Isso me fez lembrar do jingle que o Jack White fez pra Coca-Cola na Austrália.
Lembro que perguntei sobre isso pra ele, quando o entrevistei pra Rolling Stone há uns cinco anos:
Pra mim, escrever uma música para a Coca-Cola foi como se fosse uma afirmação sobre essas pessoas que se importam em ser cool e hipster, que se importam com estilo, que eu não tenho nada a ver com esse tipo de gente. Eu não quero ter nada a ver com eles. Eu amo Coca-Cola de verdade, não estou mentindo! E fiz o comercial porque eu quis! Eu não fiz isso por dinheiro, recebo ofertas como essa 15 vezes por semana, para escrever músicas para comerciais de carro, filmes, programas de TV… E isso tem tudo a ver com esses caras do underground, que são tão melhores do que todo mundo, esses roqueiros de garagem, porque eles sempre dizem que você deve fazer o que quiser e não se importar com o que as outras pessoas pensam. Foi exatamente o que eu fiz com essa música.
Um pouco de Kimya Dawnson. Foto da Jennifer B.
Rainn Wilson, no programa do Tim & Eric.
E se em vez de pedir um autógrafo, você pedisse para um ídolo filmar uma cena contigo? Foi o que esses caras fizeram aí embaixo:
Foda, né?
E de smoking, ainda por cima!
A capa faz parte da divulgação de seu novo filme, Savages, que tem como um de seus temas a planta que dá origem ao cigarrinho do capeta. Olha o trailer:
O mais engraçado é que essa capa surge ao mesmo tempo em que começam a aparecer umas histórias que a carta na manga do Obama para ganhar a eleição deste ano é sugerir a legalização da maconha… Mas isso eu só acredito vendo.
Gwen Verton, Bob Fosse e a inspiração pra coreografia de Beyoncé.
Olha só:
Bom dia.
E hoje no Prata da Casa é dia de samba-jazz: o bamba Jorginho Neto promete debulhar bonito numa noite que pode ser uma boa opção para comemorar o dia dos namorados (prum pré-programa ou prum after-jantar). É só chegar no Sesc às 20h, quando os ingressos começam a ser distribuídos, e o show começa uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto.
Um dos instrumentos de sopro mais antigos do mundo (suas origens remontam ao Egito antigo e os ancestrais mais próximos da versão moderna já existiam no século XV), o trombone foi incorporado à música brasileira com uma personalidade específica, que logo se associou à musicalidade do samba. Mas ao ser incorporado ao samba jazz na metade da década de 60, ganhou papel de protagonista e ajudou a revelar nomes que mesclavam o ritmo, a melodia e o sabor do samba à liberdade harmônica e estilística do jazz, lançando carreiras de músicos como Raul de Souza, Bocatto e Paulo Malheiros. Jorginho Neto é o caçula desta linhagem e, depois de tocar com nomes como Roberto Menescal, Johnny Alf, Banda Mantiqueira e Sandália de Prata (além de ser integrante do sexteto MP6), lança seu primeiro disco, batizado apenas de Samba Jazz. Nele, não apenas reverencia o cânone do seu instrumento no Brasil como aponta novos horizontes para um gênero tido como parado no tempo.
…parece cristianismo, mas é só um chiste, veja abaixo:
O clipe que o Rafael Salim fez pra Vermelho, do Camelo, misturando a demo com a versão do disco.
Marcelo Camelo – Vermelho from Rafael Salim on Vimeo.
Pra ver se essa manhã branca passa logo.








