
“Falando nisso, não esqueço seu aniversário, não te mando parabéns porque não tenho saco. Vai que eu ligo e você não atende, vai que atende e eu não tenho papo”
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E a senhorita Rosalía que apareceu do neida no penúltimo dia de 2025 no Rio de Janeiro (dançando e tocando funk inclusive)? Será que ela vai passar o ano novo aqui?
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O encontro de João Gomes e Nação Zumbi aconteceu neste sábado no Recife, mas ainda estou à caça de vídeos do show. Alguém viu outros trechos por aí? Esse show podia continuar rolando ano que vem…
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Manu Chao começa 2026 levando seu show acústico para cinco praças brasileiras entre os dias 23 de janeiro e 11 de fevereiro, quando passa por Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo (no Cine Joia, ingressos à venda aqui), Ribeirão Preto e Rio de Janeiro.

Procurando o que assistir nesses dias de limbo entre o natal e o ano novo? Saca as sugestões de filmes que a cinéfila Charli XCX compartilhou em sua conta no tique-toque. Tem desde David Lynch a Antonioni, passando pelo novo do Linklater (obrigatório, reforço a dica), Sophia Coppola, Robert Altman, um anime e uma animação da Disney (Zootopia 2, que ela crava como um clássico do futuro), entre várias outras (ótimas) dicas. Anota aí!
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E o Mao do Garotos Podres contando que por conta da infame e clássica “Papai Noel, Velho Batuta” (lançada em MIL NOVECENTOS E OITENTA E CINCO), a banda teve que explicar numa delegacia que… Papai Noel não existe! Ainda bem que 2025 tá acabando, porque pqp que aninho!
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E por falar no JG, ele deixou um post cifrado, soltando um twinpeaksiano “está acontecendo” ao publicar uma foto de seu bonezinho ao lado do de Chico Science em seu Instagram. O que será que vem por ai? Fim do suspense: João Gomes e Nação Zumbi dão início às comemorações do aniversário de 60 anos de Chico Science (que acontecerá no próximo mês de março) fazendo um show conjunto neste sábado, no Recife, celebrando a importância do mangue boy original. Esse encontro promete!
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A última vez que havia visto Ney Matogrosso ao vivo foi em novembro de 2023 quando, ao lado do pianista Leandro Braga, ele realizou uma apresentação deslumbrante no palco do Sesc Pinheiros. E por mais comedido que o formato voz e piano poderia parecer, ele ultrapassou o recato da formação e facilmente dominou o público, conquistando, mestre que é, a plateia apenas com sua presença formidável e sua impactante e encantadora voz. Dois anos depois e novamente o reencontro num ambiente completamente diferente, quando encerrou o ano memorável – puxado pelo filme Homem com H, de Esmir Filho – hipnotizando uma multidão gigantesca com seu corpo e voz no estádio do Palmeiras. O repertório é o mesmo que ele vem tocando nos shows mais recentes, passeando por clássicos da música brasileira fora do cânone tradicional e só o trio de canções na abertura (a arrebatadora “Eu Quero é Botar Meu Bloco na Rua” de Sérgio Sampaio, que batiza o novo show; a empolgante “Jardins da Babilônia” de Rita Lee e o groove latino dos Palaramas em “O Beco”) já deixou o público aceso. A partir daí pode visitar canções menos manjadas (como duas de Itamar Assumpção – “Já Sei” e “Já Que Tem Que” -, “Tua Cantiga” de Chico Buarque, a parceria de Chico com Fagner em “Postal de Amor”, “Estranha Toada” de Martins e “A Maçã” de Raul Seixas) temperada com outras bem conhecidas da plateia (como “Yolanda” de Pablo Milanés, “Pavão Mysteriozo” de Ednardo, “Mesmo Que Seja Eu” de Erasmo Carlos, “O Último Dia” de Paulinho Moska e “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” de Hyldon), sempre seduzindo a massa com os movimentos de seu corpo, seu olhar penetrante e sorriso sincero. Sem contar a voz: como canta esse Ney! E seu timbre parece não ter envelhecido um milímetro desde que entrou na história da cultura brasileira há mais de meio século. A partir daí, este senhor de 84 anos voltou-se para as canções que lhe deram fama, emendando três dos Secos e Molhados (“Fala”, “O Vira” e uma versão roqueira demais pra “Sangue Latino”), “Pro Dia Nascer Feliz”, que ele tornou famosa para o Barão Vermelho e “Homem Com H”, que encerrou a noite, que ele ainda embrenhou “Como Dois e Dois” de Caetano Veloso, “Poema” também do Barão, “A Balada do Louco” dos Mutantes e uma irresistível versão para “Roendo as Unhas”, do Paulinho da Viola. Falando pouquíssimo com a audiência, ele soltou o verbo mais pro final do show, quando, emocionado, disse que não iria fazer o mis-en-scene do bis e ficou direto no palco, eletrizando a todos em quase duas horas de show. Um momento mágico para encerrar um ano intenso. Obrigado, Ney!
#neymatogrosso #allianzparque #trabalhosujo2025shows 288

Na terça-feira, o Yo La Tengo seguiu seus festejos de fim de ano no Bowery Ballroom, em Nova York, e dessa vez chamou convidados apenas no bis, quando convocou o trio Sprawl e a atriz Ana Gasteyer para dividir o palco com eles, passeando por músicas do Velvet Underground (“We’re Gonna Have A Real Good Time Together”), um clássico do rock de garagem dos anos 60 (“Kicks”, dos Paul Revere and the Raiders) e alguns hits de fim de ano, como “Dream a Little Dream of Me”, “(There’s) Always Something There to Remind Me”, “Tie a Yellow Ribbon Round The Ole Oak Tree” e “Silver Bells”. E a festa segue por mais cinco dias…
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Vocês viram esse absurdo? Quarenta anos depois de chocar as viúvas da ditadura com a infame e jocosa canção punk natalina “Papai Noel Velho Batuta”, o seminal grupo Garotos Podres foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo por “ofensa religiosa” (como se Papai Noel estivesse na Bíblia!), como eles mesmos divulgaram, de forma indignada, em sua conta no Instagram. Eles aproveitaram para mostrar um clipe novo que fizeram desta que já é, faz tempo, um hino do punk brasileiro, atualizando a música com elementos do século 21 – do presidente dos EUA a um zumbi que insiste em não querer morrer. Tomara que essa história não prossiga, todo o apoio aos Garotos Podres!
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