
Ativando a conexão Parati para conversar com o mestre psicodélico Pedro Bonifrate, fundador dos clássicos Supercordas, que aproveitou a quarentena para mergulhar em Corisco, o disco mais ousado e preciso de sua carreira solo – e é a deixa para conversarmos sobre as transformações que atravessou neste período e como isso influenciou em seu recém-lançado álbum.
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Eis um programa que estava aguardando um tempo pra fazer – conversar sobre a trajetória do mestre Fábio Massari em mais uma edição do Jornalismo-Arte. Pegamos carona em seu recém-lançado 1984 – O Álbum Inglês, livro em que conta sua primeira grande aventura no jornalismo e na música, para repassar seus caminhos pela rádio 89, MTV e, finalmente, pelos livros. Ave Massari!
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Em mais um mashup de possibilidades dos programas do meu canal, cruzo as duas mesas redondas que faço frequentemente por aqui para falar de música e política – e que prazer reunir Emerson “Tomate” Gasperin, Danilo Cabral, Vladimir Cunha e Luiz Pattoli para falar sobre como a música pop influenciar na vida política e vice-versa. Vem com a gente!
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Em mais um mergulho na alma brasileira, chamo o compadre Lucas “Caju” Prata Fortes para mergulhar na música e na cultura popular de nosso país, atravessando searas distintas como o sertanejo, o funk, o arrocha e outras modalidades musicais que provocam milhões de brasileiros à dança e às emoções e traçamos o paralelo entre estes estilos e nossa identidade nacional.
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Não tem CPI, mas nem por isso, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin deixamos o Aparelho parar – afinal temos ameaça de golpe & olimpíada! Nesta semana, nos dedicamos aos arreganhos da milicada que promete fazer o país voltar ao tempo dos abomináveis homens das casernas. Haja espírito (de porco) esportivo!
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Nesta semana, Alexandre Matias, Emerson Gasperin e Vladimir Cunha exploram a flora intestinal e a fauna não menos esdrúxula de um governo literalmente fisiológico liderado por um motoqueiro que excreta por todos os buracos desobstruídos que lhe sobraram.
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Na semana mais surreal da CPI da Covid, eu, Vlad e Tomate entramos em mais um vórtex de assuntos aleatórios para cravar que o cerne deste governo Bolsonaro é o ROLEIRO, personagem que já havia sido invocado na semana passada com a aparição do Miranda USA e que apareceu encarnado em uma quinta-feira com tantas reviravoltas que a frase “chapéu de otário é marreta” parece uma definição zen dos acontecimentos. Comentamos também o silêncio de Wizard, além de detectar o momento em que o Iron virou Maiden e visitar – por algumas vezes – um trauma da infância de nosso aparelher paraense.
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Na centésima edição da minha coluna sobre música brasileira, chamei meu velho broder BNegão para recapitular seus dias de pandemia, que apontaram para seu primeiro disco solo de fato – reforçando que seu trabalho ao lado dos Seletores de Frequência era tão coletivo quanto no Planet Hemp e no Funk Fuckers. Prestes a lançar um disco em que repassa sua carreira e produz toda parte musical ao lado de vários convidados – que ele antecipa nesta conversa -, ele também fala de sua pesquisa sobre música brasileira moderna (reunida em uma playlist no Spotify) e a quantas anda o próximo disco do Planet Hemp, que, segundo consta, já já sai.
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Mais um programa para conversar sobre música, chamei o compadre Paulo Abrãao, que tem seus serviços prestados à psicodelia e ao improv brasileiro em projetos como a LSDiscos, os Jerssons e o Jobson Phelps (https://jobsonphelps.bandcamp.com/), para lembrarmos de shows que assistimos juntos e sua formação musical, desde a sua infância até o período da quarentena.
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No meu programa de entrevistas sobre música brasileira, Tudo Tanto, bato um papo com o mitológico Munha da 7, fundador de um dos grupos mais ímpares deste século, o Satanique Samba Trio, Conversamos sobre seu processo criativo, que passa a desconstruir e “consertar” clichês da música, e como Brasília influencia a sonoridade de sua banda.
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