O pessoal do Cinefix fez um vídeo (em inglês) comparando as versões do anime com a do mangá do clássico Akira.
Muito bom.
Demais esse making of do meu filme favorito do John Carpenter, o sensacional They Live.
O canal norte-americano Syfy estreia no final de novembro a série de 13 episódios Incorporated, que fala de um futuro em que empresas decidem o destino das pessoas e que não há segredos a serem escondidos (bem parecido com o nosso presente). Produzido pela dupla Matt Damon e Ben Affleck, o seriado também lembra o incômodo The Circle, de Dave Eggers, outro duro retrato sobre nossa época digital. Eis seu primeiro trailer:
A terceira temporada do seriado distópico inglês de Charlie Brooker estreia ainda em outubro no Netflix – assista ao trailer com trechos dos seis episódios inéditos lá no meu blog no UOL.
A série inglesa Black Mirror tem tudo para deixar 2016 ainda mais tenso – pois sua nova temporada chega com seis episódios simultaneamente pelo Netflix, ao contrário das duas anteriores (com três episódios cada), que foi espalhando-se lentamente pelo planeta. O trailer desta terceira temporada mostra flashes desses seis universos fictícios que flutuam entre a realidade digital de hoje e a ficção científica distópica de alguns anos adiante, imaginados pela equipe liderada pelo controverso Charlie Brooker.
E a série estreia este mês, dia 21.
Mais uma música do novo e pesado disco de Nick Cave ao lado de seus Bad Seeds, Skeleton Key, em que o bardo canta a dor da perda do próprio filho. “Girl In Amber” é dirigido pelo mesmo Andrew Dominik, que transformou as gravações do disco no filme One More Time With Feeling, exibido no Festival do Rio. Será que vem pra Mostra de São Paulo?
Angelo Badalamenti de volta aos teclados da fria série é mais um teaser para o 2017 de David Lynch – postei o vídeo lá no meu blog no UOL.
A terceira temporada de Twin Peaks é uma realidade e estreia no ano que vem no canal norte-americano Showtime. A série criada e acalentada por David Lynch por duas magras temporadas no início dos anos 90 não apenas estabeleceu a reputação do diretor como um dos nomes mais freaks da paisagem hollywoodiana como começou uma lenta mudança na forma e no conteúdo dos seriados de televisão que deixaram de ser sitcoms repetitivas e se tornaram as obras-primas atuais.
E enquanto a série não tem data de lançamento definida, o diretor e a emissora trabalham só com a expectativa do público, divulgando informações esparsas que deixam qualquer fã do seriado original grudado na poltrona de emoção. Já foi anunciado um elenco com mais de 200 atores, que inclui tanto parte do time original de atores – como Kyle MacLachlan, Sherilyn Fenn, David Patrick Kelly, Miguel Ferrer, Sheryl Lee, Dana Ashbrook, o próprio Lynch, Ray Wise e Russ Tamblyn, entre outros – quanto novatos na série famosos na vida real – como Eddie Vedder (do Pearl Jam), Sharon Van Etten, Monica Bellucci, Amanda Seyfried, Ashley Judd, Laura Dern, Naomi Watts, Michael Cera, Tim Roth, Trent Reznor (do Nine Inch Nails) e Sky Ferreira, entre outros.
Agora é a vez de confirmar a presença do músico e compositor Angelo Badalamenti, autor da trilha original da série, em um teaser que passeia por uma misteriosa floresta…
A trilha sonora original de Twin Peaks, de autoria de Angelo Badalamenti, acaba de ser relançada aproveitando a proximidade da nova temporada – e pela primeira vez chegou ao formato vinil graças à loja Mondo.
É uma notícia difícil de ser assimilada, mas o Notícias da TV anuncia que o canal pago Sony irá dublar os 180 episódios de Seinfeld – e que depois de não conseguir Fabio Porchat para fazer a voz em português do protagonista, está negociando com Eri Johnson essa dublagem! Putaqueopariu!
