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Falando no Camilo, ele volta ao Screamadelica, do Primal Scream, que viu ser lançado em clássica resenha da Bizz há vinte anos:

Levadas blues-soul a la Exile On A Main Street (Jimmy Miller, produtor desse clássico dos Stones, faz parte do time de Screamadelica), dub subaquático, jazz transcedental a la Sun Ra, trips PinkFloydianas, ambiências de Brian Eno, pisadas de house, beats de hip hop, coros gospel, discurso de Jesse Jackson, frases de Kraftwerk: o álbum tinha tudo isso e mais.

O texto faz parte da nova coluna que ele criou em seu blog, chamada DNA, que é uma espécie de Discoteca Básica de seu universo pop. Camilo, na minha nada humilde opinião, é um dos três nomes que mais me influenciaram como autor (os outros dois eu nunca sei quem são) e tê-lo como amigo há mais de quinze anos é prova de que ambos estamos certos em nossos rumos paralelos.

Mas loas aside, ao que tudo indica, corremos o risco de assistir ao Screamadelica ao vivo ainda este ano, no Brasil.

Será?

Dedos cruzados.

E, noutro contexto, percebe-se: além de foda, esse filme é lindo.

Aproveitando a deixa do Discurso do Rei, não dá para passar batido da tiração de onda do Jimmy Kimmel com o filme.

Genial. Dica do Juliano.

Voltando ao tema, mais Jimmy Kimmel.

Louco ou gênio?

Ou é tudo a mesma coisa?

WINNING.

Sorry Bruno, tunguei até o título do teu post 😛

QUE PAÍS.

O autor do vídeo batizou o trecho dessa entrevista como se o Lobão estivesse achincalhando essas bandinhas novas pós-emo, os tais “coloridos”, mas perceba que o alvo de sua entrevista é o meio rádio e que os entrevistadores vão desviando a conversa pra falar mal das bandas teens à medida em que percebem que são os criticados pelo velho cantor. Lobão sempre fala demais e isso às vezes dá preguiça de seu discurso (“Lula times”, diria um amigo meu), mas suas observações sobre rádio e internet valem e independente de ele puxar a sardinha para o seu lado (normal, quem não?), fala umas boas verdades sobre o estado das coisas no Brasil e no mundo.