É uma notícia difícil de ser assimilada, mas o Notícias da TV anuncia que o canal pago Sony irá dublar os 180 episódios de Seinfeld – e que depois de não conseguir Fabio Porchat para fazer a voz em português do protagonista, está negociando com Eri Johnson essa dublagem! Putaqueopariu!
E o pior é que querem chamar a Danielle Winits pra dublar a Elaine! Que mais vão fazer? André Marques dublando o George? Padre Marcelo dublando o Kramer?
A princípio rola só aquele sensação de desconforto pelo contexto completo (uma atriz da Globo homenageando Kurt Cobain ao piano no programa do Jô Soares), mas ela nem sabe a letra da música direito e as coisas vão piorando até você começar a pensar que talvez Seinfeld dublado pelo Eri Johnson não seja a pior notícia do dia…
Falei lá no meu blog do UOL sobre como Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, resolve contar, através da HBO, a história do líder do culto religioso suicida, que teve passagens pelo Brasil.
Vince Gilligan resolveu sair de Albuquerque para outro interior dos Estados Unidos, contar mais uma saga de ascensão de uma figura sombria. Depois de firmar seu nome como autor da aclamada série Breaking Bad, universo em que ele ainda burilou por duas temporadas, na série filhote Better Call Saul, o produtor resolveu contar a história de uma das figuras mais controversas do século passado: o líder religioso Jim Jones.
De acordo com o site Deadline, a série, que terá um número limado de episódios, será produzida por Gilligan, sua parceira de Breaking Bad Michelle MacLaren e a atriz Octavia Spencer, dona dos direitos de adaptação do livro Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People, escrito pelo jornalista Tim Reiterman, que sobreviveu ao massacre. Será a primeira produção de Gilligan na HBO, que MacLaren, que dirigirá a série, já conhece por ter dirigido episódios de Game of Thrones.
O norte-americano Jim Jones é um dos personagens mais sinistros da história dos cultos religiosos do século passado, mas sua personalidade sombria floresceu depois de começar como um carismático líder bem intencionado. Sua escalada para a fama começou com a criação de sua própria igreja, o Templo dos Povos, que começou sua história no estado de Indiana, migrou para São Francisco na Califórnia e finalmente para a Guiana, aqui na América do Sul, onde fundou sua própria colônia, Jonestown, que no final dos anos 70 foi palco para um macabro suicídio coletivo de quase 1000 pessoas, entre elas mais de 300 crianças, todos envenenados. Fica a dúvida se a série mostrará o tempo em que Jones passou pelo Brasil, no início dos anos 60, quando escolheu Belo Horizonte como a melhor cidade para fugir de um ataque nuclear, que ele estava certo que aconteceria naquela década, para depois mudar-se com seu culto para o Rio de Janeiro, onde atuou junto às comunidades das favelas cariocas.
Tomara que Akira só tenha acertado a data e o local dos próximos jogos olímpicos, afinal você lembra o que acontecia. Não lembra? Falei disso no meu blog no UOL.
Agora que os festejos olímpicos se passaram, fãs dos jogos miram suas expectativas para a próxima edição da competição, que acontece em Tóquio, no Japão, daqui a quatro anos. Acontece que as Olimpíadas de 2020 já haviam sido anunciadas que iriam acontecer na capital japonesa desde os anos 80, pelo menos na ficção. É que o clássico anime cyberpunk Akira, lançado em 1988, passava-se um ano antes destes jogos, em 2019. Ao contrário do que o que previsto, no entanto, seria a trigésima edição dos jogos olímpicos, diferente da vida real, quando a cidade sediará os 32ª edição dos jogos.
No desenho, no entanto, Tóquio como conhecemos foi destruída ainda no século 20 devido a um estranho incidente psíquico e a nova cidade – chamada de Neo-Tóquio – esperava ter nas olimpíadas seu grande momento após a catástrofe. Acontece que o próprio estádio olímpico torna-se palco de outro momento em que a cidade torna-se assunto global – mas não por causa da competição…
Se você não assistiu ainda à Akira, faça-se esse favor: é um filme que fica cada vez mais atual, mesmo lidando com temas distantes da nossa realidade… por enquanto.
Primeiro single do novo disco de Nick Cave com os Bad Seeds, “Jesus Alone”, com o velho Nick ao piano, cercado por cordas, drones e percussão mínima, dá o tom sombrio e pesado de seu álbum-filme: o documentário One More Time with Feeling será lançado na quinta, um dia antes da chegada do disco Skeleton Key, que estava sendo gravado quando seu filho adolescente morreu ao cair de um abismo, no ano passado.
Tenso.
O Netflix anuncia a segunda temporada de Stranger Things e começa a provocar expectativas ao listar o que deverão ser os títulos dos episódios. Postei o teaser lá no meu blog no UOL.
Esquadrão Suicida, o novo filme da DC não é propriamente ruim – mas está longe de ser bom. Escrevi sobre ele lá no meu blog no UOL.
“A maioria de nós não quer mudar, de verdade. Quer dizer, por que deveríamos? O que nós queremos é fazer algumas modificações no modelo original”, diz Nick Cave no trailer de seu próximo projeto, o disco-filme Skeleton Tree/One More Time With Feeling, este último dirigido pelo neo-zelandês Andrew Dominik (autor de O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford e O Homem da Máfia). É o primeiro projeto em que o autor se refere à morte de seu filho de 15 anos, que despencou de um desfiladeiro no meio de uma viagem de LSD em julho do ano passado. Ele continua:
“Mas o que acontece quando um algo ocorre e é tão catastrófico, que você simplesmente muda? Você muda de uma pessoa conhecida para uma pessoa desconhecida. E quando você olha para você no espelho, você reconhece a pessoa que você era, mas a pessoa dentro daquela pele é outra pessoa.”
Tenso.
O disco será lançado no dia 9 de outubro e o filme será exibido no dia anterior (mais detalhes no site de Cave), em diversos cinemas (ainda não há referência à exibição no Brasil, basta checar no site oficial).
O primeiro trailer de American Gods prova que a série vai acontecer e que mantém a fidelidade ao tom do livro original – comentei mais sobre isso no meu blog no UOL.
…e uma teoria sobre como a série seria uma metáfora para… o câncer! Veja lá no meu blog no UOL.











