A dupla carioca Letuce agora é um quinteto e aos poucos prepara o lançamento de seu terceiro disco, batizado de Estilhaça, com produção de João Brasil. A primeira faixa a aparecer é essa irresistível “Lugar para Dois”.
E por falar na nova temporada de True Detective (estão gostando? Demora pra pegar, mas vai bem…), o site do Creators Project conversou com o Raoul Marks, designer australiano que criou a abertura da primeira temporada e ganhou um Emmy sem ter saído de seu pequeno escritório em Sidney, sobre a variação das colagens em câmera lenta para a nova temporada da série:
“The more gloomy monotone vibes of the first season weren’t going to work… We needed some brighter turquoise and reds. We relied heavily on still photography for a lot of the locations and textural elements in the sequence. In fact, the majority of imagery comes from still images. So a large part of production was bringing the photography to life. It needed to reflect our new setting of fictional Vinci, California, and feel like a lucid dream—unsettling and full of Californian heat. The goal was to be recognizable, but also to take a new angle on the iconic aesthetic of California. We were lucky enough to have been given a whole bunch of work by photographer David Maisel. He has some beautiful photographs that we referenced: high contrast black-and-white imagery of all the snaking freeways in Los Angeles, wider California and the Lake District, and also abstract aerial photography.”
Dá pra ler a entrevista inteira aqui.
Expliquei porque o Rush riu por último ao aparecer pela primeira vez na capa da Rolling Stone depois de 40 anos lá no meu blog do UOL.
Fora da segunda temporada de True Detective, o diretor Cary Joji Fukunaga foi fundamental para consagrar o seriado como um marco da TV nesta década. E o tumblr A Tea and a Movie reuniu as referências visuais do diretor – que incluem clássicos do cinema policial como Se7en e O Silêncio dos Inocentes (e um improvável Tarkovsky!) – numa tag de seu site e também no vídeo abaixo:
Com Wes Anderson a função do diretor parece envolver necessariamente a do diretor de arte, como reforça esse tumblr dedicado à suas paletas de cores:
Tem mais lá.
E na mesma semana que o Kendrick Lamar lança um clipe cinematográfico estiloso, o geninho Emicida lança o dele e a faixa “Boa Esperança”, que foi lançada na semana passada e pode ser baixada gratuitamente aqui, confirma o ar de sangue nos olhos que deverá pairar sobre o próximo disco do rapper, que será lançado no final deste mês. Dirigido por João Wainer e Katia Lund, o clipe coloca Emicida como porteiro que acompanha o desenrolar dos acontecimentos em uma mansão em um condomínio de alto padrão. O conteúdo é nitroglicerina pura – e pode dar muito o que falar.
Pelo jeito aquela personalidade gente boa que Emicida sempre cultivou está sendo deixada de lado
Kendrick Lamar não se contenta com o topo do hip hop mundial – ele quer o trono do pop. E pra isso ele pegou uma ds melhores músicas de seu To Pimp a Butterfly – “Alright”, coproduzida pelo Pharrell – e a transformou num clipe espetacular, que com certeza o levará ainda mais longe. Saca só:
O prodígio Nicolas Jaar lançou um EP no início de maio – o primeiro que lança com seu próprio nome desde 2011 – e acaba de lançar mais um, uma espécie de continuação do anterior, que chamava-se Nymphs II. O novo, chamado Nymphs III e também lançado por sua gravadora Other People, conta com duas faixas, “Swim” e “Mistress”, que podem ser ouvidas abaixo.
Pelo jeito é só o começo de mais uma do jovem Jaar.
O John Belushi dos anos 90 tem sua biografia revista no documentário I Am Chris Farley, que deve estrear em vídeo on demand, nos EUA, no último dia deste mês. O filme conversou com vários amigos e contemporâneos de Chris, que morreu em 1997 numa overdose de drogas, como Adam Sandler, David Spade, Bob Odenkirk, Christina Applegate, Dan Aykroyd, Lorne Michaels, Mike Myers, entre outros.
Maiores informações no site oficial do filme.







