E esse remix que o norueguês Lindstrøm fez pra “I Can’t Lose” do Mark Ronson, deixando a música bem mais expansiva? Segura!
O encontro entre duas das principais bandas da nova psicodelia brasileira encerrou com uma versão arrebatadora para “Saídas e Bandeiras No. 2”, de Milton Nascimento e Lô Borges no mítico Clube da Esquina. Mais um aceno para a influência do Clube, que paira cada vez mais forte sobre a produção musical desta década.
Dá pra ver o show inteiro aí embaixo (depois eu escrevo melhor sobre ele, que ainda teve três inéditas do Boogarins: “Falsa Folha de Rosto”, “6000 Dias” e uma ainda sem título, que eu chamei de “De uma Vez”), mas é que essa versão dessa música do Lô…
E no mesmo Glastonbury que Pharrell apresentou sua música nova “Freedom”, Mark Ronson trouxe seu hit “Uptown Funk” em uma versão deluxe, com direito a convidados de peso: primeiro com o DJ Grandmaster Flash, depois com a diva Mary J. Blidge e, finalmente, com o papa do g-funk George Clinton.
Sensacional.
Já deu pra entender que Chad Bundick, nosso querido Toro y Moi, não fica preso em um tipo de sonoridade. Começou no chillwave em seus primeiros álbuns (Causers of This e Underneath the Pine), atravessou o groove reto nos discos seguintes (o EP Freaking Out e Anything in Return), no ano passado lançou um projeto dedicado à dance music descerebradas (Les Sins) e no início do ano lançou o discaço What For?, em que passeava pelo campo florido da psicodelia indie. Ele agora começa a flertar com o hip hop experimental e já lançou três músicas que mostram que ele deve, mais uma vez, mudar sua persona musical. A faixa mais recente é esta instrumental “That Instead of This”, que ele lançou no início desta semana.
Antes desta, ele já tinha mostrado esta “2Late”, gravada com os MCs Kool A.D. and Safe:
E essa brincadeira começou com a faixa “room for 1zone”, que já ganhou clipe.
Junto com as novas músicas, Chaz vem divulgando a imagem de uma moça escondendo o rosto e, na mais recente, adicionou a hashtag #samantha na descrição. Alguma dica sobre o que vem por aí?
Todo mundo já deveria conhecer e reconhecer a maestria do designer Saul Bass para apresentar filmes clássicos – mas o pessoal do Art of Title fez essa sequência para que mais uma vez possamos nos deslumbrar com algumas das mais incríveis aberturas da história do cinema.
Essa série de vídeos do canal Cut mostra a evolução da beleza feminina no século 20 a partir apenas da mudança de penteados e maquiagem em países como Estados Unidos, México, Índia, Coréia, Rússia, nas Filipinas e Irã.
Tomara que eles façam mais.
Cara… Não faça isso.
Bem boa essa música nova do Pharrell: ele apresentou “Freedom” pela primeira vez no festival de Glastonbury, na Inglaterra.
Demais essa série nova do Dahmer.
A falta do que fazer da vez fez um sujeito reunir todos os seis Guerra nas Estrelas na mesma edição de vídeo, superpostos em camadas simultâneas. Aparentemente, o resultado é uma cacofonia de imagens embaralhadas e ruídos e vozes familiares, mas que aos poucos se revela uma enorme teste audiovisual de Rorschach, permitindo que você ouça e veja o que quiser dentro da mitologia que crescemos acompanhando.









