O grupo paulistano Garotas Suecas se apresenta de graça nesta quinta-feira no CCSP, lançando o clipe de “Me Erra”, do EP Mal-Educado, do ano passado. O disco é parte da transição que o grupo atravessa após a saída do vocalista Guilherme Saldanha, processo concluído neste semestre, quando o grupo termina de compor e gravar seu próximo álbum. Mais informações sobre o show aqui.
E quem também mostrou sua capa nova foi nossa querida Lana Del Rey, sorridente e feliz ao encarar a câmera ao mostrar-se em seu novo Lust for Life.
Por enquanto, além da capa, ela só mostrou uma música (“Love“, que mostrou ao vivo no South by Southwest), um trailer em que consolidava sua mitologia de glamour e decadência à Califórnia e uma praga contra Donald Trump, mas algo indica que ela está prestes a provocar uma mudança importante em sua carreira: talvez não estética ou artisticamente, mas comercialmente… O disco ainda não tem data oficial de lançamento, mas pela velocidade das novidades, está prestes a sair – neste ou no próximo mês.
Eis a capa – e, abaixo, a contracapa – do novo disco de Kendrick Lamar, Damn., segundo o próprio. O disco havia sido anunciado para sexta passada, mas seu lançamento foi adiado para a próxima sexta – e agora ele mostra a capa mais simples da história do rap: uma foto fechada do autor usando uma camisa branca em frente a um muro de tijolos com um título superposto como se tivesse sido feito num Paint do Windows 3.1. Até a forma como título é escrito (“Damn” seguido de um ponto final e não por uma exclamação) reflete a humildade que ele falava no single que lançou há duas semanas. A contracapa segue a mesma linha, embora, humildão, anuncie apenas duas participações no novo álbum – ninguém menos que Rihanna e todo o U2 (damn!). E certamente não são as únicas participações do disco, mas ele não mencionou ainda quem trabalhou com ele na produção do disco. Até os títulos das músicas (curtos e diretos, como “Blood”, “DNA”, “Yah”, “Element”, “Feel”, “Loyalty”, “Pride”, “Humble”, “Lust”, “Love”, “XXX”, “Fear”, “God” e “Duckworth”) refletem esse minimalismo conceitual.
Pelo visto, já temos o primeiro forte candidato a disco do ano.
…e ao reger o tema do Parque dos Dinossauros, o maestro da orquestra do Colorado veio à caráter. Assista ao vídeo lá no meu blog no UOL.
A cultura pop não têm limites quando o assunto é quebrar barreiras entre ícones estabelecidos. Sabemos isso quando um maestro se fantasia de dinossauro para reger uma orquestra em uma convenção de quadrinhos. Foi o que aconteceu no final do mês passado, na Colorado Comic Con, em Denver, nos Estados Unidos, entre os dias 24 e 25 de março, quando a Colorador Symphony, realizou o espetáculo Jurassic Park: Tetralogy, tocando as músicas que John Williams compôs para os quatro filmes da série idealizada por Steven Spielberg e seu maestro regeu a apresentação com um cosplay de dinossauro. Inacreditável!
O melhor é que o nome do maestro é Christopher Dragon.
Negro Leo segue chegando. Na segunda noite de sua temporada no Centro da Terra, cuja curadoria é assinada por este que vos escreve, ele desce ainda mais nas profundezas da cidade, engrossando o caldo que começou a curar na semana passada. Como em todas as apresentações deste mês, não sabemos o que acontecerá durante o show, apenas os músicos que ele convidou para participar da temporada. São os mesmos? São outros? Alguém volta? Nunca acaba? Conversei com o Leo sobre o processo de encontro ao produto.
Quais suas impressões sobre a primeira noite no Centro da Terra?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/negro-leo-chega-em-sao-paulo-quais-suas-impressoes-sobre-a-primeira-noite-no-centro-da-terra
São músicas em processo ou sequer são músicas?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/negro-leo-chega-em-sao-paulo-sao-musicas-em-processo-ou-sequer-sao-musicas
Como Negro Leo Chega em São Paulo está sendo criado, como obra?
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Qual sua relação pessoal e musical com Dustan Gallas, Thomas Harres e Zé Nigro?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/negro-leo-chega-em-sao-paulo-qual-sua-relacao-com-dustan-gallas-thomas-harres-e-ze-nigro
O quanto a experiência dos quatro shows pode ser mais importante do que o produto fechado?
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São Paulo nunca acaba?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/negro-leo-chega-em-sao-paulo-sao-paulo-nunca-acaba
Mais informações sobre o show no evento do Facebook.