E o pior é que querem chamar a Danielle Winits pra dublar a Elaine! Que mais vão fazer? André Marques dublando o George? Padre Marcelo dublando o Kramer?
A princípio rola só aquele sensação de desconforto pelo contexto completo (uma atriz da Globo homenageando Kurt Cobain ao piano no programa do Jô Soares), mas ela nem sabe a letra da música direito e as coisas vão piorando até você começar a pensar que talvez Seinfeld dublado pelo Eri Johnson não seja a pior notícia do dia…
Falei lá no meu blog do UOL sobre como Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, resolve contar, através da HBO, a história do líder do culto religioso suicida, que teve passagens pelo Brasil.
Vince Gilligan resolveu sair de Albuquerque para outro interior dos Estados Unidos, contar mais uma saga de ascensão de uma figura sombria. Depois de firmar seu nome como autor da aclamada série Breaking Bad, universo em que ele ainda burilou por duas temporadas, na série filhote Better Call Saul, o produtor resolveu contar a história de uma das figuras mais controversas do século passado: o líder religioso Jim Jones.
De acordo com o site Deadline, a série, que terá um número limado de episódios, será produzida por Gilligan, sua parceira de Breaking Bad Michelle MacLaren e a atriz Octavia Spencer, dona dos direitos de adaptação do livro Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People, escrito pelo jornalista Tim Reiterman, que sobreviveu ao massacre. Será a primeira produção de Gilligan na HBO, que MacLaren, que dirigirá a série, já conhece por ter dirigido episódios de Game of Thrones.
O norte-americano Jim Jones é um dos personagens mais sinistros da história dos cultos religiosos do século passado, mas sua personalidade sombria floresceu depois de começar como um carismático líder bem intencionado. Sua escalada para a fama começou com a criação de sua própria igreja, o Templo dos Povos, que começou sua história no estado de Indiana, migrou para São Francisco na Califórnia e finalmente para a Guiana, aqui na América do Sul, onde fundou sua própria colônia, Jonestown, que no final dos anos 70 foi palco para um macabro suicídio coletivo de quase 1000 pessoas, entre elas mais de 300 crianças, todos envenenados. Fica a dúvida se a série mostrará o tempo em que Jones passou pelo Brasil, no início dos anos 60, quando escolheu Belo Horizonte como a melhor cidade para fugir de um ataque nuclear, que ele estava certo que aconteceria naquela década, para depois mudar-se com seu culto para o Rio de Janeiro, onde atuou junto às comunidades das favelas cariocas.
Tomara que Akira só tenha acertado a data e o local dos próximos jogos olímpicos, afinal você lembra o que acontecia. Não lembra? Falei disso no meu blog no UOL.
Agora que os festejos olímpicos se passaram, fãs dos jogos miram suas expectativas para a próxima edição da competição, que acontece em Tóquio, no Japão, daqui a quatro anos. Acontece que as Olimpíadas de 2020 já haviam sido anunciadas que iriam acontecer na capital japonesa desde os anos 80, pelo menos na ficção. É que o clássico anime cyberpunk Akira, lançado em 1988, passava-se um ano antes destes jogos, em 2019. Ao contrário do que o que previsto, no entanto, seria a trigésima edição dos jogos olímpicos, diferente da vida real, quando a cidade sediará os 32ª edição dos jogos.
No desenho, no entanto, Tóquio como conhecemos foi destruída ainda no século 20 devido a um estranho incidente psíquico e a nova cidade – chamada de Neo-Tóquio – esperava ter nas olimpíadas seu grande momento após a catástrofe. Acontece que o próprio estádio olímpico torna-se palco de outro momento em que a cidade torna-se assunto global – mas não por causa da competição…
Se você não assistiu ainda à Akira, faça-se esse favor: é um filme que fica cada vez mais atual, mesmo lidando com temas distantes da nossa realidade… por enquanto.












