
Lembram do excelente Dicionário Coxês Português? Acabaram de abrir um novo verbete que vai dar tilt em muito neguinho por aí, heheheeh:
Nome: Coxipster Bittencourt
Idade: 21 anos
Signo: Gêmeos
Lazer: Ah, durante o dia eu curto dar um rolê cultural na Paulista, tomar um café gourmet no Starbas, degustar uns macarons gourmet no JK, comer uma pipoca gourmet tomando um refrigerante gourmet enquanto vejo um filme na sala vip do Cidade Jardim, etc. De noite, eu curto ir ali no Studio, no Bêco, gosto muito de ir na Glow In The Dark também – várias tinta fluorescente na cara, várias mina gata, vários drinks moleculares.
Hobbys: Ah, mêo, fotografar, né? Me divirto muuuuuito com a minha Lomo, mas tô a fim de comprar uma semipro, saca? Acho que a fotografia me completa. Também sou DJ nas festas nas casas dos meus amigos e tenho um blog de degustação de cervas premium, mêo.
O que veste: Ah, mein, curto muito a Osklen, Sérgio K., mas na verdade eu gosto mesmo de fazer compras lá fora. Ââââmo a Urban Outfitters, mas uma camisa xadra da Hollister também tem seu valor.
Um fetiche: Ruivas. Mêo, sou louco por ruivas. Mas pegar, mesmo, só pego as loirinha da minha facu, kkkkk.
Onde trabalha: Ah, mêo, eu faço estágio de dizáine na agência do meu tio, mas tô com umas ideias aí de abrir uma startup que vai prestar consultoria pra cupcakerias gourmet.
Um sonho: Ter mais de 100 likes numa foto no Insta.
E agora eles têm página no Feice.
Eis a primeira foto de divulgação do ator que encarnou o melhor Sherlock Holmes de todos os tempos (Sherlock, da BBC, é nota 10) no papel de Julian Assange (a seu lado, o Daniel Bruhl de Adeus Lênin posa como Daniel Domscheit-Berg). O filme The Fifth Estate, sobre a rápida e polêmica ascensão do site WikiLeaks e a popularização do nome de seu criador, estréia nos EUA no segundo semestre; mas esta notícia me lembrou que tenho de falar sobre o próprio Sherlock (quem já viu? Comentem aê!) e da participação do ator no próximo Jornada nas Estrelas…

Vi no Vírgula.

Eis um senhor gancho para um filme sobre o fim do mundo:


Sim: cinco horas e meia de Vida Fodona, pra tirar o atraso.
Dr. Dog – “Lonesome”
Bonde do Role – ”Baby Don’t Deny It”
Sinkane – “Lovesick”
Thiago Pethit + Mallu Magalhães – “Perto do Fim”
Tulipa Ruiz + Criolo – “Víbora”
Mallu Magalhães – “Me Sinto Ótima”
Cambriana – “The Sad Facts”
Blur – “The Puritan”
Grizzly Bear – “Yet Again”
João Brasil – “Sou 212 Foda”
Teen Daze – “Brooklyn Sunburn”
Arctic Monkeys – “Katy on a Mission”
Diplo + Jahan Lennon – “About That Life”
Daddy – “Love in the Old Days”
Lana Del Rey – “National Anthem”
Tulipa Ruiz + Lulu Santos – “Dois Cafés”
Van She – “Idea of Happiness (SebastiAn Remix)”
XXYYX – “About You”
ONUINU – “Happy Home”
Ariel Pink’s Haunted Grafitti – “Only In My Dreams”
ruído/mm – “Índios”
Céu – “Falta de Ar”
Estelle + Janelle Monae – “Do My Thing”
Mahmundi – “Desaguar”
Alabama Shakes – “Hold On”
Blur – “Under the Westway”
Tame Impala – “Elephant”
Sambanzo – “Capadócia”
Curumin – “Selvage”
Tennis – “Petition (Vacationer Remix)”
Supercordas – “Mumbai”
Superchunk – “This Summer”
Sexy Fi – “Looking Asa Sul, Feeling Asa Norte”
Mahmundi – “Calor do Amor”
Jessie Ware – “Wildest Moment”
Breakbot + Irfane – “One Out of Two”
Goldroom – “Fifteen”
Caribou – “Sun (Zopelar Rework)”
Electric Guest – “American Daydream”
Toro y Moi – “So Many Details”
Lana Del Rey – “Born to Die”
The Internet – “Fastlane”
Xx – “Tides”
Silva – “Moleton”
Delicate Steve – “Two Lovers”
Neil Young & The Crazy Horse – “Ramada Inn”
Cat Power – “Cherokee”
Céu – “Chegar em Mim”
JJ – “10”
Twin Shadow – “Five Seconds”
Bobby Womack + Lana Del Rey – “Dayglo Reflection”
Nicki Minaj – “Starships”
Metá Metá – “Oya”
Lucas Santtana – “Jogos Madrugais”
Poolside – “Just Fall in Love”
Chromatics – “Kill for Love”
Divine Fits – “Would That Not Be Nice”
Chet Faker – “Terms and Conditions”
Sinkane – “Jeeper Creeper”
Tame Impala – “Apocalypse Dreams”
Grimes – “Oblivion”
Frank Ocean – “Lost”
Spiritualized – “Hey Jane”
Lindstrøm – “Eg-ged-osis (Todd Terje Extended Mix)”
Major Lazer + Amber Coffman – “Get Free”
Chromatics – “The Page”
Lana Del Rey – “Blue Jeans (Penguin Prison Remix)”
Grimes – “Genesis”
Tame Impala – “Feels Like We Only Go Backwards”
Poolside – “Harvest Moon”
Frank Ocean – “Pyramids”
Kendrick Lamar – “Bitch, Don’t Kill My Vibe”
Curumin – “Passarinho”
Chromatics – “Lady”
Hot Chip – “Flutes”

E a minha coluna no Link dessa semana foi sobre a morte de Aaron Swartz (que a Tati entrevistou pra uma capa do Link em abril do ano passado…

