
Maria & Joana é um “projeto infográfico”, como define seu próprio autor, o português Diogo Azevedo. O projeto, que visa usar a arte pra conscientizar as pessoas sobre a causa cannabis, começou como um trabalho de conclusão de curso na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e ganhou vida própria.
Saca mais lá na página do projeto no Feice.

E Prince aos poucos começa a mostrar seu novo trabalho e sua nova banda, 3rd Eye Girl, formada apenas por mulheres. Em uma apresentação no programa do Jimmy Fallon nessa sexta, ele tocou a nova “Screwdriver” e a clássica “Bambi” (de 1979!) (veja abaixo) e confirma que sua nova fase é bem puxada na guitarra elétrica. Segue mestre!

E é claro que os Simpsons não iam ficar fora dessa…

Esse disquinho só melhora…

Isso me lembra as lendas de Brasília, com o Nelson Piquet…
Breaking Bad e The Wire… Repita comigo: Breaking Bad e The Wire.
E, de bobeira, Johnny Marr me aparece com Ron Wood noutra guitarra pra tocar um clássico dos Smiths no NME Awards na noite desta quarta, em Londres:

O mais engraçado desse teórico encontro “aluno-mestre” é que o mestre no caso é o caçula: a importância de Johnny Marr para o rock inglês é muito maior que a de Ron Wood, coadjuvante da história do rock que deu a sorte de virar protagonista na história dos Stones.
Mas aê: se o Marr pintar daqui uns meses e mandar um David Gilmour, puxando uma turnê dos Smiths sem o Morrissey, você não iria? Ah iria… Ainda mais que Johnny tá lançando disco solo e não tem nenhum pudor ao voltar à obra da banda que lhe consagrou, como podemos ver no vídeo abaixo (e a história que ele conta – a origem de “Heaven Knows I’m Miserable Now” – é de cair o queixo):
Enquanto isso, o Morrissey continua apavorando na contramão da Fox News dizendo coisas como “não haveria guerras se mais homens fossem homossexuais“. Calma lá, bicho…

Será? A primeira faixa, “Entertainment”, é boa e funciona na pista:

A Soma está começando a lançar as gravações dos shows que os Marginals fizeram no espaço da revista Vila Madalena entre 2010 e 2011, uma série de apresentações em que o trio formado por Thiago França, Marcelo Cabral e Anthony Gordin tocou ao lado de bacanas como Guizado, Lurdez da Luz e Criolo, Thomas Rohrer, DJ Marco, entre outros nomes. A estréia conta com a participação do jovem mestre Maurício Takara e o encontro volta a acontecer neste domingo, na Casa do Mancha. Pedi pro Thiago escolher uma música pra lançar aqui no Trabalho Sujo ele pediu pra colocar a terceira: “groovezão bacana, melodia chicletona, sucesso!”. Pois sente só:
O disco pode ser baixado neste link. Há um tempo já dá pra ouvir o único show destes que vi desta série, quando eles entraram em alfa ao lado do Thomas Rohrer. Veja os vídeos que fiz abaixo:

Outro dia estava conversando com a Tati sobre as fases do Miles e não adianta, eu sou fiel ao segundo quinteto, quando Miles, Herbie Hancock, Ron Carter, Wayne Shorter e Tony Williams se encontram numa música que não parece ter começo nem fim. Eu não faço idéia pra onde eles vão – o importante é que eu vou junto. Aperte o play nesse show no dia 31 de outubro de 1967 e boa viagem: