E por falar no Hüsker Dü…
Olha o setlist:
“New Day Rising”
“It’s Not Funny Anymore”
“Everything Falls Apart”
“Girl Who Lives on Heaven Hill”
“I Apologize”
“If I Told You”
“Folklore”
“Terms of Psychic Warfare”
“Powerline”
“Books About UFOs”
“Chartered Trips”
“Diane”
“Celebrated Summer”
“Every Everything”
“Makes No Sense at All”
“Pink Turns to Blue”
“Ticket to Ride”
“Reoccurring Dreams/Dreams Reoccurring”
“Eight Miles High”
“Love Is All Around”
Que banda, viu…
A festa dessa sexta promete ser… épica. Chamei Dani Arrais – a dona do Don’t Touch My Moleskine e velha comadre de guerra – pra tocar comigo e ela sugeriu chamar o Thiago @oraporra Guimarães, que está fazendo aniversário. Não o conhecia, mas pelo set que ele fez como aperitivo da noite, viu… promete. Dani também fez sua mixtape e as duas seguem aí embaixo. E pra ir na festa, já sabe o esquema, né? As coordenadas estão no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook. E o nome na lista você manda para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h da sexta. E se prepare para uma noite ÉPICA. Eu tou falando: ÉPICA.
Abaixo, um documentário citado no próximo Vintedoze, para quem quiser se inteirar.
E assim o velho quadrinista reagiu ao filme de Spielberg:
Vi na Bravo.
O designer norte-americano Andrés Romero recriou super-heróis clássicos e contemporâneos em cartazes de cores fortes e poucos traços.
Eu e Taís jogamos pra geral e nos acabamos de tanto fazer o povo dançar na Noite Trabalho Sujo da semana passada. E na próxima edição da festa, divido os CDJs com a Dani Arrais, que trouxe a tiracolo o aniversariante Thiago @oraporra Guimarães, que resolveu festejar na melhor sexta-feira de São Paulo.
Tem mais fotos da Bárbara aí embaixo…
Olha a capa do disco novo da dupla carioca, chamado Manja Perene.
Recomendo que você tire dez minutos apenas para assistir aos dois vídeos abaixo. Ponha seus fones, selecione a opção fullscreen e aperte o play. Primeiro no trailer:
Depois nesse trecho de downhill na cidade ao som de LCD Soundsystem.
Assistir a esse All I Can na mesma semana que o Don’t Think dos Chemical Brothers me fez crer que há uma nova categoria de filmes surgindo – que não são feitos só para assistir e nem são apenas para distrair. Há uma concentração irracional que é o pressuposto da viagem, um ponto de vista ilógico, em que apenas as imagens e a trilha sonora importam.
Assisti no fim da noite de ontem ao filme-show-happening dos Chemical Brothers, que teve pré-estréia em São Paulo e em outras 19 cidades do mundo.
O filme pode ser encarado como um DVD ao vivo projetado em uma telona de cinema (exigência dos Brothers pra fazer algo que não isolasse os fãs em casa), mas ao mesmo tempo Don’t Think está no limite do 3D sem óculos graças a pupilas dilatadas. Mas depois eu falo mais dele.
O filme estréia mesmo no dia 3 de fevereiro e será exibido em pelo menos seis cidades brasileiras – aqui tem uma lista. E certifique-se que o volume da sala esteja no talo.









