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Fleet Foxy

Oh Land recria um clássico moderno dos Fleet Foxes.

Eles também estão com disco novo na área… Quem já ouviu?

“Eu não ligo…”

Que mais você pode querer de uma banda?

Curved Air, em algum lugar entre os Mutantes e o Jefferson Airplane.

Sábado passado o LCD Soundsystem terminou sua carreira (por enquanto). E se você, como eu, saiu e não pode assistir ao show ao vivo, eis a já histórica apresentação ao vivo da banda no Madison Square Garden:

Olha o que teve:

Set 1:
2:10 “Dance Yrself Clean” (with “I’m Not In Love” by 10cc intro)
12:40 “Drunk Girls”
17:09 “I Can Change”
23:45 “Time To Get Away”
28:16 “Get Innocuous!”
35:18 “Daft Punk Is Playing At My House”
41:45 “Too Much Love”
46:53 “All My Friends”
55:30 “Tired” (with “Heart of the Sunrise” by Yes snippet)
—
Set 2:
“45:33 Part One”
“45:33 Part Two” (w/ Reggie Watts)
“Sound of Silver”
“45:33 Part Four”
“45:33 Part Five” (w/ Shit Robot)
“45:33 Part Six”
“Freak Out”/”Starry Eyes”
—
Set 3:
1:54:39 “Us v Them”
2:04:00 “North American Scum” (with Arcade Fire)
2:11:45 “Bye Bye Bayou” (Alan Vega cover)
2:16:30 “You Wanted A Hit”
2:24:07 “Tribulations”
2:29:15 “Movement”
2:33:48 “Yeah” (Crass Version)
—
Set 4:
2:45:30 “Someone Great”
2:53:06 “Losing My Edge” (With “Da Funk” by Daft Punk snippet)
3:03:36 “Home”
—
Set 5:
3:15:53 “All I Want”
3:22:18 “Jump Into the Fire” (Harry Nilsson Cover)
3:30:30 “New York, I Love You But You’re Bringing Me Down” (with “Twin Peaks Theme” by Angelo Badalamenti intro)

Que banda!

Minha coluna no Caderno 2 essa semana foi sobre o “Curtir” do Google.

A guerra dos botões
Google copia “Curtir” do Facebook

O início de 2011 tem sido tenso para o Google. Nada que abale sua moral – atualmente. Mas uma série de acontecimentos mexeram com o site mais conhecido do mundo e não há dúvidas sobre o motivo dessas mudanças – chama-se Facebook. A rede social de Mark Zuckerberg não é apenas um Orkut global – mais do que ambiente digital de relacionamento pessoal, o “Feice” (como os brasileiros chamam o site) se tornou uma espécie de território seguro que abriga toda a internet.

As mudanças no Google começaram em fevereiro, quando seu CEO, Eric Schimdt, anunciou que deixaria o cargo em abril, ficando a vaga para Larry Page, um dos fundadores do site. No mesmo mês, o Google também se viu obrigado a mudar seu algoritmo de buscas, pois alguns sites conseguiam entender como trapacear o ranking de páginas oferecido a cada pesquisa, subindo degraus e figurando entre os primeiros resultados.
Na semana passada, o site apresentou mais uma novidade para melhorar suas buscas, um botão chamado “+1”. Após fazer uma busca sobre qualquer assunto e descobrir entre os primeiros resultados obtidos qual é o link que melhor se encaixa à pesquisa, basta clicar o “+1” para mostrar que o link é confiável e que alguém o recomendou.

Familiar? Demais. O botão “+1” é idêntico ao “Curtir” do Facebook, botãozinho mágico que ajudou o Feice a crescer ainda mais no segundo semestre de 2010. Mas por que o Google está copiando o Facebook?

A página inicial do Google pergunta para quem o visita o que ele quer da rede. Isso fazia sentido na virada do século. Hoje em dia, com a tonelada de informações que recebemos, não. Não queremos descobrir coisas novas. Nos anos 10 do século 21, queremos que nos digam o que vale a pena. Eis a sacada do Facebook, que, em vez de perguntar o que quer, oferece dicas de amigos. O Google tenta correr atrás, mas será que o “+ 1” pega?

E eu não consigo mais pensar na Bidê sem lembrar da abertura de Malhação que o Chico cogitou uma vez. E depois daquelas, ele ainda propôs Tropicaliente com Academia da Berlinda:

Quatro por Quatro com Feist:

Brega e Chique com Móveis Coloniais de Acaju:

E o meu favorito, Supercordas com Renascer:

E essa finaleira Inception, hein? Hans Donner, Hans Donner…

Tanto que…

Delírio é ver o povo pedindo a música…