O carioca Felippe Senne estica o Vale Tudo de Tim Maia para as pistas do século 21. Cortesia do Factóide. E quem curtiu esse pode dar uma sacada nesse outro feito num dos hits da fase Racional… Quem não curtir, segura a criança!
Tim Maia – “Vale Tudo (Felippe Senne Bootleg)“ (MP3)
Isso do começo dos anos 90, mas parece que foi feito ontem…
A DC encheu o peito pra falar que a revista de reestréia da Liga da Justiça (que deu início ao reboot digital da editora) era o gibi mais vendido no mundo em 2011, com tiragem de 200 mil e aí vem o Bleeding Cool e saca essa maravilha brasileira:
Sim: Turma da Mônica. Sim: Jovem. Sim: “Em estilo mangá”. Sim: o dia em que o Cebolinha ficou com a Mônica. Sim: tiragem de 500 mil revistas. E o detalhe que diz que é “história completa” na capa? Tá na hora do mundo saber a real: Stan Lee é uma moça perto do Maurício.
Esse climinha dance de ouvir em casa… Bom dia.
Tennishero – “Midnight Love“ (MP3)

Eis a feira, olha como ela é torta. A foto também é do meu Flickr velho e eu tinha tirado no meu aniversário do ano passado
Toda quarta tem feira aqui do lado de casa e toda quarta desço pra comer um pastel (tenho a sorte de ter uma filial do pastel da Maria bem no início da feira). E entre devaneios sobre como o ambiente feira funciona como uma droga lisérgica pra mulheres de todas as idades (repare, algumas são objetivas, a maioria caminha como se estivesse chapada ou como se fosse zumbi), do inevitável encontro entre a roda do carrinho e o dedinho do pé na sandália e o leque de aromas aleatórios típicos de qualquer feira, o que mais me aflige nessa perto aqui de casa é seu aspecto Inception. Não que ela pareça um sonho dentro de um sonho (tem horas que sim, mas não é esse caso), mas, como quase tudo que envolve rua e o bairro do Sumaré, onde moro, lembrao aspecto antigravitacional do filme do Nolan.
Explico melhor: nasci em Brasília, terra plana, reta, sem declive, mas quis o destino que eu viesse morar em uma cidade construída sobre morros, dona de ladeiras terríveis, escaladas tristes para quem tem que subi-las a pé. E, mais especificamente, em um dos bairros com mais ladeiras da cidade, o Sumaré. Me dói a alma. Na infância, tais ladeiras seriam sonhos dentro de sonhos – imagino que a rua Paris seja o Six Flags do rolimã -, mas hoje em dia, basta apenas vê-las para me estristecer. E a feira aqui perto de casa fica num cruzamento de duas ladeiras. Nem são tão drásticas – mas o chão é torto o suficiente pra que você perca a noção da gravidade e passe por alguns segundos de labirintite involuntária.
Sempre um bom passeio – e o chão torto ajuda.
Via Julia Segal.
Temporada nova de Fringe na sexta.
TENSO.
Poizé, deram uma geral no cabelo da mulher… Vai que ela tava carregando uma bomba na cabeça, né…
Mas não consegui não pensar no Variedades, do Super Globetrotters…







