
Outro show da turnê desse ano do Radiohead na íntegra no YouTube – sempre é uma boa desculpa para ouvir quase uma hora da banda de Thom Yorke. O setlist segue abaixo:

Falei do World War Z do Brad Pitt outro dia e o Jiban sugeriu o trailer desse Warm Bodies…
Parece um Zumbilândia para meninas – e isso não é propriamente ruim. Mas curti que a cura para os zumbis seja o amor…

Mais uma mixtape dos 2ManyDJs oferecida através de seu aplicativo Radio Soulwax, desta vez dedicada à obra de David Bowie. O lance é que o conceito de mixtape audiovisual de Dave expandiu para além das já tradicionais animações de capas de disco e virou um média metragem sobre a importância de Bowie no imaginário pop do final do século 20, um tratado sobre o que é ser cool na música pop, misturando palco, cinema e coreografias. Genial.

A resposta é simples:

Elas estão chegando!
Afrojazz instrumental mineiro é a opção de hoje no Prata da Casa do Sesc Pompéia. Vamos lá? O show começa às 21h e os ingressos – gratuitos – começam a ser distribuídos uma hora antes. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto – cuja edição de 2012, com a minha curadoria, termina neste mês.
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A música brasileira vive uma nova época de ouro da música instrumental. Na mesma medida em que rádio e televisão perderam o espaço para a internet como principais veículos a mapear novos artistas, uma certa desobrigação em relação a letras e ao papel central de um vocalista em uma banda abriu espaço para bandas de todo o Brasil experimentarem novos formatos – indo desde o afrobeat ao jazz mais cabeçudo, passando por rock experimental e outros formatos em que a canção e a melodia ficavam em segundo plano. Neste cenário, Belo Horizonte vem se fortalecendo como um grande celeiro de novas bandas – e o Iconili, com seus onze integrantes que fundem música africana, tropicalismo e jazz em doses cavalares, usando instrumentos como sopros, metalofone e muita percussão, é só a ponta do iceberg de uma cena que conta com nomes igualmente fortes como Constantina e Dibigode. Seu primeiro disco, Serrassônica, foi lançado em 2006 e só agora o grupo começa a preparar um sucessor – e o novo EP deve ser lançado até o fim do ano.

Hora de começar a mudança…

Brad Pitt comprou os direitos para World War Z, o segundo livro do filho do Mel Brooks sobre zumbis, e o trailer deu as caras hoje.
Vi no Jovem Nerd.

Não, bicho… Não, isso não tá certo… Não pode… Como é que pode uma porra dessas?
Este é o último mês da minha curadoria no Prata da Casa – e pra começar vamos de jazz, com o saxofonista Raphael Ferreira. Os shows no Prata acontecem sempre às 21h e os ingressos – gratuitos – começam a ser distribuídos uma hora antes. Quem vai? Abaixo o texto que escrevi para o projeto.

A classificação musical, por mais que sirva para guiar ouvintes pelos territórios sonoros que serão desbravados antes da audição, muitas vezes restringe os limites de atuação do artista. Para este, no entanto, rótulos e gêneros musicais são meras etiquetas que tentam grudar ao som e que podem ou não ter sua funcionalidade didática, mas não o restringe das novas possibilidades. É um terreno habitado pela música instrumental brasileira, que cada vez mais extrapola as fronteiras de gênero para além das influências do choro, da bossa nova ou da MPB, rumo à sonoridade universal do jazz, que engloba todos os ritmos e harmonias. É o caso do trabalho do saxofonista Raphael Ferreira, com formação em música na Unicamp e na USP, que, ao lado de Sidiel Vieira (baixo acústico), Fábio Leal (guitarra), Sérgio Machado (bateria) e Felipe Silveira (piano), alça longas incursões instrumentais que partem do jazz contemporâneo para mirar em novos horizontes – da música popular à música erudita dos séculos 19 e 20 – , bebendo inclusive nas águas brasileiras, ao ungir sua musicalidade livre nos ritmos do afoxé, do samba e do baião. Em seu primeiro disco, Ultramar, ele mostra porque a música instrumental brasileira sequer precisaria ter estes dois últimos adjetivos.