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Loki

Dodô está de volta e assim temos mais o DM de volta à programação. E além de me explicar o motivo da ausência, ele também fala sobre “Alvorada”, filme mais recente da Anna Muylaert, sobre os últimos dias de Dilma Rousseff em Brasília, que ainda está percorrendo o circuito de festivais. É a deixa para conversarmos sobre expectativas políticas para o Brasil nos próximos meses – e anos. E trazemos boas notícias.

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Primeiro Aparelho editado! Mas não é censura – estamos apenas subindo mais um degrau em nossa escalada e agora além da thumbnail feita pelo Tomate, Vlad assume a edição para cortar a gordura do nosso papo furado e deixar tudo mais enxuto. E aproveitamos nosso infiltrado nas trincheiras do bolsonarismo para falar sobre como essa seita está definhando por dentro e fazendo todos seus ex-fiadores assumirem a responsabilidade de ter botado essa choldra no poder, mas sem antes falar sobre a importância do Simply Red, da ausência de partidos que se autodenominam conservadores, a obssessão por mea culpa e como o presidente da república está mais para Gargamel do que para Maquiavel.

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Se você ainda não conhece a Jadsa, a hora é agora, já que a cantora e compositora baiana acaba de lançar seu impressionante Olho de Vidro, seu primeiro álbum, uma celebração à música brasileira de vanguarda, em que ela reúne nomes como Kiko Dinucci, Ana Frango Elétrico, Luiza Lian, entre outros, neste que, por enquanto, é o melhor disco de 2021 até agora. Aproveito para conversar com ela sobre o início de sua trajetória e sobre o momento da cena soteropolitana da qual faz parte.

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O guitar hero Guilherme Held finalmente conseguiu reunir as centenas de pedaços de riffs, melodias, harmonias e letras que reuniu em vinte anos de carreira para fazer seu primeiro disco solo, o excelente Corpo Nós, um dos melhores discos de 2020, que conta com participações de boa parte dos artistas com quem ele trabalhou e que infelizmente ainda não pode se materializar no palco. Mas é a deixa perfeita para refazer a trajetória deste mestre de seu instrumento, pupilo do mestre Lanny Gordin, que vem deixando sua marca na música brasileira.

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Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…

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Como uma banda como o BaianaSystem sobrevive sem shows? O papo com o guitarrista e fundador do grupo Roberto Barreto parte de uma dúvida que pairou sobre o grupo durante todo o ano de 2020 e materializou-se no recém-lançado disco OxeAxéExu, primeiro conjunto de canções da banda que nunca foi testada anteriormente nos palcos e que foi lançado em três partes, contando com a reação do público entre um ato e outro como uma forma de retomar o diálogo perdido com a ausência de shows. E vem mais novidades neste ano…

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Vamos às origens daquilo que a gente chama de jornalismo musical moderno com um longo papo com um dos pilares do gênero. Alex Antunes dividia-se entre o ativismo político, o início do punk e a cobertura das transformações culturais que aconteciam no fim da ditadura militar no final dos anos 70 até que misturou estes três polos ao começar a escrever sobre música, primeiro em fanzines e na ancestral Somtrês até ser um dos primeiros grandes nomes da recém-lançada revista Bizz. Com passagens por algumas das principais redações do país, ele equilibrava-se entre o jornalismo, a vida de artista underground (à frente dos grupos Akira & As Garotas Que Erraram e Shiva Las Vegas) e o xamanismo, que lhe rendeu seu primeiro romance. Uma viagem no tempo que dá a esta edição do Jornalismo-Arte ares de arqueologia, mas sem que nunca fique uma sensação de nostalgia ou saudade, afinal o bom é ouvir Alex contar histórias sensacionais, que vão de como ele parou de falar com Mario Sergio Conti, como fundou a revista Set, como lançou a carreira de produtor do Miranda ou como fez o último passeio de carro ao lado do mitológico Celso Pucci.

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Mais um programa para falar sobre jornalismo que cobre música neste século e desta vez convidei a Joyce Guillarducci, do Cansei do Mainstream, para uma conversa sobre como ela conseguiu estabelecer seu site num modo de publicação lento e falando de artistas completamente fora dos padrões comerciais. Ela nega ser jornalista – prefere se rotular como blogueira, mesmo sabendo que o termo tornou-se pejorativo – e conta como foi aos poucos aprendendo a lidar com artistas, público e pautas sem nunca ter passado por uma faculdade de jornalismo.

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Tava com saudade do Aparelho? Nós também e neste sexto evento em que eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin nos reunimos, aproveitamos para comentar esse primeiro ano de quarentena e falar sobre o que aprendemos e não aprendemos neste período, além de abrir vórtexes dentro do YouTube… Segura o Vlad!

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E mais uma vez me reúno com meus chapas de Noites Trabalho Sujo para conversar sobre música – e nesta edição do NTS, eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral escolhemos falar de um artista que foi importante em nossa formação – o grupo que inventou o hard rock e mudou a cara dos anos 70, Led Zeppelin. Mergulhamos nas memórias que o universo sonoro criado por Jimmy Page, John Bonham, John Paul Jones e Robert Plant em dez anos, além de comentar a biografia, ao mesmo tempo épica e trágica, e nosso encontro com a dupla que liderava o grupo em nossas adolescências.

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