Realmente, já não se fazem metaleiros como antigamente…
E o Vinícius lançou duas cartas baixas. Publico apenas a primeira (dica do @Noizyman), que não é baixa devido à protagonista ou ao tema (maconha não é pop? Só faltava essa), mas pelo fato de ela não estar usando uma camiseta, como versa a regra do jogo. A segunda eu nem posto porque todos sabem que Taylor Swift tem aspirações nazistas e vê-la trajando um dos símbolos mais tradicionais do judaísmo é uma afronta à religião dos caras.
Essa também é dica de leitor, não lembro quem me passou, mas agradeço a excelente contribuição.Segura, Vinícius!
Lembra do Obama fingindo interesse em assuntos chatos? O blogueiro Dean Trippe resolveu deixar o presidente americano mais animado:
O Tiago dá espaço para o Arthur comemorar os 100 anos da Confederacion Nacional del Trabajo espanhola e falar um pouco sobre um dos assuntos que ele mais é versado, o anarquismo:
Aconteceu de virar um cdf sobre o assunto, conhecer a história das lutas anarquistas de cabo a rabo e fazer uma biblioteca sobre anarquismo/comunismo de esquerda bonita de se ver. E fiz muitos amigos e conheci lendas do meio, como o Maurício Tragtenberg e o Jaime Cuberos (dois autodidatas incríveis) que muito me impressionam até hoje; tanto eles quanto boa parte dos amigos anarquistas que estimo – com os quais não compartilho mais do “nobre ideal”, me sentindo próximo ao autonomismo –, tem uma virtude que é algo que persigo muito: manter relações éticas com o mundo.
O anarquismo pode estar velho, caduco, mas a ética destas pessoas impressiona muito. Isso é motivo de chacota inclusive por parte de muito esquerdista que acredita que os fins justificam os meios sempre. Daí, me parece importante falar sobre os 100 anos da Confederacion Nacional del Trabajo da Espanha, desde sempre, a maior organização anarquista do planeta. Na Guerra Civil espanhola – o que, curiosamente os antiautoritários chamam de Revolução Espanhola – de 1936/39, chegaram a ter dois milhões de associados.
O resto do texto você lê aqui.
Mais uma dOViolão, desta vez é Nina Becker quem desmonta uma faixa original sua para realçar a presença da acústica, só com sua voz.
Nina Becker – “Polyester Tropical“
O novo disco sai no meio do ano, chama-se Further e a primeira faixa, “Escape Velocity”, acabou de dar as caras.












