” {missing outro}
Do Mario Bortolotto:
Tava ouvindo um carcereiro de um presídio feminino. Ele soltou essa:
“Já trabalhei dez anos em presídio masculino e cinco em presídio feminino. Vou dizer: prefiro cuidar de 100 homens extremamente perigosos do que cuidar de uma mulher só. É que os homens em geral, por mais truculentos que sejam, quando você chama ele na responsa, o cara acaba admitindo o erro, abaixa a cabeça e fala “Sim, senhor”. Já a mulher nunca admite. A mulher tem estágios. No primeiro ela chora. Quando não funciona, ela passa pro segundo que é discutir com você. Quando também não funciona, ela vai pro terceiro estágio que é o de ficar agressiva. Quando nenhum deles funciona, ela então apela pro quarto estágio que é o da auto-mutilação. Ela se corta, bate a cabeça contra a parede, o escambau. Mas ela nunca admite que tá errada”.
Eu sei que muitas mulheres vão achar essa colocação machista. Eu particularmente, até acho um pouco controversa. Mas por experiência própria, acho que faz sentido sim, (eu já testemunhei esses quatro estágios – e não foi só uma vez não) embora conheça algumas mulheres que sabem admitir quando erraram, e conheço alguns homens que nunca admitem. Mas no momento que o carcereiro falava, eu vi os homens assentindo com a cabeça. E até algumas mulheres também. Qualquer semelhança com a vida aqui fora deve ser mera coincidência, né?
Ainda bem que em dado momento ela se liga no mico que está pagando.
Danilo que pinçou essa, mas eu a dedico ao Mateus.
E depois dessa, putaqueopariu, vou dormir, porque amanhã tem…
Era, não mais. Mas Caprica aos poucos toma forma…
E, sim, eu sei que tou devendo o comentário sobre o final da série, que aconteceu exatamente no mesmo dia do show do Radiohead no Rio – aí, já viu… Mas além do final de BSG, devo retomar a retrospectiva de vez na semana que vem, que é minha última semana antes das minhas férias, quando fico três semanas fora (será que vocês agüentam?). Se eu vou conseguir zerar a contagem regressiva de 2008 eu não sei, mas vou dedicar a semana a isso – além de comentar alguns discos que eu deixei de falar desde o início do ano, e, claro, comentar o próximo episódio de Lost.
Mas antes de sair de férias, tou preparando uma coisinnha pra deixar de presente pra vocês.
E por falar em Radiohead, que tal esse mashup que o Rodrigo fez do David After Dentist com “How to Disapper Completely”?






