Na versão da demo. Dica do Danilo.
Que dia com cara de inverno…
Pelo menos é o que tão falando por aí…
Dedos cruzados para: 1) Não ser no Rock in Rio, 2) Não ser na Chácara do Jóquei, 3) Não ser em estádio e, caso aconteça uma destas três opções, 4) Ter show na Argentina.
Houve um tempo no Brasil em que show internacional era mais ou menos o equivalente à descida de um OVNI. Dava pra contar nos dedos quantas bandas legais gringas vieram pro Brasil antes do primeiro Rock in Rio, em 1985, que funcionou como uma abertura dos portos para o circuito de shows internacionais da época. Mas no Rock in Rio só veio medalhão e uns poucos gatos pingados de pequeno/médio porte. Qual foi a surpresa de uma nação inteira de ouvintes (os proto-indies) ao saber que o Cure viria para o Brasil numa época em que eles estavam começando a fazer sucesso nos EUA e logo depois de lançar sua primeira coletânea….
O show não foi apenas um marco para quem assistiu (há quem prefira os do Echo & the Bunnymen, que aconteceram mais ou menos na mesma época e provocaram o mesmo nível de espanto), como mostrou para algumas gerações de fãs – e de futuros artistas – que era possível fazer sucesso sem precisar ser um popstar à la Michael Jackson ou Madonna, que eram os parâmetros de sucesso da época.
E qual foi a minha surpresa ao descobrir, logo após esse papo que Robert Smith pode estar voltando para cá, que tem vários trechos desses shows de 1987 no YouTube…
Bem legal esse novo clipe do Thiago Petit. Mas você consegue reconhecer quem está na figuração? Uma dica: duas das meninas na ficha técnica desse clipe estarão discotecando na festa de quinze anos do Trabalho Sujo. Outros tantos devem estar no público… Alice Braga? Quem dera… Convidaê, Petit!
Será que o Davis Reimberg consegue uma vaguinha no próximo Big Brother?
Que foda.
Não sou muito fã de A Família da Pesada, mas essa homenagem foi incrível.
Ainda mais com esse tempo bizarro, calor e frio ao mesmo tempo.
No dia em que The King of Limbs chega às lojas na Europa, o Radiohead lança outra versão “física” de si mesmo – um jornalzinho chamado The Universal Sigh (“O suspiro universal”), que vem acompanhado de um site do mesmo nome. A publicação – que é diferente do material que acompanhará a versão definitiva do disco em maio – é um zine feito pela banda, com artigos e ilustrações de amigos do grupo versando sobre o tema “árvore”. Junto ao lançamento do jornal (que, com tiragem limitada, já virou item de colecionador), o grupo anunciou que lançará um single na Inglaterra no próximo dia 16, no chamado Record Store Day, com as músicas “The Butcher” e “Super Collider” (esta última, velha conhecida dos fãs – já toquei até num Vida Fodona):
