Bem boa… Parece saída do Humbug, que é o melhor disco deles, pra mim.
Dica da Dani, valeu!
Essa juventude de hoje está muito mudada…
Alguém já soltou o infame mas inevitável “Prometheus promete!”? Então pronto.
Mas só posso comentá-lo depois de amanhã.
Eu e o resto do mundo…
Jules Winnfield tem problemas com o aplicativo de reconhecimento de voz do novo iPhone…
Dica do Murilo.
Eu avisei…
E por falar em Japão, olha outra invenção dos caras…
Isso serve não apenas para matar fome (ou encher o buraco do dente), mas é também uma espécie de passatempo, tipo origami e bonsai…
No show do Prata da Casa hoje, o convidado é o guitarrista mineiro Tibless, que leva seu lado soul pra seara do afrobeat. Abaixo, o texto que escrevi sobre ele para o projeto do Sesc. Lembrando que o show começa a partir das 21h e os ingressos podem ser retirados, de graça, a partir das 20h.
A influência da música africana na brasileira é umbilical. Dos lundus ao prefixo “afro” na afrociberdelia de Chico Science, passando pelos Afro-Sambas e pela conexão África-Brasil de Jorge Ben, a presença desta músicalidade em que a harmonia e o ritmo parecem se misturar em uma coisa só, em um caleidoscópio de escalas e beats é reverenciada com frequência por seus protagonistas, mas os efeitos da apresentação do afro beat para uma geração de novos artistas, que aconteceu na virada do milênio, vêm mostrando resultados. Tibless vem de Minas Gerais e passa à distância do groove visceral de artistas como Bixiga 70, Sambanzo e Lucas Santtana, pois equaciona elementos novos à mistura – principalmente soul e R&B. Mas não dá para deixar seu disco de estreia – Afro-Beat-Ado, de 2011 – fora desta paisagem de celebração à música africana no pop brasileiro do século 21.
