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Paranoia

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Parece só um esquete de humor do Porta dos Fundos, mas fala bastante sobre o conceito de ética do brasileiro.

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O exagero de referências e a mão pesada de Zack Snyder podem colocar em risco não só a atual estratégia da DC no cinema mas também todo o carnaval de super-heróis que domina o cinema nesta década – escrevi sobre isso lá no blog no UOL.

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Se a perspectiva de um filme do Super-Homem feito por Zack Snyder ainda parece indigesta mesmo ele já tendo provado que não sabe direito lidar com filmes de super-heróis (muita estética vazia, pouco tutano – parecem os quadrinhos da Image nos anos 90), você nem queira cogitar o que poderia ser o filme do alienígena mais famoso da cultura pop caso caísse nas mãos de Tim Burton. Mesmo que muita gente leve em consideração os dois filmes do Batman dirigidos pelo criador de Eduardo Mãos-de-Tesoura (eu os considero pavorosos e frustrantes, em diferentes níveis), Burton poderia descer ainda mais profundamente caso pusesse as mãos num filme sobre o krytponiano.

Esse é o tema do documentário que Jon Schnepp decidiu lançar online, abrindo um filão para filmes sobre filmes – e outras obras de arte – que não saíram do papel. O filme de Burton chegou a estágios que chegaram até a testar um bisonho uniforme prateado num cabeludo Nicolas Cage, num filme que até contou com Kevin Smith entre os roteirista. A premissa de Burton era estranhíssima e além de jogar fora toda a mitologia do super-herói para recriar outra (que incluía até mesmo espécies da fauna de Krypton na Terra, pqp) mantendo “a essência do personagem”, seja lá o que isso quisesse dizer para o diretor. Superman Lives, que estava programado para estrear em 1998, contaria a história da morte do super-herói, sua reencarnação no ventre de Lois Lane e seu crescimento ultrarrápido em três semanas para se tornar o herói que conhecíamos antes de sua morte, mais uma vez. Um WTF tão gigantesco que torna-se tímido quando vemos as imagens que o documentarista desenterrou com Cage vestido como o icônico personagem americano, que colocou em seu trailer.

O filme The Death of “Superman Lives”: What Happened? já está à venda pelo site do diretor, em várias versões com muitos extras

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Gregório Duvivier acerta mais uma vez na veia da nação canarinho ao expor a transformação do Vaticano em república bolivariana:

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A abertura do clássico seriado com Will Smith feita via Grand Theft Auto me faz volta àquela velha discussão entre cinema e videogame mais uma vez, lá no meu blog no UOL.

ivete-criolo

Confesso que fiquei completamente por fora da polêmica e da realização do encontro de Ivete Sangalo com o Criolo para homenagear Tim Maia – muita informação inevitavelmente faz a gente deixar passar um monte de outras coisas -, mas não dá pra passar batido dessa capa horrorosa feita a partir de uma foto normal da dupla. Tem gente que pode achar que capa de disco é coisa do passado, que a era digital transformou o que era um pôster quadrado em um ícone de desktop, não-sei-o-quê e tralalá, mas não dá pra não lamentar que dois nomes tão importantes pra música brasileira lancem um disco com uma capa que parece uma coletânea genérica que a Paradoxx lançava no final dos anos 90…

bates

Mais uma do editor James T. Sweeney, que compilou aqueles momentos em que o protagonista de uma cena olha para a câmera como se pudesse alcançar o espectador e, em alguns casos, fala com ele.

Epicamente

Inside-Out

O novo desenho da Pixar, Divertidamente, ganha contornos tensos graças à adição da trilha sonora de Inception em seu trailer, num trabalho de edição feito por Nelson Carvajal.

carrey

Um mestre do humor físico, Jim Carrey talvez tenha na queda sua grande arma secreta. Não é um movimento clássico, mas toda uma gama de variações do tema do movimento que busca alguém de pé e o atira no chão graças à gravidade, como podemos ver nesse vídeo feito pelo youtuber Shawn Kohne:

bethania

Calma que é só um mashup: o Ulisses Brun Multini juntou a base de “Bela Lugosi is Dead” do Bauhaus e colocou sob o vocal de “Maldição”, do disco Drama, de Maria Bethania. O mais estranho, no entanto, é que não fica estranho.

Dica do Luciano.