É o Sonic ou a raposa do Firefox? Ou sou eu que tou trabalhando demais? O disco chama-se Congratulations e sai no dia 13 de abril, mas, óbvio, aparece antes disso online.
Meus dois centavos sobre o Google Buzz…
Lembra de quando o Google apareceu? Seu visual clean mostrava que não eram necessários todos aqueles links e diretórios – característicos do Yahoo, o grande mecanismo de busca dos anos 90 – em uma página dedicada apenas a procuras feitas online. A solução do Google era um ovo de Colombo: só com um campo de busca sob um logo colorido, ele relembrava a todos que menos era mais.
Lembra de quando o Facebook apareceu? Seu visual clean mostrava que uma rede social não precisava parecer uma penteadeira de madame (o MySpace) nem uma sala de pré-escola (o Orkut). A solução do Facebook foi arquitetônica nos dois sentidos: ao oferecer um ambiente em que se deve reter o público-alvo, o site apresentava-se agradável, organizado, hierárquico, cool. Tanto sua arquitetura de informação quanto seu acabamento visual têm exatamente o mesmo peso. O site deve ser fácil de ser entendido, utilizado e percorrido, além de, por que não, agradável.
Eis os dois gigantes da internet hoje em dia. E agora, ao lançar um serviço de mensagens instantâneas muito parecido com o Twitter integrado ao seu e-mail, o Google tenta se reinventar de olho em tempos mais – para usar uma palavrinha da moda– “sociais”.
Em outras palavras, assumiu que o Facebook – a maior rede social do mundo – é seu principal rival.
Mas entre o Buzz e uma rede social envolvendo todos os serviços e produtos Google, há um longo caminho. O serviço recém-lançado, no entanto, não é o primeiro flerte do gigante rumo a uma plataforma mais social. O YouTube e o seus Maps já têm elementos de rede social, seu Reader permite compartilhamento de conteúdo. Mas foi com o Buzz que o Google assumiu que quer mudar sua natureza.
Eis o problema central: o Facebook sempre foi uma rede social. É um ambiente murado, em que todos que querem estar ali concordam em ficar apenas ali. Já o Google é o oposto disso. Começou como uma porta de entrada para a internet e está aos poucos crescendo um muro ao redor dela. E se, para usar o Google, for preciso estar dentro destas paredes, muita gente vai pular fora.
Isso fora a questão da interface, que ainda é bisonha – confusa, feia, sem hierarquia, quase aleatória. Parece um rascunho do Google Wave. Não seria o caso de o Google lembrar de como era quando começou?
Olha as camisetas desse lugar.
Bem massa.
Avisei segunda e volto a lembrar aqui: tou com um blog novo no Link que não vai ser relinkado aqui com a mesma freqüência que as matérias que publico no caderno. Para quem ainda não passou por lá, destaco a história por trás do anúncio do Radiohead no Twitter, um Mario Bros dos tempos do Império Romano, o lançamento do iPad para você montar, uma homenagem ao Xkcd, um site que mostra o que aconteceu no ano em que você nasceu, um encontro entre Mario e Sonic e uma nova hora mágica, além dos bastidores do Link.
O fato de ter respondido que sou emocional, afirmativo, progressivo e relaxado fez com que este site dissesse que a fonte que mais tem a ver comigo é a versão itálica da fonte do Pet Sounds. A dica é da Helô.
Lá do blog do Filipe.
O programa Essential Mix, da BBC, já pode ser considerada uma das principais instituições da dance music mundial. No ar desde 1993, o programa convida DJs e produtores a discotecar por duas horas sem parar e quase todo mundo que é alguém na pista de dança já bateu ponto no programa. O legal é que agora apareceu este site Essential Mixes, aparentemente sem nenhum vínculo oficial com o programa da BBC, que não apenas permite que você faça download de vários destes sets, como os organiza de forma bem detalhada, com as faixas de todos os programas e permite até ranquear os sets dos DJs. Apesar de não chegar nem perto do número original de programas, a oferta já é bem farta – só de set do Pete Tong, dá pra deixar rolar quase um dia inteiro, e tem vários outros desses DJs sem vocal que vêm ao D-Edge ou ao Skol Beats ano sim, ano não. Por outro lado, recomendo baixar qualquer coisa do David Holmes e os sets do Fatboy Slim, mas também tem coisas do Soulwax, Air, Kraftwerk, Chemical Brothers, Dimitri From Paris, Daft Punk, DJ Yoda, Audio Bullys, Plump DJs, Krafty Kutz… Muita coisa fina.
Na real isso era apenas um teste para ver se uma câmera nova estava funcionando, mas olha que foda…









