
Essa bola já estava cantada, mas não diminui o encanto do momento, quando Gilberto Gil convidou Fafá de Belém para cantar “Emoriô” no penúltimo show de sua turnê Tempo Rei, que aconteceu na capital paraense, neste sábado. O último acontece neste sábado, mais uma vez em São Paulo. Quem será o convidado agora?
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Vestido com um moletom da Nike e com a cabeça coberta o show inteiro com o capuz do abrigo: assim Bob Dylan deu início à mais uma perna da turnê que vem fazendo há tempos ao redor de seu excelente Rough And Rowdy Ways, lançado há seis anos. O primeiro show do mestre em 2026 aconteceu no Orpheum Theatre, em Omaha, nos EUA, neste sábado, e além de revisitar ao vivo sua “Man In The Long Black Coat” (o que não fazia há treze anos) e fazer uma versão para “I Can Tell”, de Bo Diddley, ele também tocou pela primeira vez em sua carreira “Nervous Breakdown”, que o pioneiro do rock’n’roll Eddie Cochran gravou em 1958. Felizmente gravaram o show inteiro (apenas em áudio) e podemos desfrutar por aqui.
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E esse encontro dia desses numa galeria no Brooklyn, em Nova York? Tão deixando a gente sonhar…

Os irmãos belgas David e Stephen Dewaele – mais conhecidos como a dupla Soulwax, que também apresenta-se como 2ManyDJs -, foram convidados pelo próprio estúdio Abbey Road em Londres, na Inglaterra, para realizar uma festa em pleno território sacrossanto do estúdio 1. Os dois aproveitaram a oportunidade para gravar um novo single no clássico estúdio (“Perfect We Are Not”, gravação registrada em um minidocumentário) e registrar seu set como 2ManyDJs em vídeo, quando tocaram depois de discotecagens da Laima, de Nadia Ksaiba e de Erol Alkan. Escuta só… Continue

O grupo paraibano de prog-metal Papangu já gravou seu próximo álbum e começa a mostrá-lo aos poucos neste semestre, antes do lançamento pra valer que acontece no início de agosto. E a primeira amostra de Celestial, título do novo disco, é o novo single “Calado (de Olho)”, épico de sete minutos dividido em várias partes, que o grupo antecipa em primeira mão para o Trabalho Sujo. “O disco preserva a experiência ao vivo que tivemos nos últimos dois anos, mas especialmente da nossa primeira turnê internacional, dado que a gravação – ao longo de nove dias – deu-se dois dias após a circulação”, explica o vocalista e tecladista Rodolfo Salgueiro. “Um dos motivos de ‘Calado’ ser primeiro single é o seu teor caleidoscópico”, continua o baixista Marco Mayer. “Ela não somente ilustra o espraiamento sonoro que adotamos no terceiro disco, onde passeamos por diferentes gêneros de uma maneira muito mais holística do que nos discos passados, mas também retrata o nosso espírito ali no calor do estúdio, com a química lá em cima, sangue nos olhos, e tocando tudo ao vivo, na mesma sala, sem medo de errar e perfeitamente conscientes de que gravar na fita analógica não permite corrigir erros facilmente.” O guitarrista e flautista Pedro Francisco conclui: “Ela também abre novos conceitos explorados pela banda, não fazendo parte do ciclo e temática do Lampião Rei, ainda que mantenha elementos musicais que alcançamos ali; a fusão do pesado com a música nordestina também está presente, porém agora com muito mais entrosamento e conexão do que antes, foi 100% analógico, sem ProTools, sem DAW, com equipamentos que podíamos mexer com as mãos, mexer em botões. É um marco na banda. É um caminho com assinatura.” O primeiro grande show do grupo no ano será no festival Lollapalooza neste fim de semana, quando poderão tocar com a formação completa do grupo, um sexteto, que marca também a entrada do novo baterista, George Alexandria. Prometem uma apresentação com várias novidades e os improvisos ao vivo que caracterizam seus shows. Além do lançamento do álbum, eles também preparam a segunda turnê internacional neste semestre, quando tocam no festival inglês ArcTanGent 2026, antes de voltar ao país para lançar o novo disco em turnê por aqui no segundo semestre. “Eu particularmente estou interessado em ver os gringos tentando dançar forró nos shows da próxima turnê europeia, como fizeram em agosto passado”, brinca Marco.
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Não é nova, mas é ouro: separei esse remix de “Everything in its Right Place” do Radiohead pinçado pela Kelly Lee Owens quando ela se apresentou no Boiler Room de Manchester, na Inglaterra, no final de 2024. Não custa lembrar que quatro anos antes ela já havia relido “Arpeggi” da banda inglesa numa absurda versão minimal logo na abertura de seu disco Inner Song. Fino demais. Deixei o set intero, que é ótimo, logo a seguir: Continue

