Simples assim: doces escaneados.
Giancarlo Ruffato resgata o pop sueco via Alabama, montado numa moto velho, rumo ao Brasil. Ele explica o resgate:
Mais uma versão, tai um cover que adoro: “It Must Have Been Love”. Adoro essa canção, prova que mesmo com o estouro do grunge, dos Nirvanas, Pearl Jams e cia, o povo gosta mesmo é de rachar o coração brega. Ela sempre pareceu uma música dos anos 50 disfarçada de popsong dos anos 80 e o Roxette não escondeu isso naquele acústico, eles gravaram uma versão bem bonita com gaita de boca, melodia country e tal, procure que esse acústico é bem bom. A Hotel Avenida chegou a tocá-la uma vez ao vivo, no Wonka, numa versão bem mais lenta e essa versão é quase um rockabilly romântico, num arranjo que acho uma pena gastar com uma musica que não é minha. Alias, a melodia é a mesma de “Stand by Me”, “Blue Moon”, etc, pode-se cantar qualquer coisa nessa melodia. Essa versão deve servir de Lado B para próximo single.
Saca só.
Giancarlo Rufatto – It Must Have Been Love“ (MP3)
A exposição The Lebowski Cycle, de Joe Forkan (na foto acima), revê o uso de estilos e técnicas de pinturas clássicas européias de determinados momentos históricos recriados a partir de cenas do clássico filme dos irmãos Coen. Em seu site, Forkan explica melhor:
The Lebowski Cycle is a series of paintings and drawings exploring layered narratives, using masterpieces of European art and the 1998 Coen Brothers’ film The Big Lebowski as a starting point. The series is the result of a longstanding interest in narrative painting, particularly paintings from the Baroque and Neoclassical eras; complex figurative works that depict grand story arcs, compressing a multitude of thoughts, ideas and emotions into a singular image. However, it is the human interactions and conflicts, formal qualities, and modes of depiction that were as interesting to me as the specific stories.
I wanted to explore these ideas, but looked for a way to mitigate the grand seriousness that historical and religious paintings often contain. I started thinking about The Big Lebowski, (a favorite film, obviously) trying to imagine how the characters, humor and preposterous story arc of the film might be enlisted to explore multiple points of view, moods, and intentions if combined with themes and titles from well-known works of European art.
The combination led to hybrid images that reference art history, film, and contemporary art, from sources that inform, overlap and may even contradict each other, all run back through the imprecise language of painting.
A exposição começou no dia 10 deste mês e vai até o dia 28 do mês que vem, no Frank M. Doyle Arts Pavilion, na Califórnia.
Chico Barney instiga o zeitgeist e em seu soundcloud, relê seus próprios posts antigos em formato de áudio. Será que estamos vendo o nascer de uma nova tendência?
Chico Barney – “Você já psicografou na Bahia?“ (MP3)
Vi aqui.
O Carona conta a história de como Joel Stones começou a vida como engraxate em Nova York até conseguir abrir sua loja de discos, a Tropicalia In Furs, que se tornou especializada em discos brasileiros. O documentário, produzido pelo próprio Stones, o acompanha em suas viagens ao Brasil, passando pelo Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Saquarema, onde ele compra seus discos e tenta se encontrar com os autores das jóias que comercializa.
Ele entrou no mapa ao lançar, no ano passado, a coletânea Brazilian Guitar Fuzz Bananas, dedicada a compactos de grooves psicodélicos brasileiros da virada dos anos 60 para os 70. Se você não conhece, devia conhecer.
A melhor banda de rock dos Muppets ganhou uma série de pôsteres classe A, assinados pelo designer Michael De Pippo.
Vieram daqui.
O líder do Jesus & Mary Chain tem uma fórmula pra compor música, mas isso não é um problema se a fórmula funciona.
Jim Reid – “Black and Blues (MP3)






























