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Loki

icanneverbemyself

O recém-lançado clipe de “I Can Never Be Myself When You’re Around” é mais um indício – após o lançamento da faixa-título no mês passado – que o aguardado próximo disco da banda de Johnny Jewel, Dear Tommy, está prestes a sair.

Não vemos a hora.

fujiya-miyagi

O quarteto inglês Fujiya & Miyagi lança a segunda parte de seu quebra-cabeça de vinis Impossible Objects of Desire, composto por três EPs. O EP2 é puxado pela kraut “Outstripping (The Speed of Light)”, em que o grupo faz uma reverência literal aos seus ídolos do Neu.

No mês passado eles haviam lançado o clipe da faixa de trabalho do primeiro EP, lançado no primeiro semestre, e “To The Last Beat Of My Heart” segue a celebração a 2001 – Uma Odisseia no Espaço que, pelo jeito, voltou a habitar nosso inconsciente.

O terceiro EP da coleção sai no ano que vem.

justice-woman

Eis que surge mais uma faixa do novo disco da dupla francesa Justice – e a sinuosa “Randy” vem junto com a capa (acima), o título – Woman -, a ordem das músicas (abaixo) e a data de lançamento de seu novo disco, no dia 18 de novembro.

“Safe and Sound”
“Pleasure”
“Alakazam!”
“Fire”
“Stop”
“Chorus”
“Randy”
“Heavy Metal”
“Love S.O.S.”
“Close Call”

E somada à já mostrada faixa que abre o disco (“Safe and Sound”), essa “Randy” coloca o disco num bom rumo.

present-tense

Mais um clipe do novo disco do Radiohead dirigido por Paul Thomas Anderson, a apaixonada “Present Tense” recebe um tratamento bem mais cru (e, aparentemente, sem tantos significados cifrados) ao flagrar Thom Yorke e Jonny Greenwood tocando a canção ao pé de uma fogueira acompanhados apenas uma bateria eletrônica Roland CR-78.

Demais.

2001

Sensacional essa justaposição de “Eventually”, do Tame Impala, sobre o clássico da ficção científica de Kubrick, 2001 – Uma Odisseia no Espaço, que dá novos contornos à canção.

Foto: Frederico Finelli

Foto: Frederico Finelli

Em plena turnê de lançamento do disco Curado, em parceria com Paulo Santos, o Hurtmold apresenta-se nessa sexta-feira em São Paulo no Sesc Belenzinho (com ingressos esgotados, saiba mais aqui) e no sábado em Jundiaí (mais informações aqui) depois de ter passado por Ribeirão Preto e Sorocaba, sempre ao lado do músico do Uakti, banda que Guilherme Granado reverencia como “um pilar pra música criativa” no breve papo que tive com ele e que você ouve abaixo:

O início da parceria com Paulo Santos
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-o-inicio-da-parceria-com-paulo-santos

Como a parceria com Paulo Santos virou disco
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-como-a-parceria-com-paulo-santos-virou-disco

Sobre a importância do Uakti
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-sobre-a-importancia-do-uakti

O processo de composição e gravação de Curado
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-o-processo-de-composicao-e-gravacao-de-curado

Post rock?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-post-rock

Tradição instrumental
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-tradicao-instrumental

Colaborações instrumentais dos sonhos
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-colaboracoes-instrumentais-dos-sonhos

A cena independente está vencendo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-a-cena-independente-esta-vencendo

Próximos passos

https://soundcloud.com/trabalhosujo/hurtmold-2016-proximos-passos

Abaixo, o making of do disco, produzido pelo Selo Sesc:

Falei lá no meu blog do UOL sobre como Vince Gilligan, criador de Breaking Bad, resolve contar, através da HBO, a história do líder do culto religioso suicida, que teve passagens pelo Brasil.

Vince Gilligan resolveu sair de Albuquerque para outro interior dos Estados Unidos, contar mais uma saga de ascensão de uma figura sombria. Depois de firmar seu nome como autor da aclamada série Breaking Bad, universo em que ele ainda burilou por duas temporadas, na série filhote Better Call Saul, o produtor resolveu contar a história de uma das figuras mais controversas do século passado: o líder religioso Jim Jones.

De acordo com o site Deadline, a série, que terá um número limado de episódios, será produzida por Gilligan, sua parceira de Breaking Bad Michelle MacLaren e a atriz Octavia Spencer, dona dos direitos de adaptação do livro Raven: The Untold Story of Jim Jones and His People, escrito pelo jornalista Tim Reiterman, que sobreviveu ao massacre. Será a primeira produção de Gilligan na HBO, que MacLaren, que dirigirá a série, já conhece por ter dirigido episódios de Game of Thrones.

O norte-americano Jim Jones é um dos personagens mais sinistros da história dos cultos religiosos do século passado, mas sua personalidade sombria floresceu depois de começar como um carismático líder bem intencionado. Sua escalada para a fama começou com a criação de sua própria igreja, o Templo dos Povos, que começou sua história no estado de Indiana, migrou para São Francisco na Califórnia e finalmente para a Guiana, aqui na América do Sul, onde fundou sua própria colônia, Jonestown, que no final dos anos 70 foi palco para um macabro suicídio coletivo de quase 1000 pessoas, entre elas mais de 300 crianças, todos envenenados. Fica a dúvida se a série mostrará o tempo em que Jones passou pelo Brasil, no início dos anos 60, quando escolheu Belo Horizonte como a melhor cidade para fugir de um ataque nuclear, que ele estava certo que aconteceria naquela década, para depois mudar-se com seu culto para o Rio de Janeiro, onde atuou junto às comunidades das favelas cariocas.

harvest-neilyoung

No minidocumentário abaixo, Neil Young explica porque nunca irá fazer um álbum como uma de suas principais obras-primas e o grande consenso sobre sua vasta obra – o disco Harvest, de 1972, que além de conter hinos da música norte-americana do século passado como “Old Man”, “A Man Needs a Maid”, “Words”, “There’s a World”, “Out on the Weekend,” “Heart of Gold” e “The Needle and the Damage Done” foi o disco que mais vendeu nos EUA no ano de seu lançamento. “Todos amam esse disco, eu provavelmente poderia repeti-lo, mas odiaria fazer isso”, ele começa a explicar em uma entrevista, entremeada com versões ao vivo de algumas das melhores músicas desta obra-prima.

Ah e sempre é um bom motivo pra se ouvir o Harvest, não?

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Depois do sinistro Rá! lançado no ano passado, Rodrigo Ogi começa a explorar terrenos musicais mais leves – e o primeiro registro desta nova fase é esta “Até Amanhecer”, que ele lança em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. A faixa reúne o Gorky, do Bonde do Rolê e do Fatnotronic, e o Tim Bernardes d’O Terno na produção, que também toca a guitarra surf music que dá o tom da música. “Esta faixa não entrou no Rá!, porque, na época, eu estava em outra fase musical”, ele explica. “Estudei mais e amadureci pra chegar mais parecido com o espírito desta faixa no meu próximo álbum. Ela é meio que um teste, uma experiência que eu quero fazer visando futuros projetos; é um amadurecimento da minha música, fruto de bastante estudo.” A faixa estreia com o lyric vídeo abaixo, citando Pulp Fiction.

beck-wow

Primeiro foi “Dreams” no ano passado e agora a fria “Wow”, um gangsta rap auto-ajuda de base enxuta, ganha seu próprio clipe, mostrando que Beck pode estar voltando para o território esquizopop de onde saiu. O novo disco sai no mês que vem, mas ainda não tem título

Que boa nova.