Entrevisto o Nasi, lendário vocalista do Ira, nesta quarta-feira, a convite do Sesc Catanduva, a partir das 20h30, em uma live. Para assistir, é preciso se inscrever neste link.
A novidade desta semana é reencontro com meus chapas dOEsquema. Pra quem não lembra, eu, Arnaldo Branco, Gustavo Mini e Bruno Natal conduzíamos um condomínio de blogs que reunia gente de todo o Brasil até 2015, quando resolvemos fechar o site devido à ascensão das redes sociais. Mas a conexão dos quatro continua e por mais que só tenhamos nos encontrado pessoalmente três vezes, seguimos trocando impressões, comentários e opiniões sobre assuntos diferentes. Consegui reunir todo mundo para um papo sobre redes sociais e resolvemos que vamos tentar manter a periodicidade quinzenal. Chega mais.
O curta metragem francês La Télévision, œil de demain, feito em 1947, por J.K Raymond-Millet mirou na televisão ao tentar prever os efeitos do novo aparelho na sociedade e acertou que no futuro andaríamos enfiados com as caras em nossos celulares, esbarrando uns nos outros e até causando acidentes de trânsito por isso.
Eis a íntegra do papo que tive na semana passada com a Roberta Martinelli, o Guilherme Werneck, o Thales de Menezes e o Luís Fernandes dentro da programação do festival Mate – Música Arte Tecnologia Educação sobre o que está acontecendo com o jornalismo que cobre cultura durante a quarentena.
Björk deu um passo significativo para consolidar a plataforma independente Bandcamp como uma das principais do cenário musical hoje ao colocar todo seu catálogo em seus domínios. Abraçada por grande parte do cenário independente, principalmente o norte-americano, a entrada da cantora islandesa no serviço sinaliza aos artistas que estão em outras esferas comerciais a viabilidade da plataforma, que repassa bem mais dinheiro para os artistas do que as mais comerciais. A cantora aproveitou para colocar todos seus discos em versões de vinil, CD e K7 à venda através do Bandcamp. E olha essas fitas…
Nesta quinta-feira, participo do quarto encontro online da plataforma MATE | Música Arte Tecnologia Educação, em um debate ao vivo sobre jornalismo cultural em tempos de pandemia, que também contará com as presenças da Roberta Martinelli, do Guilherme Werneck e do Thales de Menezes, com mediação do Luís Fernandes. O papo acontecerá das 19h às 19h40 com transmissão através do site oficial do evento.
Fui entrevistado pelo Fabio Shiraga, dono do programa Intervenção Urbana, na Mutante Rádio, sobre os 25 anos do Trabalho Sujo e o que tenho feito ultimamente, além de ele ter me pedido pra escolher algumas músicas… Saca só:
O que mais Martin Scorsese poderia fazer durante a quarentena senão filmar? Foi assim que ele topou o desafio da historiadora e apresentadora de TV Mary Beard, que está apresentando a série Lockdown Culture, na emissora BBC. E assim, ele fez sua reflexão sobre o confinamento de 2020, filmada com seu celular, e inspirada no filme O Homem Errado, de Hitchcock, e com uma referência do sábio iraniano Kiarostami.
A partir de junho paro de publicar na a página do Trabalho Sujo no Facebook. Ela continuará existindo, mas não será mais atualizada. É uma decisão de cunho pessoal (perco muito tempo com essa rede social), profissional (os leitores precisam voltar a visitar este site para saber do que venho fazendo, em vez de esperar que um link apareça em sua timeline) e político (o Facebook é o shopping center da internet, precisamos retomar as ruas digitais originais, a web). A alternativa para acompanhar o que venho fazendo é assinar minha newsletter mandando um email para trabalhosujoporemail@gmail.com – e também assinar meu canal no YouTube, em que não só venho atualizando diariamente com o CliMatias, como devo focar parte da minha produção online ali. E são apenas algumas das primeiras transformações que vão acontecer por aqui durante o ano…
Tá aí o terceiro Bom Saber, programa semanal de entrevistas que estou atualizando no meu novo canal do YouTube (Assina lá!). E o convidado de agora é meu amigo Ian Black, que conheço desde antes dos blogs serem blogs e das redes sociais existirem, acompanhando a evolução da vida digital no Brasil atentamente, cada um a partir de seu ponto de vista – eu junto ao jornalismo, ele à publicidade -, mas sempre interessados nas questões mais amplas da transição da velha para a nova comunicação. O chamei para conversar a partir do texto que ele publicou há pouco (A esquerda precisa amadurecer digitalmente, agora) e aproveito o gancho para falar sobre o que é essa tal maturidade digital, assunto que começo a partir da entrevista que Felipe Neto deu ao Roda Viva no início da semana passada.
Os primeiros entrevistados do Bom Saber foram a Roberta Martinelli e o Bruno Torturra (assista às suas entrevistas nos respectivos links). E não custa lembrar que quem colabora com o meu trabalho recebe a entrevista ainda no sábado (pergunte-me como no trabalhosujoporemail@gmail.com), mas toda terça, ele é aberto para todos.