Swartz não se contentava com uma vida confortável
O ativista seguiu seus ideais e não o mercado
Como acontece com quase tudo online, o trecho do clássico poema beat Grito (Howl, em inglês), de Allen Ginsberg, virou piada há algum tempo. A épica constatação que “vi as melhores mentes da minha geração destruídas pela loucura” ganhou um tom jocoso feito para ridicularizar uma das principais obsessões profissionais deste século digital: “Vi as melhores mentes da minha geração pensando em como fazer as pessoas clicarem em anúncios”.
Parece só uma piada, mas não é exagero: há muita, mas muita, gente talentosa que, devido às preocupações do mercado, se vê obrigada a deixar suas melhores qualidades em segundo plano para queimar neurônios para fazer com que as pessoas curtam posts no Facebook, deem RT em tweets, cliquem em banners ou para que façam galerias de fotos para que os usuários fiquem mais tempo online. Palavras como “engajamento”, “monetização”, “publieditorial” e “multiplataforma” (além de termos em inglês “buzz”, “app”, “newsfeed”, “e-commerce”, “startup”, “brainstorm”) causam urticária em pessoas que gostariam de estar fazendo outras coisas, mas se veem presas à obrigação de gerar audiência para uma marca.
O norte-americano Aaron Swartz, que nasceu em 1986, preferiu o outro caminho. Gênio da programação, o rapaz de 26 anos que cometeu suicídio há dez dias pode ser considerado não apenas um dos desbravadores da web que habitamos hoje, mas um de seus principais arquitetos. Ainda adolescente, trabalhou com nomes como o criador da World Wide Web Tim Berners-Lee (em um projeto de web semântica, a tão esperada web 3.0) e com o advogado Lawrence Lessig (Aaron o ajudou a traduzir a lógica das licenças livres do mundo do direito para a linguagem técnica dos computadores). Mas não bastou estar nos ombros dos gigantes. Foi além.
Não tinha nem 20 anos quando criou o web.py, framework para desenvolvimento web na linguagem Python que não só foi a base da criação de um dos primeiros sites sociais do mundo, o FriendFeed, como mais tarde serviu tanto para a criação do Facebook quanto para os vários projetos de rede social do Google. Ajudou a criar o Reddit, uma das redes sociais mais importantes e ativas da última década, cuja relevância e importância crescem a cada ano – não por acaso Barack Obama ofereceu-se para ser sabatinado na rede social, na campanha para a reeleição no ano passado. Aaron também era um dos principais articuladores do ativismo digital do século, escrevendo artigos e defendendo causas sempre à favor da liberdade de expressão e da internet aberta.
O tom grave de sua morte parece piorar o cenário descrito na paródia do poema do início do texto. Aaron poderia se juntar aos muitos geninhos que preferiram o conforto do emprego seguro e da vida corporativa e hoje estaria vivo, talvez ganhando muito dinheiro, mas inquietado. Preferiu seguir seu coração e todos nós ganhamos com isso.
Os mais cínicos dirão que ir atrás do próprio sonho foi o que determinou o fim de sua vida – um argumento ridículo. O motivo pelo qual Aaron tirou a própria vida não é claro, embora tudo indique que tenha a ver com o processo que o Massachusetts Institute of Technology (MIT) movia contra ele. Um processo que, se fosse considerado culpado, poderia colocá-lo na cadeia por até 50 anos.
Aaron era a favor da difusão livre da informação e hackeou o Jstor, um banco de dados de teses científicas, para mostrar que este conhecimento deveria estar na rua, ao alcance de todos. A ironia desta situação vem do caso que Aaron só virou programador porque, aos 11 anos, descobriu que o próprio MIT oferecia cursos gratuitos online.
Claro que ele aprenderia a programar de outra forma – mas, ao hackear o Jstor, não tenho dúvida de que ele queria aumentar a possibilidade de que mais pessoas como ele pudessem seguir seus sonhos – e não ficar pensando em como fazer os outros clicarem em anúncios.

Chegou aquela hora. Aquele momento em que todas as forças se juntam para celebrar uma nova fase, uma nova etapa, um novo começo. 2013 já tem seus quase vinte dias de existência, mas a chuva e o frio em São Paulo não deixaram o ano e o verão começar plenamente – e isso é um trabalho para ANALÓGICODIGITAL. Aquele momento em que corações e mentes se unem num espaço mágico no centro da metrópole para transformar uma madrugada de sábado para domingo numa experiência psicodélica sonora que só quem já passou por lá tem idéia do que esperar.
Depois de subir a escada espiral atrás da discreta portinha em um prédio quase em uma das esquinas do Largo do Paissandu, você tem duas opções – seguindo o corredor por um dos lados, você passa pelo bar e por uma área de convivência até cair na pista Analógica, capitaneada pelo Veneno Soundystem. E o trio Peba Tropikal, Maurício Fleury e Ronaldo Evangelista recebem o argentino El Hermano del Espacio e o mestre MZK – todos armados com seus bolachões pretos cheios de grooves de diferentes épocas, países e gêneros musicias, sempre prontos para derreter as mais rígidas convicções pelo movimento dos quadris. Seguindo no outro rumo, os corredores lhes levam para o inferninho da pista digital do Trabalho Sujo de Alexandre Matias, que recebe Danilo Cabral, Luiz Pattoli e Babee Leal para mais uma celebração da história da música pop em ordem cronológica. Será que é a última vez que esse set acontece? Se eu fosse você, na dúvida, não perderia por nada.
Juntos, Veneno e Trabalho Sujo causam a ANALÓGICODIGITAL, uma grande celebração de todas as camadas do prazer a partir da boa música e do encontro com pessoas incríveis. Uma festa que já entrou na história e nos corações de seus frequentadores, sempre de surpresa, sempre alto astral, sempre sempre.
E não custa lembrar que só entra com nome na lista!
ANALÓGICODIGITAL VERÃO 2013
SÁBADO 19 DE JANEIRO DE 2013
VENENO + TRABALHO SUJO
No som os DJs: Maurício Fleury, Ronaldo Evangelista, Peba Tropikal, MZK, Hermano Del Espacio, Alexandre Matias, Luiz Pattoli, Danilo Cabral e Babee Leal.
Trackertower
Rua Dom José de Barros 337, esquina com av. São João
$25 (lista: baile@venenosoundsystem.com – só entra com nome na lista!)
Eis a resenha que fiz para o Django Livre, no site da Galileu:

Um clássico de Quentin Tarantino
O que torna um filme clássico? O momento em que ele é lançado, se ele consegue registrar as inquietações de seu tempo a ponto de entrar para a história como um espelho daquele momento. Grandes atuações. Uma fotografia impecável. Uma direção segura. Cenas que, apenas com o casamento de som e imagem, conseguem sintetizar sentimentos da cabeça do autor para a do espectador. Grandes frases. Bom ritmo. Boa narrativa.
E quais são as características que tornam um filme de Quentin Tarantino um filme de Quentin Tarantino? Uma metralhadora de referências. Grandes atuações. Diálogos longos com descrições detalhadas. Cenas de tortura física e psicológica. Vilões maus de verdade. Protagonistas dispostos a acertar contas. Bom ritmo. Grandes frases. Narrativa entrecortada.
Desde que o século 21 começou que Tarantino tenta transcender seu próprio cinema, aquele com as bases lançadas durante os anos 90. Cães de Aluguel, Pulp Fiction e Jackie Brown ficavam naquela zona cinzenta dos filmes policiais de baixo orçamento dos anos 70, que une os blaxploitation aos primeiros Scorsese e aos melhores filmes de Sam Peckinpah e, graças ao tempero de citações e referências pop de seu diretor, transformava todo este gênero considerado B no território dos novos clássicos.
Mas os anos 90 acabaram e Tarantino quis sair de seus anos 70 e dos Estados Unidos, abraçando uma carreira internacionalista. Com os dois volumes de Kill Bill visitou o Japão e o cinema asiático e Bastardos Inglórios passava-se na França para causar o encontro explosivos da elite do nazismo alemão com mercenários judeus do exército americano tentando se passar por italianos de araque. Entre os dois, visitou o cinema de drive-in dos anos 50 no bilhete duplo Grindhouse, codirigido com o comparsa Robert Rodriguez. E agora, com Django Livre, rebobina seu filme um século e meio no passado.
E se seus filmes anteriores apenas aspiravam a transcendência rumo a um cinema clássico (quase sempre esbarrando na caricatura, seja no gesto em que Pai Mei ajeitava sua barba em Kill Bill ou na gargalhada que a tela do cinema dava na sessão fatal do final de Bastardos Inglórios), em Django Livre ele deixa a caricatura em segundo plano. Tarantino está mais interessado em celebrar o western como um dos principais gêneros narrativos norte-americanos do que em fazer sua habitual graça com filmes antigos, músicas desenterradas ou listar produtos de consumo.
Por um lado, isso é um tanto complicado, uma vez que o filme se passa no meio do século 19 e as referências pop da época são praticamente nulas – afinal, não existia cultura pop então. Por outro, é a deixa para Tarantino exibir seu extenso leque de samples cinematográficos, empilhando referências de filmes antigos e que caíram no esquecimento ao mesmo tempo em que aponta para referências que não são propriamente pop. Cita a mitologia germânica, a Ku Klux Klan avant la lettre, a então recente consciência humanista europeia e chega ao extremo de acenar para Laranja Mecânica do Kubrick (veja o desconforto na cena em que tocam Beethoven). E, claro, superpõe cenas que se passam em uma época com músicas de outra – e este contraste acentua-se ainda mais quando a época no caso é o século retrasado.