Viram que Ana Frango Elétrico vai fazer dois shows no Sesc Pinheiros no fim deste mês? Segundo a própria, enquanto as novidades não pintam, ela aproveita para dar uma geral no repertório de seus três discos. Demais, hein.

O trio Saravá está pronto pra decolar, como mostrou nessa terça-feira no Centro da Terra em sua apresentação batizada de Última Parada, que, como revelaram, também será o nome de seu disco de estreia. Reunindo um time de colaboradores que o transformou em uma big band de rock clássico, a banda tocou o ainda não-lançado disco de estreia na íntegra e com as faixas na mesma ordem que estarão no álbum. E mesmo com vários integrantes a mais é perceptível o equilíbrio do trio, com as composições líricas e delicadas do guitarrista Joni Gomes e as mais pesadas e vigorosas do baixista Roberth Nelson caminhando sobre uma base firme e virtuosa (sem precisar ser exibicionista) do baterista Antônio Ito. Além dos três, a banda ainda contou com quatro músicos de apoio em quase toda a apresentação, com os teclados de Lukas de Vasconcellos Pessoa (da Monstro Enigma), a guitarra-base de Arthur Jé (da banda Monolitos), o violão de Leo Bergamini a as percussões de Rafa Sarmento (ambos da Devolta ao Léu) e três vocalistas que por vezes se apresentavam sozinhas (Luzia Reis, Olívia Mônaco e Bru Cecci – esta última também da Devolta) ou cantavam juntas como um coro de vocais de apoio, mostrando toda a epicidade setentista que paira sobre o disco ainda não-lançado. Depois destas faixas, o grupo ainda tocou músicas de sua primeira fase – quase sempre com participações especiais, Luzia presente na maioria das canções quase como uma quarta integrante da banda – e encerrou com “Sob o Sol”, música novíssima que tocou pela primeira vez ao vivo nesta noite, reunindo todos os convidados num grand finale – que ainda teve o grupo tocando uma música do Devolta ao Léu no bis. Que o disco não demore!
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Às vésperas de lançar seu primeiro álbum, o trio paulistano Saravá, formado por Joni Gomes (guitarra, violão e voz), Roberth Nelson (baixo e voz) e Antônio Ito (bateria e voz), apresenta-se pela primeira vez no Centro da Terra, quando o toca disco ainda inédito na íntegra, além de mostrar canções que não estarão no disco no espetáculo Última Parada. A novidade do show, além do repertório, é que ele contará com várias participações especiais, como Arthur Jé (guitarra e violão), Lukas de Vasconcellos Pessoa (teclados), Leonardo Bergamini (violão), Rafael Sarmento (percussões) e vozes de Bru Cecci, Luzia Reis e Olívia Mônaco, além de cenografia e projeções de Júlio Bezerra e iluminação de Beeau Gomez e Ana Zumpano. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos já estão à venda no site do Centro da Terra.
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Jim Jarmusch volta mais uma vez à “loja de doces” do armário da Criterion e ele pinça filmes imprescindíveis do Tarkovsky, Béla Tarr (eu AMO Werckmeister Harmonies), John Cassavettes, Pasolini, Sembène… Só joias!
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