Esses curtas que o Seth McFarlaine tem feito são muito melhores que suas séries habituais (American Dad ou Family Guy), porque eles vão no ponto em que ele esmerilha: cenas isoladas de qualquer contexto que mostrem o absurdo e o nonsense que é isso que nós chamamos de realidade. Tem um monte no user de YouTube dele.
O mestre Sílvio Meira parte dessa simples pergunta para mostrar que a mudança de paradigma pela qual estamos passando não é só tecnológica – mas também biológica. E aproveita para citar Douglas Adams:
“Tudo o que já existia no mundo antes de nascermos é absolutamente natural; as novidades que aparecem enquanto somos jovens são uma grande oportunidade e, com alguma sorte, podem até ser uma carreira a seguir; mas tudo que aparece depois dos trinta é anormal, um fim do mundo que conhecemos, até que tenhamos convivido com a coisa por uns dez ou quinze anos, quando começa a parecer normal.”
Vale muito a leitura, porque esse sujeito é foda (os dois, aliás, tanto o Meira quanto o Adams).
E o elfo dele?
Dica do Bruno.
Quero ver quando ele for adolescente e não suportar mais as pessoas pedindo pra ele repetir “is this reality?”…
Olha quem a Apple já pegou pra fazer comercial do iPod Touch…
Um blog dedicado a quem não sabe usá-las.
Via Letty.
Começa hoje, na Suécia, o julgamento contra o Pirate Bay, principal ícone da dita pirataria digital. O grupo, representado por seu fundador, o ativista Peter Sunde, é um dos maiores entusiastas do direito ao livre download, independente de isso acarretar ou não danos para os donos dos direitos autorais. Advogando pela liberdade de expressão, Sunde conseguiu que seu julgamento fosse transmitido ao vivo para todo mundo – mesmo que apenas o áudio – e o Pirate Bay está disposto a transformar a sessão de hoje em um evento assistido em todo o planeta. Para começar, vão traduzir a transmissão em um saite dedicado à cobertura do evento. E, para esquentar, eles relegendaram trechos de Die Dritte Generation, do Fassbinder, do Atrocity Exhibition, do Weiss, e do Teorema, de Pasolini, para explicitar sua causa:
A equipe de Matt Groening recriou a abertura dos Simpsons para a estréia do desenho em alta definição nos EUA. Mas você não achou esse texto que o Bart escreve no quadro negro um tanto… anti-Bart?







