Outra imagem pra clicar e ver ampliada: é o mapa da Goon City, uma cidade desenhada na proporção isométrica num projeto do designer Ryan Allen e do povo do fórum Something Awful para salvar a essência da pixel art. Mas melhor do que ampliar a imagem acima é entrar no saite criado para hospedar a cidade virtual e navegar por seus milhões de detalhes. No meio dá pra encontrar a família Dinossauro, fases do Super Mario, um tabuleiro de xadrez humano, o comissário Gordon chamando o Batman, um boquete, o jipe dos Thundercats, Godzilla, a caixa forte do Tio Patinhas, a DeLorean de Marty McFly, Hunter Thompson, a torre Eiffel, um tabuleiro de Banco Imobiliário, o Campo Minado, um show do Rick Astley – e outro do Daft Punk -, King Kong, uma Apple Store, o tabuleiro de Tron, uma filial da Dundler Mifflin, um complexo militar, a mulher de 20 pés, naves do Guerra nas Estrelas, uma pirâmide, um concurso de sósias do Wally, uma casa sitiada pela Swat, um cubo mágico, o grupo vocal do Homer cantando em cima do bar do Moe, a nave do Wall-E, um parque temático Doom, o Tick, Wolverine, um disco voador, a fortaleza da solidão, a Estrela da Morte transformada em cassino, Space Invaders, o Castelo de Greyskull, Pac Man, Muppets, os Beatles, a casa da Família Adams, South Park e Planet Express. Para entrar na Goon City, clique aqui.
Era só o que faltava…
Esses curtas que o Seth McFarlaine tem feito são muito melhores que suas séries habituais (American Dad ou Family Guy), porque eles vão no ponto em que ele esmerilha: cenas isoladas de qualquer contexto que mostrem o absurdo e o nonsense que é isso que nós chamamos de realidade. Tem um monte no user de YouTube dele.
O mestre Sílvio Meira parte dessa simples pergunta para mostrar que a mudança de paradigma pela qual estamos passando não é só tecnológica – mas também biológica. E aproveita para citar Douglas Adams:
“Tudo o que já existia no mundo antes de nascermos é absolutamente natural; as novidades que aparecem enquanto somos jovens são uma grande oportunidade e, com alguma sorte, podem até ser uma carreira a seguir; mas tudo que aparece depois dos trinta é anormal, um fim do mundo que conhecemos, até que tenhamos convivido com a coisa por uns dez ou quinze anos, quando começa a parecer normal.”
Vale muito a leitura, porque esse sujeito é foda (os dois, aliás, tanto o Meira quanto o Adams).
E o elfo dele?
Dica do Bruno.
Quero ver quando ele for adolescente e não suportar mais as pessoas pedindo pra ele repetir “is this reality?”…
Olha quem a Apple já pegou pra fazer comercial do iPod Touch…