Depois de anos sem lançar nada, Frank Ocean parece disposto a tirar o atraso – e lança mais uma música inédita, desta vez ao lado de Jay-Z e Tyler the Creator, sobre andar de bicicleta. Eis “Biking”, que ele apresentou em seu programa na rádio digital Beats, da Apple, no sábado passado.
É a segunda música nova que ele lança desde o disco Blonde, do ano passado – a primeira foi “Chanel“, lançada no mês passado.
Abertura do seriado inspirado no primeiro romance de Neil Gaiman mistura religião, mitologia e tecnologia – publiquei-a lá no meu blog no UOL, além de mais informações sobre a série que estreia no final do mês.
Uma das séries mais esperadas de 2017 estreia no final deste mês. Inspirado no romance de estreia de Neil Gaiman, o seriado American Gods vem ganhando aplausos festejados onde seu primeiro episódio foi exibido – não apenas pela fidelidade ao tom da obra original mas também por aspectos específicos da produção, que parece ter reforçado a tensão entre o velho e o novo que atravessa todo o livro. Este clima é reforçado nos créditos de abertura, que misturam elementos de diferentes culturas, religiões, drogas e tecnologia para criar um totem pós-moderno em que pirâmides, deuses orientais, estátuas de Buda, néons de Las Vegas e um astronauta crucificado. Assista:
“É esquisito querer usar bonequinhos na sequência dos créditos de abertura?, brincaram os principais produtores do seriado Bryan Fuller e Michael Green sobre o resultado final. American Gods conta a história de um conflito entre os deuses do passado, que estão morrendo à medida em que menos pessoas acreditam neles, e os do futuro, pessoas que epitomizam novas crenças que ultrapassam a religião tradicional, como o dinheiro, a mídia e a tecnologia. Já existem dois trailers em que a história começa a ser revelada e eles instigam até aqueles que não conhecem o livro de Gaiman (que, a propósito, está envolvido com a produção do seriado):
A série estreia no dia 30 de abril no canal norte-americano Starz e no dia seguinte através do serviço de vídeos online Amazon Prime e a produção também liberou pôsteres com alguns dos deuses que desfilarão por seus episódios:
A ex-vocalista do Gossip Beth Ditto prepara o primeiro álbum solo e dispara o incendiário single de apresentação, “Fire”.
O clima da música é mais épico e sério do que o clima punk rock de sua antiga banda e começamos a assistir sua autotransformação em diva da pista de dança (com um gostinho do sul dos Estados Unidos) – coisa séria. O disco de estreia chama-se Fake Sugar e esta é sua capa, seguida da ordem das músicas:
“Fire”
“In and Out”
“Fake Sugar”
“Savoire Faire”
“We Could Run”
“Oo La La”
“Go Baby Go”
“Oh My God”
“Love in Real Life”
“Do You Want Me To”
“Lover”
“Clouds”
Parece que agora é sério: depois do alarme falso de “Shirim”, em 2015, a francesa Melody Prochet parece estar prestes a voltar à ativa, depois do ótimo disco de estreia de 2012. Seu próximo disco Bon Voyage, foi anunciado nesta segunda-feira (dia de seu aniversário) juntamente com a música que, aparentemente, abre o disco, a deliciosa “Cross My Heart”.
O clima psicodélico onírico se mantém, mas mais mundano e pedestre que sintético e lisérgico como antes, até que, no meio da música, um beat joga tudo para o meio da rua – e o groove encaixa-se perfeitamente, mesmo alheio à melodia do início, que segue sinuosa. E esses vocais… E esse finzinho interminável… Que beleza.
Negro Leo está sossegado em São Paulo – morando próximo ao Parque da Água Branca, ele acorda ao som de galos e galinhas mesmo estando próximo ao coração da besta de metal e concreto. Mas inquieto como sempre, inicia nesta segunda uma temporada em que quatro segundas-feiras transformam-se em sua obra de chegada à cidade. Negro Leo Chega em São Paulo começa a ser realizado hoje, a partir das 20h, no Centro da Terra, e pode contar com a participação dos seguintes convidados: Juliana Perdigão, Maria Beraldo Bastos, Jonathan Doll, Cibelle, Dustan Gallas, Zé Nigro, Thomas Harres, Ava Rocha, Rafael Montorfano, Dellani Lima, Filipe Nader, Ivan Gomes, Bruno Schiavo, Farme & Hixizine e Paulinho Fluxus. Só saberemos quando a noite começar. Conversei com ele sobre a expectativa para hoje e suas impressões sobre a cidade.
Qual é o som de São Paulo?
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E em termos visuais, como São Paulo lhe pareceu esteticamente?
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O que você gosta de ouvir na cidade?
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São Paulo é uma cidade fria?
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Como você compara a relação entre ricos e pobre do Rio e de São Paulo?
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O que esperar da primeira noite de Negro Leo Chega em São Paulo?
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