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Loki

Mais uma reunião do Aparelho: Jornalismo-Fumaça em que eu, Tomate e Vlad resvalamos no assunto CPI da Covid para ampliar a discussão para além do Witzel deixando o microfone cair pra deixar os bolsonaristas falando sozinhos – e falamos sobre o senso de espetáculo no pop brasileiro pós-Rock in Rio, roleiros cult, o porta-voz do homocore, a subversão de Fausto Silva, Iron Maiden na janela do Vlad, cultura pop de segunda mão e como conhecer hits radiofônicos em festas de gangue.

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O convidado da vez do programa que inventei para conversar com os espectadores do meu canal é o mister Tatá Aeroplano, que fala um pouco sobre seus dias pandêmicos em relação a seu trabalho, mas também comenta sobre sua rotina de caminhadas, observações da natureza, sonhos e um possível livro que está sendo feito neste período.

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(Foto: Antonia Moura)

“Corisco deve ser o meu disco mais ‘realista’ do ponto de vista da gravação dos sons desde Os Anões da Villa do Magma, de 2005”, explica o ex-supercordas Pedro Bonifrate sobre o novo disco que prepara-se para lançar no início de julho. “Quer dizer, quase não usei instrumentos ou efeitos digitais, é tudo bem mecânico e analógico. Nesse sentido, o trabalho do Diogo Valentino (ex-baixista dos Supercordas e que mixou o novo disco) foi primoroso e fundamental pra deixar tudo soando tão bem.” Além da já lançada “Rei Lagarto”, o primeiro single, esta sonoridade pode ser conferida na segunda faixa que ele mostra do novo disco, “Casiopeia”, que ele lança em primeira mão no Trabalho Sujo.

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Mais uma edição do meu programa de entrevistas sobre música brasileira, mais um mergulho em um universo particular – desta vez converso com Benke Ferraz, um dos guitarristas e produtor dos Boogarins, que comenta sobre processo criativo, o aprendizado e a produção período de quarentena da banda goiana, o próximo disco do grupo e os artistas com quem tem produzido novos álbuns, à distância, durante este período.

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Em mais um programa em que me enncontro com os espectadores do CliMatias, desta vez convidei o Ormando Zhiomn, que toca a editora Entre (https://entreeditora.com/), para conversar sobre publicações alternativas, quadrinhos, Tatá Aeroplano, psicodelia e vários momentos da história em quase duas horas de viagens daquelas.

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Em mais uma edição extra do nosso Aparelho: Jornalismo Fumaça, eu, Emerson Gasperin e Vladimir Cunha deschavamos mais uma semana da CPI do genocídio, aquela em que viu-se pirocas em todos os lugares – até na cidade-velha em Belém -, passando por opções bolsonaristas e amazônicas para sublimar a cloroquina, saltos de tecnológicos de transmissões de grandes eventos e uma inversão da conclusão de Hannah Arendt a respeito do tribunal de Nuremberg que pode muito bem explicar o Brasil de 2021 – a partir de uma pureza vil.

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Mais um Aparelho em que eu, Tomate e Vlad conversamos sobre a CPI da Covid, desta vez nos debruçamos sobre os depoimentos mentirosos de Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello para falar sobre como esta comissão está escancarando as entranhas do bolsonarismo em cadeia nacional. E aproveitamos para invadir nossa primeira rede social – siga-nos no Twitter: https://twitter.com/aquieaparelho

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Finalmente Dodô fala do Big Brother Brasil 2021 – mas como estamos juntos, puxo pro lado da política e temos, portanto, um programa que contempla o futuro próximo do Brasil a partir das pistas deixadas pelo maior reality show do mundo. E as notícias deste DM, vou te dizer, são boas…

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Em mais um programa dedicado à cobertura da CPI da Covid, eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin dissecamos os depoimentos que abalaram as estruturas do atual governo, fazendo-o derreter cada vez mais a olhos vistos – em revelações que mostram as entranhas infantis desta gestão da morte. E sabemos que isso é só o começo – por isso comentamos também o que podemos esperar esta semana…

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Protagonista da primeira cena punk dos Estados Unidos, os Talking Heads foram a última banda que tocava no CBGB’s a lançar um disco e uma das primeiras a ser rotuladas como new wave. Mas ao final dos anos 70, o grupo começou a questionar seu próprio papel e entre os discos Fear of Music e Remain in Light, os dois produzidos por Brian Eno, eles colocam a música pop da época em uma sessão de terapia que mistura uma sensação de desliusão com distopias, buscando tábuas de salvação na polirritimia africana, no groove do Caribe, no rap e em uma sensação de coletividade que previu o futuro da música no início dos anos 80.

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