Mas não é o clássico Tarantino que torna Django Livre clássico, e sim sua aspiração ao grande cinema. Como os irmãos Coen em Onde os Fracos Não Tem Vez, Tarantino aproveita sua incursão pelo velho oeste para filmar cenas que fazem mais sentido na tela do cinema, por maior que seja a tela da TV em sua casa. A cena em que o escravo Django (Jamie Foxx, atuação irrepreensível) e seu dono Dr. King Schultz (Christoph Watz, repetindo o papel de Bastardos Inglórios, só de outro ponto de vista) firmam parceria e atravessam as montanhas rochosas no inverno, ao som de “I Got a Name” de Jim Croce, ao mesmo tempo brinca com a ideia de road movie antes mesmo das estradas existirem, também dedica-se com esmero de documentarista e fotógrafo à paisagem natural dos Estados Unidos.
O glacê deste épico é uma saga de vingança, e nela o tempero Tarantino é carregado – e maniqueísta. Com poucos minutos de filme, ele já mostra que os caipiras do sul dos EUA não são apenas os vilões do filme como quando, ao morrer, espatifam-se feito personagens de desenho animado, causando riso. Já os escravos ganham a aura de protagonista não apenas personificada na busca de Django pela liberdade e por sua esposa, Broomhilde, no sul daquele país, mas também por serem vítimas de violência gratuita e gráfica, em diversos momentos, humilhantes e tétricos. A cena em que o escravo D’Artagnan é cobrado por não ter feito o que deveria fazer é revoltante – e Tarantino a torna assim de propósito, justamente repulsiva para nos lembrar que estas cenas aconteciam com nossos ancestrais recentes, quatro gerações para trás. Brancos rindo e se divertindo enquanto negros viram a cara, calados, para evitar a dor e a tristeza.
É quando surge dois dos principais personagens e das grandes atuações do filme, quando somos apresentado ao desprezível Calvin Candie (Leonardo diCaprio, genial) e seu escravo particular Stephen (Samuel L. Jackson, irreconhecível). Os dois dão aulas de dramaturgia à medida em que encarnam seres desprezíveis, opostos diretos aos personagens de Foxx e Waltz. Ao contrapor dois vilões e dois mocinhos sem dividi-los por raça, Tarantino dá seu xeque final à pseudopolêmica racista relacionada ao filme. O filme sublinha sim o holocausto da escravidão, mas lembra que bondade ou maldade independe de cor da pele.
E depois de nos provar isso com atuações e diálogos brilhantes, ele deixa o couro comer em tiroteios que não devem em nada às carnificinas em massa de Kill Bill. Django é um filme ousado, assustador, tenso e provocador, ao mesmo tempo em que não perde o bom humor e pode até provocar gargalhadas.

E a primeira participação da comadre Babee Leal nas Noites Trabalho Sujo de 2013 vem com um gostinho especial – afinal, é a segunda vez que ela realiza sua nova festa-conceito De Puta a Madre e depois de uma primeira edição bem frequentada e quase superlotada, é a vez de trazer este inferninho itinerante para a pistinha do Alberta – e ela promete a mesma vibração e alegria que sabe comandar quando assume os CDJs no nosso porão favorito. E tome hits! As coordenadas da festa estão tanto no site do Alberta quanto na página do evento no Facebook – e dá pra mandar os nomes para a lista de desconto para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. Não te arrependerás!

Só quem foi na minha festa de aniversário sabe como incrível a Noite Trabalho Sujo com o Camilo Rocha (que ainda teve uma palhinha do Pattoli e a presença do compadre Arnaldo – demais!). As fotos da Bárbara, abaixo, dão só uma idéia geral do que aconteceu por lá…